24 setembro 2017

Carteiros iniciam nova greve: um cego guiando outro cego – por Armando Lopes Rafael

   Na última 3ª feira, 19 de setembro, as agências de notícias divulgaram que os funcionários dos Correios entraram em greve às 22h daquele dia. A decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada na última 2ª feira, dia 18,     que aprovou a paralisação sem data para terminar.

      Neste sábado, leio na coluna “Direto da Fonte–de Sônia Darcy”, publicada no Estadão onde fiquei sabendo (ver notinhas abaixo):



“Telex à vista
O destino dos Correios entrou na berlinda esta semana. Henrique Meireles confirmou, em seminário em NY (Nova York), estudos para privatizar a empresa ou abrir capital. Moreira Franco defendeu a venda, com a ressalva de que a operação é complicada. “Ninguém manda mais carta ou telegrama”, ponderou”.
“Telex 2
Indagado, o presidente dos Correios, Guilherme Campos, tem posição clara. “Não vejo como ou para quem vender antes de completar a reestruturação, disse ontem".
"Telex 3
Mas onde arrumar recursos para acelerar esse processo antes que a empresa se torne inviável? Campos defende capitalização via mercado, sem perda de controle. E, sutilmente, lembra também que a União “tirou mais de R$ 6 bilhões, de 2007 a 2013 (na era do PT), da estatal, a título de antecipação de dividendos, pagos ao Tesouro, para fazer superávit primário”. Será que querem receber os recursos de volta?”
(até aqui a informação publicada na coluna de Sônia Darcy, no Estadão)

***   ***   ***
Negócio seguinte: No ano passado, o prejuízo dos Correios se aproximou dos R$ 2 bilhões, pouco abaixo do valor registrado em 2015. Naquela ocasião, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse que os Correios poderão ser privatizados, se não ocorrer um processo que rapidamente traga de volta o equilíbrio financeiro à empresa.

Entrevistado, em março de 2017, e questionado sobre os motivos que levaram os Correios a essa situação, Kassab disse que diversos foram os fatores que levaram ao cenário atual. Ele destacou ainda que a União não pretende sustentar os prejuízos da estatal. "Má-gestão é corrupção, loteamento, não ter capacidade de recursos adicionais, não fazer os cortes necessários para manter o equilíbrio. […] A empresa está correndo contra o relógio, porque o governo não tem recursos", disse o ministro em entrevista coletiva à imprensa.

Moral da Opereta: Os servidores em greve estão oferecendo a maior das justificativas para que o governo se livre dos Correios com seus crescentes prejuízos, mesmo que a situação tenha melhorado com a defenestração das administrações do PT.

   E imaginar que os Correios já foram um orgulho para os brasileiros. No tempo da Monarquia ser funcionário dos Correios era um privilégio e dava status. Era uma empresa eficiente e confiável.
Mesmo na República, os Correios eram uma empresa que por muito tempo foi reconhecida como uma empresa de renome, uma empresa de alta credibilidade, uma empresa que realmente atendia a necessidade da sociedade. O grande Presidente Juscelino Kubitschek, para citar um único exemplo, foi funcionário dos Correios em Belo Horizonte. Quem entra na Agência Central dos Correios na capital mineira, na Avenida Afonso Pena, defronta logo com um enorme retrato de JK no saguão, e abaixo a legenda: “Funcionário modelo dos Correios”.

Na época do regime militar uma carta de São Paulo para Crato era entregue em 48 horas. Recentemente recebi um “sedex” vindo de Brasília, da Embaixada da Colômbia, com atraso de 18 dias. Note bem: era um Sedex, postagem cara, por ser encomenda urgente.

Entretanto, com a chegada do PT ao poder, em 2003, os Correios começaram a dar prejuízo. Hoje é uma empresa deficitária. O aparelhamento político da empresa, feito pelo PT de Lula e Dilma, foi a causa maior da sua decadência.
A greve dos funcionários, ora em curso, será a pá de cal final neste enterro dos Correios.

A Imprudência nas ruas do Crato - Demutran é ineficiente para tanta baderna - Mais um grande acidente.


Nesta semana aconteceu mais um acidente aqui na cidade do Crato. Desta feita, no cruzamento das ruas Nelson Alencar com Mons. Esmeraldo. Segundo testemunhas, um dos veículos avançou a preferencial. 

Aliás, falando em trânsito, está se tornando insuportável a quantidade de infrações aqui em Crato. O trânsito aparentemente enlouqueceu. Motos ultrapassando a todo instante pelo lado direito; Quase ninguém respeita mais os semáforos, e aparentemente, os agentes de trânsito são insuficientes para controlar tanta baderna. Mal se vê um deles quando se precisa. Êhh, do jeito que a coisa vai, não me admira que daqui pra frente nós tenhamos todo dia inúmeros acidentes, porque os condutores avançam o sinal vermelho simplesmente porque não há forma de multá-los. A pessoa não tem consciência de que a lei foi criada para garantir o direito a todos. Garantir que o condutor que vem na via transversal tenha direito a passar em tranquilidade. Eles avançam por puro egoísmo, pensando apenas no lado deles, em chegar ao seu destino primeiro, sem se importar com qualquer lei de trânsito. E novamente a grande pergunta: Onde estão os agentes de trânsito do Crato nessa hora ?

Fotos amplamente divulgadas nas redes sociais:





Por: Dihelson Mendonça
www.blogdocrato.com


O Monarquista Armando Rafael deixou passar esta: Há 183 anos morria Pedro de Alcântara, o D. Pedro I





Ônibus da empresa Guanabara pega fogo e fica totalmente destruído em Iguatu



Um ônibus da empresa Guanabara ficou completamente destruído por um incêndio registrado na noite de ontem, na localidade de sítio Bravo, em Iguatu.  O veículo fazia a linha Iguatu/Juazeiro do Norte. Militares do Corpo de Bombeiros de Iguatu, foram acionados para combater as chamas e afirmaram que o motorista percebeu um fogo dentro do banheiro do ônibus. “O motorista Geraldo Amaro de Castro, percebeu uma fumaça na parte de trás do ônibus. Ele parou o veículo, avisou os passageiros que retiraram rapidamente as bagagens. Ninguém ficou ferido”, disse o Sub Tenente, Éder.

Fonte: Iguatu.net



Placar no STF vira e cinco ministros a favor de ensino religioso em escola pública



Ao prever que a matrícula na disciplina de ensino religioso será facultativa, a Constituição Federal resguardou a laicidade do Estado e a liberdade de crença da população. Assim, não faz sentido alterar a interpretação vigente da Constituição e aplicar o ensino não-confessional no Ensino Fundamental nas escolas públicas do Brasil. Com esse argumento, o ministro Dias Toffoli julgou “totalmente improcedente” a ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Procuradoria-Geral da República contra trechos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação e no acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé (Decreto 7.107/2010). Na sessão do Supremo Tribunal Federal de quinta-feira (21/9), os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, assim como Toffoli, discordaram do relator, Luís Roberto Barroso, e viraram o placar para 5 a 3 no sentido de desprover a ADI apresentada pela PGR.o julgamento segue na próxima quinta-feira.


Militares não precisam ficar inertes numa eventual situação de caos, diz ministro do STF



Há um profundo mal-estar nos meios democráticos após as declarações ameaçadoras do general da ativa Antônio Hamilton Mourão, aventando a possibilidade de uma intervenção autônoma dos militares: “nós estamos numa situação de (…) ‘aproximações sucessivas’. Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”.

Ao contrário das notícias que o davam como contrariado com o subordinado, o comandante do Exército, general Eduardo Vilas Bôas, convalidou os conceitos deste a respeito da legalidade de uma ação militar autônoma, e afirmou que não o iria punir, em entrevista ao jornalista Pedro Bial, em seu programa de TV.

Acontece que, pelo artigo 142 da Constituição Federal, as Forças Armadas não podem tomar a iniciativa de intervenção na vida do País, a não ser quando convocadas por um dos três Poderes da República. Fora disso seria golpe, como fez questão de frisar o ministro do STF Marco Aurélio de Melo. “E isso precisa ser excomungado”, arrematou, em entrevista concedida à revista Conjur.

Mas, concedeu que os militares não precisam ficar inertes numa eventual situação de caos: “Caos é quando as policias militares não foram suficientes para segurar as ruas. Teria que ser uma situação conflituosa, de quase guerra civil, e havendo ineficácia das forças repressivas (…). Agora, é um ato extremo, só [cabível] quando não houver realmente como segurar. Mas não para combater a corrupção”. Esse é o entendimento dos que se pautam pela Constituição.

Para os segmentos democráticos é imperativo e urgente que o STF explicite a interpretação correta do Art.142 da Constituição Federal, que trata da intervenção militar, escoimando toda ambiguidade. Não cabe aos militares fazer essa interpretação. Pois um equívoco por parte de quem tem as armas na mão pode trazer uma nova tragédia à democracia brasileira. Há quem ache uma ingenuidade essa ponderação, diante da evidência histórica de que a força do direito pouco pode fazer diante do direito da força.

Mas, nesse caso, ao menos ficaria exposta a ilegalidade e o embuste. Portanto, cabe à OAB, ABI, CNBB e outras entidades da sociedade civil que lutaram pelo Estado Democrático de Direito, segundo os críticos, impetrar no STF o pedido de aclaramento público e definitivo do polêmico artigo, fechando brechas à ambiguidade.

É verdade que a sociedade brasileira, em sua expressão esmagadora, está indignada diante do descalabro ético que se acumulou ao longo de décadas no aparelho de estado brasileiro (inclusive antes e durante a ditadura, como confessou a Odebrecht e asseverou, em artigo, o empresário Ricardo Semler, ao se referir à Petrobras). Alguém se lembra dos casos Capemi, Coroa Brastel, Brasilinvest, Paulipetro, grupo Delfin, projeto Jari? É mito dizer que não havia corrupção durante a ditadura. Ela continuou nos governos democráticos e alcança sua máxima degradação após a destituição de Dilma Rousseff e a ascensão de uma “quadrilha” ao poder, segundo os autos da acusação.

Fonte: Eliomar de Lima


Lava Jato amplia cerco a Lula com mais 6 apurações


A Operação Lava Jato e seus desdobramentos ampliam o cerco ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dificultam ainda mais seu plano de disputar um terceiro mandato na eleição de 2018. Condenado pelo juiz Sérgio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão no caso triplex do Guarujá, réu em seis ações penais e denunciado em outros dois casos, o petista agora é alvo de seis procedimentos de investigação criminal abertos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Curitiba, São Paulo e Brasília.

As novas apurações podem resultar em processos na Justiça por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e obstrução a investigações. Com as investigações em curso e os processos na Justiça contra o ex-presidente, partidos de esquerda já traçam caminhos alternativos à disputa presidencial. Caso o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, confirme a sentença de Moro, de julho, o petista pode até ficar inelegível.

O principal ponto de partida das novas investigações são os acordos de colaboração dos executivos da Odebrecht, homologados pelo Supremo Tribunal Federal em janeiro deste ano. As informações colhidas pela força-tarefa da Lava Jato e documentos entregues pelos delatores geraram frentes de apurações em três estados.

Com informações O Estado de São Paulo


Estado de irresponsáveis - Ceará é o estado do Nordeste com mais indenizações no DPVAT por invalidez permanente



Ceará foi o estado da região Nordeste com mais indenizações no DPVAT pagas por invalidez permanente no mês de agosto. Conforme boletim estatístico da Seguradora Líder, responsável pela administração do seguro, foram 2.627 indenizações pagas. O número é 24,92% maior que o registro em agosto de 2016 no Ceará, quando foram contabilizados 2.103 pagamentos. Conforme a seguradora, 27% de todas as indenizações por invalidez pagas em agosto no Nordeste foram para o estado do Ceará.

Nos casos de mortes no trânsito, o Ceará foi o segundo estado nordestino com mais indenizações pagas. Foram 257 pagamentos no mês de agosto. Bahia lidera a lista com 343 pagamentos por morte no trânsito. Pernambuco teve 210. Com relação ao pagamento do seguro por despesas médicas em decorrência de acidentes, o Ceará registrou 249 indenizações. O estado com mais registro foi a Bahia, com 348 pagamentos.

O.B.S - A manchete é nossa


Setembro de 2017 - Por: Emerson Monteiro

Nas parecenças deste chão comum, ouço bem cedo, na distância, o tocar dos sinos e o marulhar das águas que passam. Quanto aprendizado todo dia. As quebradas de cara. Os ditadores da inconsciência que sacodem as velhas ameaças de bomba. Bravatas de ambos os lados na insensatez das gerações. Sofrer de quê, dos males da ausência de luz nos vendavais das vaidades. No entanto, sim, no entanto o quê? Justificar a insatisfação dos momentos na busca das harmonias deste mundo farto do isolamento das outras estrelas e outros planetas longínquos, poetas, profetas, cientistas, santos, vadios, saudosos, abandonados...

Qual querer doutras horas de instantes de menos culpa nas dores dos partos e nos lamentos. Enquanto isso, pássaros voam, fazem ninhos, cantam nas madrugadas; falam do Universo à casa das criaturas humanas. Acordes e sons desesperados; só os olhares aflitos quanto ao que virá depois, depois de quê? Sombras que passam. Desencontros de sentimentos em fúria. Pensamentos. Nuvens de flores. Ah, quanta reivindicação ao poder da infinita vontade.

Deu no saco as histórias surradas das novelas e dos cruzamentos do inesperado com o ausente. Muitas foram as festas, os tronos e reinados diluídos no tempo. Marcas e cicatrizes espalhadas na pele deste solo de tão pouca responsabilidade no uso dos bens da Natureza. Nisso, mudam o clima, as marés, as migrações das aves aos polos. Formigas impacientes carregam as folhas partidas sem saber nem mais a que vão. Trabalho a quê, à sobrevivência de quê? De quem?

Uma série dessas interrogações invade, pois, o teto das angústias dos animais que vagam ali no pasto. Acham que um dia chegarão a algum lugar. Mas seguem assim à força de continuar. Salivam discursos e mordem a carne das línguas. Riem a bandeiras despregadas, vistas turvas e sal debaixo das pálpebras. Vão que vamos todos ao lugar de um dia regressar, mecanismo das inexistências nacionais. Nisso, colher a semente boa de plantar esses dias de setembro de algum dos séculos que esfacelam o presente nas muralhas do futuro.

Sob a forma de governo monárquica o Brasil foi a 4ª maior economia do mundo

(Ao lado, fábrica brasileira em 1880)          
            Durante a primeira metade do século XIX, o Estado imperial investiu pesadamente na melhoria das estradas terrestres e detinha por sua vez, um memorável sistema de portos que possibilitava uma melhor troca comercial e comunicação entre as regiões do país.
            A economia do Brasil era extremamente diversificada no período pós-Independência, mas foi necessário um grande esforço por parte do governo monárquico para realizar a transmutação de sistema econômico puramente escravocrata e colonial para uma economia moderna e capitalista.
Contudo, a monarquia fora capaz de manter até o fim de sua existência o extremamente notável crescimento econômico iniciado com a vinda do então príncipe-regente dom João ao Brasil. Isto foi possível, em parte, graças ao liberalismo adotado pelo regime monárquico, que favorecia a iniciativa privada. Para um país carente de capitais, seria necessário investir o tanto quanto possível nas exportações, buscando alcançar uma balança superavitária. Contudo, tal feito fora complicado pela completa falta de produtos manufaturados no país, que resultou num aumento considerável das importações, criando um déficit contínuo.
            A maior parte das importações eram tecidos, vinhos, sabões, comestíveis, perfumarias, dentre outros. Até a década de 1850, itens como carvão, maquinaria, cimento, ferro, ferramentas e artigos de ferro representavam 11% das importações brasileiras em relação à Grã-Bretanha.  
Mas o processo de industrialização constante do Brasil faria com que este percentual alcançasse 28% em 1889.
O Brasil, ao tornar-se independente em 1822, possuía uma economia voltada para a exportação de matérias-primas (exceto o açúcar que era um derivado industrial já transformado da gramínea da cana). O mercado interno era pequeno, devido à falta de créditos e a quase completa subsistência das cidades, vilas e fazendas do país que se dedicavam à produção de alimentos e a criação de animais.
            Com o passar das décadas em que surgiram novas tecnologias e com o aumento da produtividade interna, as exportações aumentariam consideravelmente, possibilitando alcançar o tão almejado equilíbrio na balança comercial.
            Durante a década de 1820, o açúcar equivalia à cerca de 30%, o algodão 21%, o café 18% e couros e peles 14% do total das exportações, sendo Pernambuco o centro das produções açucareira e algodoeira.
            Apenas vinte anos depois, o café alcançaria 42%, enquanto o açúcar 27%, os couros e peles 9% e o algodão 8% do total das exportações.
Entretanto, isto não significou uma diminuição na produção desses produtos, pelo contrário, mas “refletia uma diferença no crescimento relativo desses setores”.
            Neste período de apenas vinte anos, as “exportações brasileiras dobraram em volume e triplicaram em valor nominal”, enquanto seu valor em libras esterlinas aumentou em 40%.
            Alguns números: PIB Rs 500.000.000.000 (1889), Inflação (IPC) 1% (1822-1889), força de trabalho por ocupação, agricultura, silvicultura, e pesca (80%), manufaturarão, mineração, transporte, e artesanato (7%) e serviços (13%).
 Principais indústrias: Aço, Indústria química, cultural, alimentícia, de bens de consumo, madeireira, mineradora, bélica.
            Exportações Rs 212.592.000,000 (1888), Produtos exportados: café, 61,5%; açúcar, 9,9%; borracha, 8,0%, couros e peles, 3,2%; algodão, 4,2%; outros, 13,2% (1881-1890), Importações Rs 206.099.000,000 (1888).
 Produtos importados: carvão, máquinas, cimento, ferro, utensílios de ferro, tecidos, vinho, sabão, alimentos, perfumes (1850), como podem ver não à números tipo ‘’era sim a quarta economia’’ mas sim comparações, compare os números e tire suas próprias conclusões.

(Fonte: jornal Brasil Imperial)