17 setembro 2017

Carta ao Leitor: Biografia de cifrões

A foto dos 51 milhões de reais de Geddel permanecerá firme no imaginário nacional sobre os deslimites da corrupção.
 Dinheirama - O edifício do apartamento-cofre virou ponto de selfies entre os moradores da vizinhança (Policia Federal//)

A crônica dos escândalos nacionais habituou o brasileiro à imagem de dinheiro vivo em mochilas, cuecas, calcinhas, malas — mas nada preparou o país para a fotografia dos 51 milhões de reais, guardados em um apartamento-cofre, que levaram o ex-ministro Geddel Vieira Lima de volta à prisão. É possível que, amanhã ou depois, apareça uma imagem ainda mais superlativa para ilustrar os desvãos da roubalheira, mas, até que isso aconteça, a foto dos 51 milhões de reais de Geddel permanecerá firme no imaginário nacional sobre os deslimites da corrupção.
Desde o primeiro instante em que a Polícia Federal divulgou a dinheirama, VEJA interessou-se por conhecer a biografia daqueles cifrões. De início, diante de tanto dinheiro, duas conclusões quase unânimes se produziram: aquilo não poderia ser obra de um único ladrão, muito menos saldo de roubo recente. Com certeza, haveria dezenas de envolvidos em crimes diversos e a dinheirama toda seria produto de alguns anos de militância criminal.
VEJA destacou o repórter Ullisses Campbell para seguir o rastro do dinheiro em Salvador. Seu trabalho constatou que nenhuma das duas conclusões, que pareciam tão óbvias, corresponde inteiramente à realidade: tudo indica que o dinheiro todo era mesmo coisa de Geddel e asseclas, e não de quadrilhas diferentes, e a polícia estima que a soma tenha sido acumulada ao longo de apenas um ano. Só não se sabe, ainda, se o dinheiro vinha sendo roubado havia um ano ou se estava apenas sendo transferido para o apartamento em Salvador nos últimos doze meses.
A apuração de Campbell mostra que, como suspeita a polícia, o apartamento fazia as vezes de um “banco clandestino”. O repórter entrevistou quinze pessoas — entre vizinhos, entregadores e policiais — para reconstituir parte da história. Conta ele: “Diversos moradores do prédio estavam assustados com o risco que acreditavam haver corrido por terem dormido ao lado daquela fortuna”. Agora, estão aliviados. O prédio, aliás, virou ponto de selfies entre os moradores da vizinhança.

Publicado em VEJA de 20 de setembro de 2017, edição nº 2548


Em meio aos caos político, econômico e social, o Estado de Minas Gerais dá apoio à restauração da monarquia

O Estado de Minas Gerais se tornou, no dia 10 de agosto último, o primeiro a dar seu apoio oficial, por meio de sua Assembleia Legislativa, à realização de um referendo pela restauração da Monarquia Constitucional no Brasil, conforme proposto pela Sugestão Legislativa nº 18 de 2017, atualmente tramitando na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal.
A iniciativa partiu do Deputado Carlos Pimenta, Presidente da Comissão de Saúde da ALMG, que, em fins do mês de julho, enviou ao Presidente da Casa, Deputado Adalclever Lopes, um requerimento para que a ALMG passasse uma moção de apoio à Sugestão Legislativa, aprovada em plenário no dia 5 de agosto. O Presidente da ALMG, então, enviou o Ofício nº 1553/2017 ao Presidente do Senado, Eunício de Oliveira, à Presidente da CDH, Senadora Regina Sousa, e ao Senador Sérgio Petecão, que fora nomeado relator da Sugestão Legislativa, mas que, desde então, já abriu mão da relatoria, estando a Sugestão no aguardo de um novo relator.
A Sugestão Legislativa, iniciada por um brasileiro patriota e monarquista, já conta com mais de 30 mil apoios espontâneos no site do Senado. Mas é preciso que os monarquistas continuem votando SIM, e que peçam aos seus familiares, amigos e colegas para que façam o mesmo, difundindo o ideal monárquico entre os brasileiros de norte a sul do nosso País. Também é imprescindível que os signatários entrem em contato com os Senadores representantes de seus estados, assim como os Deputados Federais e partidos, fazendo pressão na Comissão que analisará o pedido. E, agora, cabe a nós, monarquistas, a tarefa de entrar em contato com nossos Deputados Estaduais e cobrar que as Assembleias Legislativas dos nossos estados sigam o exemplo patriótico do povo mineiro.
O sucesso da nossa caminhada, que culminará na restauração do regime monárquico em nosso País, depende do trabalho incansável e livre de interesses particulares de cada monarquista. A Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil, em nome da Família Imperial Brasileira, agradece o apoio que já foi dado e continua contando com a ajuda de todos para restaurar o nosso Brasil, uma Nação mais próspera e justa para todos os brasileiros.
Para votar Vote SIM na Sugestão Legislativa número de 18 de 2017 entre no link abaixo:
http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria…

Confira também toda a documentação relacionada ao apoio do Estado de Minas Gerais à Causa Monárquica.


Postagem original: facebook PRO MONARQUIA