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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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03 setembro 2017

Riquezas da Igreja Católica -- 3 de setembro – Dia de São Gregório Magno, Papa – por José Luís Lira (*)



Hoje é dia de São Gregório, Magno, Papa. A biografia deste santo guarda uma peculiaridade muito grande para com a devoção às sagradas relíquias deixadas por Santos, Beatos e Servos de Deus.  Confira abaixo.

Tão logo li o livro sobre as relíquias dos santos de Ario Borges Nunes Junior, preparei o texto abaixo que foi reproduzido em blogs, faces, até em correspondências de postulações, com a mesma formatação que dei, sem citar fontes do texto, mas, não me incomodei. O importante é que todos conheçam este fato que está retratado numa tela acima da tumba do santo, na Basílica de São Pedro, cuja foto reproduzimos:
Para quem acha que as Relíquias Ex-Brandea não são Relíquias ("Brandea" são tecidos tocados nos corpos, ossos ou túmulos dos santos), aqui vai uma história que poderá fazê-lo mudar de ideia:
“São Gregório Magno havia recebido da corte imperial de Constantinopla o pedido de relíquias dos santos mártires de Roma. O pontífice mandou, então, entregar vários tipos de “Brandea” depostos sobre os túmulos dos mártires.
Em Constantinopla, ficaram desiludidos. Foram então mandados para Roma alguns embaixadores para levar os Brandea de volta e pedir relíquias, ou seja, ‘ossos de mártires’, e não panos. O santo pontífice convidou os embaixadores a participar na manhã seguinte da celebração eucarística que ele realizaria. Ao fim da Santa Missa, São Gregório tomou um dos Brandea retornados de Constantinopla, com um alfinete picou o tecido e dele brotou sangue, para pasmo dos presentes”.
Esta tela se encontra, atualmente, na capela dedicada a São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja, na Basílica de São Pedro.

(Baseado no livro de Ario Borges Nunes Junior, "Relíquia: o destino do corpo na tradição cristã", publicado pela Editora Paulus, São Paulo: 2013, página 54).

(*) José Luís Lira é advogado e jornalista profissional.Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Nacional de Lomas de Zamora (Argentina). Pós Doutor pela Universidade de Messina (Itália). Historiador, Memorialista e líder católico. Escritor,já escreveu e publicou 17 livros. É professor do Curso de Direito da Universidade do Vale do Acaraú. Pertence a cerca  20 Academias e instituições culturais brasileiras. Foi, recentemente, agraciado com a comenda da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém, no grau de Cavaleiro.

Tiririca, Doutor Honoris Causa -- por Armando Lopes Rafael

Nota explicativa:
Este artigo foi escrito e publicado em 2011, há exatos seis anos. Mas, depois que a URCA requentou esta semana  um título de "Doutor Honoris Causa" concedido a Lula  (logo após a eleição deste  para Presidente da República em 2002, e não antes da eleição como a URCA erroneamente informou), título concedido, mas  que de 2002 e até 2016 --  no auge da fama -- o agora indiciado em corrupção pela Lava Jato  nunca veio receber. Portanto,  o texto abaixo, publicado em 2011,  está mais atual do nunca. Por isso resolvei reeditá-lo. A conferir.

Tiririca também merece ser Doutor Honoris Causa

    "Foi sob protestos de um grupo de cerca de 100 estudantes, ligados ao Diretório Central da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, no último dia 20, o título de Doutor Honoris Causa daquela instituição. Turminha ingrata!
    Foi a a sexta condecoração desse gênero recebida pelo ex-presidente. As outras foram concedidas pelas Universidades de Coimbra, em Portugal, Federal de Viçosa (UFV), de Pernambuco (UPE), Federal de Pernambuco (UFPE) e Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
    Durante a solenidade, um grupo de estudantes chegou ao prédio da reitoria da instituição para cobrar, entre outras melhorias, o aumento para 10% do Produto Interno Bruto (PIB) o montante a ser obrigatoriamente investido em educação no País. Como não havia espaço no salão onde ocorria o evento, os estudantes tiveram de ficar do lado de fora – de onde gritaram palavras de ordem – até que o discurso do ex-presidente, que durou 30 minutos (sempre a mediocridade de sempre), fosse concluído.
     Depois, os manifestantes conseguiram entrar no salão, onde acompanharam o fim das homenagens a Lula e voltaram a gritar palavras de ordem.

     Agora será que Lula merece mesmo o título de Doutor Honoris Causa?
     Para mim isso é matéria de pouca importância. Se o Conselho Universitário,  que deu o título, acha que ele merece, então protestar para quê? Uma instituição será sempre o reflexo dos seus atos.
Mas, vá l:  Lula é, no mínimo, incoerente. Como alguém que se orgulha de não ter educação formal pode ser Doutor Honoris Causa?
      Como se pode laurear uma pessoa que apoiou ditaduras que violaram os direitos humanos? Lula chamou Kadafi de “meu irmão e meu líder”; viabilizou  financeiramente (usando dinheiro do BNDES) a ditadura da dinastia da família Castro em Cuba, a ditadura mais antiga e a mais sanguinária do mundo.
      Deu apoio a ditadura do Irã, que mata mulheres com apedrejamento. Apoiou presidentes do naipe de Hugo Chávez, Nicolás Madura e Evo Morales. Aliás, deste último -- o "cocaleiro" -- dizem que Lula se pelava de medo. A invasão das refinarias brasileiras na Bolívia estão aí para provar...
     Todos sabem que não concordo com muita coisa feita no governo de Lula, durante oito anos. Ele fez vista grossa para a corrupção que se alastrou na sua administração. Mentiu dizendo que não sabia de nada na roubalheira do “Mensalão”. Desmascarado, tudo fez para que as falcatruas do “Mensalão” não fossem apuradas. Pior: não só manteve muitos desses corruptos durante toda a sua administração, como ainda patrocinou-os a permanecerem no governo de dona Dilma. Mentiu para enganar os incautos. Disse que tinha pago a dívida externa. Na verdade, ela foi triplicada no governo Lula. Disse que o Brasil tornara-se autossuficiente na produção de petróleo. Hoje importamos mais do que em governos passados.
    Mas vá lá. Querem dar honraria a Lula? Podem dar.
   Enfim, seriam tantos fatos negativos do governo do “Cara” a comentar...
   No entanto, estão cometendo injustiça com outras pessoas que também merecem ser Doutor Honoris Causa. Uma delas é o deputado federal Tiririca. Ele teve a maior votação que um deputado federal já obteve no Brasil. Ele também não tem educação formal. É nordestino. Tem gente que não se conforma em ver nordestino de pouco estudo galgar cargos importantes que exigem preparo para o exercício, não é mesmo "Doutor Lula"?
    São uns preconceituosos. Ou invejosos mesmos! Tiririca também não sabe falar inglês, nem francês. Só arranha (e mal) o português. Diz “menas” ao invés de menos. Trabalhou em profissões humildes, antes de viver na mordomia da classe política. Era palhaço. Hoje é deputado por São Paulo, um estado que tem o PIB maior do que o da Argentina. Merece ser doutor.
      Corrijamos a injustiça. Atenção universidades públicas: Tiririca Doutor Honoris Causa já!
      Ele merece..."

Independência do Brasil -- por Rui Pinheiro Silva (*)


Daqui a poucos dias, estará transcorrendo o 195º aniversário da Independência do Brasil, acontecimento que marcou a ruptura política do Brasil e Portugal, em 7 de setembro de 1822. Na tarde daquele dia, um jovem de 23 anos, D. Pedro, príncipe regente e futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, cavalgava de Santos (SP) para o Rio de Janeiro, sob a proteção de uma pequena escolta. Estivera naquela cidade visitando as irmãs Domitila e Benedita, pelas quais andava apaixonado, quando recebeu mensagem urgente da Corte, enviada por José Bonifácio. Eram documentos explosivos, oriundos de Lisboa, que o destituíam de suas funções e determinavam seu imediato regresso à Portugal.

Em carta anexa, a princesa Leopoldina o aconselhava a ser cauteloso, porém, José Bonifácio era decisivo: "Senhor, chegou a hora de separar o Brasil de Portugal. Faça-se seu imperador ou rei". E assim, D. Pedro, tremendo de raiva, amarrotou e jogou no chão aqueles papéis e num surto de indignação, afirmou: "Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal". Ouvindo aquelas palavras, a comitiva respondeu: "Viva a Liberdade! Viva o Brasil! Viva D. Pedro!" Essa é a versão do padre Belchior, da comitiva, na qual não aparece o brado: "Independência ou Morte". Esse grito só aparece no relato do tenente Canto e Melo, ajudante-de-ordens de D. Pedro, registrado bem mais tarde: "Após D. Pedro ter lido a correspondência, e após breve reflexão, bradou: É tempo! Independência ou Morte! Estamos separados de Portugal"!. 

Há também a versão do coronel Marcondes, comandante da guarda- de-honra do príncipe, semelhante às anteriores, porém mais enfática: "Amigos, as cortes portuguesas querem mesmo escravizar-nos. De hoje em diante, nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais". E arrancando do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa, atira-o ao chão, dizendo: "Laço fora, soldados! Viva a Independência e a liberdade do Brasil"! Em seguida, desembainhou a espada, sendo acompanhado pelos militares da cavalaria, que, desde então, tomou o nome de "Dragões da Independência".
(*) Rui Pinheiro Silva, Coronel reformado do Exército

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