12 novembro 2017

Conhecendo os santuários ecológicos do Cariri: Pedra Branca, um espaço ecológico e religioso no município de Porteiras

Muitas lendas cercam a história da localidade de Pedra Branca, localizada no município de Porteiras, no Cariri cearense.  Pedra Branca fica localizada na divisa entre as comunidades dos Vieiras e Jatobá, zona rural de Porteiras.
Antes de chegar à Pedra Branca, encontra-se uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Aos pés daquela imagem,  um pequeno altar onde o Padre Vileci Basílio Vidal, filho de Porteiras (e atual Pároco de Araripe--CE) preside à Missa do terceiro domingo do mês de janeiro, evento que já se tornou tradição em Porteiras.
Imagem de Nossa Senhora no caminho da Pedra Branca. (Foto: Patrícia Silva)
No último dia 9, o Bispo Diocesano de Crato, Dom Gilberto Pastana de Oliveira, acompanhado do Pe. Vileci e do Pároco de Porteiras, Pe. José Sampaio, foi até Serra Branca, onde presidiu à sagração e bênção do novo altar da capela de São Francisco, orago e protetor daquela comunidade.
Aos pés da Pedra Branca. (Foto: Patrícia Silva)
Um Santuário Ecológico
Segundo Padre Vileci, está sendo discutido um projeto para que este espaço de preservação, conhecido como Santuário Ecológico, seja acompanhado pelo Geossítio,do Geopark Araripe,  territorializando a área ambiental.
Ali, com uma visão panorâmica da Chapada do Araripe, Dom Gilberto e os padres Vileci e Sampaio agradeceram a Deus pela terra, pela natureza, que deve ser cuidada como nossa casa comum.
Abaixo, fotos da Pedra Branca, no município de Porteiras (CE):

(Baseado em postagem da jornalista Patrícia Silva, originalmente publicada no site da Diocese de Crato)

Bandeiraço monarquista pela liberdade e contra a corrupção

Como já se tornou tradicional, na próxima quarta-feira, dia 15 de novembro, grupos monarquistas de norte a sul do Brasil irão às ruas participar do Bandeiraço pela Liberdade, protestando contra a desmoralização, a corrupção generalizada e o verdadeiro saque dos cofres públicos promovido pela República, instaurada em nosso País através de um golpe de Estado, há 128 anos.
Os Príncipes da Casa Imperial Brasileira entendem que é seu dever estar sempre ao lado do povo brasileiro na luta por um País melhor, mais justo e próspero para todos, seguindo os mesmos valores e princípios que, ao longo do Império, fizeram a grandeza desta Nação. Por isso, Sua Alteza o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, participará do Bandeiraço em Belo Horizonte; Suas Altezas os Príncipes Dom Rafael, quarto na linha de sucessão ao Trono, e Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança, em São Paulo, acompanhados de membros da Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil; e Sua Alteza o Príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança, terceiro na linha de sucessão ao Trono, e seu sobrinho, Dom Eudes de Orleans e Bragança Filho, no Rio de Janeiro.
Será esta uma grata oportunidade de reunir veteranos e jovens monarquistas de todo o Brasil para não só honrarmos a verdadeira História de nossa Pátria, mas também para mostrar que um número cada vez maior de nossos compatriotas vê na restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar a solução natural para os problemas que o regime republicano, ilegítimo, corrupto e corruptor por natureza, trouxe para o nosso País, e que logo poremos um basta na República!
Nos próximos dias publicaremos uma lista dos locais de ponto de encontro dos monarquistas nas cidades que realizarão o Bandeiraço pela Liberdade.
A hora da Monarquia é agora!
Fonte: Facebook Pró Monarquia

Aqui - Por: Emerson Monteiro

Nas luzes de todo momento, só alegria e paz. Amar e viver, independente de tudo quanto dispersa o sentimento de Si. Conter nisso o tanto de olhar o Infinito e sentir felicidade em ser face ao fluir das gerações, pois somos o que sempre teremos de ser, desde que queiramos. Um segredo que fala na alma da gente e confessa o prazer gostoso de existir perante as nuvens que passam e trazem o tempo gravado nos céus. Confidencia os sons da Eternidade em nosso humano coração, eis bem aqui a porta do Destino.

Por isso, o hoje é o centro da satisfação de persistir na busca das respostas que viemos buscar neste chão. Aceitar os limites, porém querer todos os direitos que isto significa. Preencher a pauta dos instantes com pensamentos harmoniosos até onde pudermos chegar, e chegar. Nada de investir nas saudades do sem jeito. Animar o poder de construir os filmes bons da oportunidade e produzir arte de pura sabedoria e bom gosto, senso de esperança constante, livre das lembranças desnecessárias que perdidas ao vento vão embora. Apenas interessa o que somar de satisfação, e só.

O bom das histórias de final feliz, sem final; os sucessos das missões impossíveis; a beleza das manhãs; sorrisos mil nas faces; a tranquilidade dos santos; amizades e festas; telas de rara luminosidade; as músicas que tocam a essência; as horas inesquecíveis que se repetem na presença das manifestações de solidariedade; os sonhos das muitas revelações espirituais; momentos de iluminação há tanto esperados; serenidade, qualidade, trabalho, dignidade, honestidade, justiça, equilíbrio; resultados positivos, enfim; a união dos ideais nobres da evolução; e frutos saborosos das práticas fiéis.

Desenvolver tais habilidades e rever valores de transformar o mundo em nós. Crescer com o sol dos dias, permitir a liberdade dos irmãos que somam conosco, na função de oferecer saúde aos bons propósitos. Usufruir da intensidade de ricas ocasiões que nos convidam a mudar ao melhor; se estiver precisando; achar o trilho da real objetividade. Isto sem jamais desviar a força de conduzir nossos passos aos lugares certos, sob as condições que a Natureza oferecer, e pede atenção, no lado sadio da inigualável presença desses mistérios de Deus.

O poder fulminante das redes sociais

A frase racista que derrubou o jornalista William Waack, da Globo, mostra que as redes sociais são, cada vez mais, voz altamente influente no debate público
Fonte: revista VEJA, por Marcelo Marthe e Daniel Bergamasco
    No início da tarde da quarta-feira 8, começou a viralizar nas redes sociais um vídeo em que o jornalista William Waack, de 65 anos, aparece minutos antes de entrar no ar ao vivo de Washington, em 9 de novembro do ano passado, para comentar a eleição do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. No vídeo, o jornalista fica incomodado com o barulho de uma buzina na rua. “Tá buzinando por que, seu m… do c…?”, reage Waack. Em seguida, ele parte do xingamento chulo para uma frase racista: “Não vou nem falar porque eu sei quem é. É preto. É coisa de preto”, afirma, em tom de brincadeira, ao seu convidado no estúdio, o também jornalista Paulo Sotero. Deu-se uma explosão. Em menos de sete horas circulando nas redes, o vídeo de um ano atrás levou a Rede Globo a tirar Waack da bancada do Jornal da Globo, que apresentava havia doze anos.
     A trajetória do vídeo começou pelas mãos de Diego Pereira, que trabalhou na Globo até janeiro passado. Ele diz ter vazado, com a ajuda de um amigo (ambos são negros), as imagens em grupos de WhatsApp. Às 14h28 de quarta-feira, o vídeo foi postado no Twitter pelo roteirista Jorge Tadeu, que tem cerca de 5 700 seguidores, e explodiu: 4 000 compartilhamentos nessa única mensagem. Ao longo do dia, houve mais de 500 000 buscas por “William Waack” no Google no Brasil. A pedido de VEJA, a consultoria SQI analisou 50 000 menções na semana ao nome do jornalista: 90% eram negativas. O silêncio da Globo durou algumas horas. Às 21h24, a emissora comunicou o afastamento de Waack da bancada do telejornal “até que a situação esteja esclarecida”. Em um trecho da nota oficial, reconhece que na gravação “Waack (…) faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista”. Mais tarde, o mesmo texto foi lido, na abertura do próprio Jornal da Globo, pela substituta do apresentador, Renata Lo Prete.