xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/07/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 julho 2017

Para Você Refletir ! - Por Maria Otilia

Estamos vivendo a era do caos na política brasileira .E ainda mais estarrecedor é vivenciar o nosso Judiciário perdendo a sua credibilidade, quando na verdade, este órgão máximo da justiça, deveria defender a Constituição Federal, enveredar por outros caminhos. E a cada dia, a mídia vem mostrando que a postura deste órgão é de estar se contaminando dentro deste "mar de lama" que se tornou o executivo e legislativo brasileiro.É lamentável o nível em que se encontra nossos órgãos supremos, que deles deveriam demandar orientações e diretrizes de uma forma democrática  para uma efetivação da cidadania plena de todo brasileiro.  E no momento em que uma instituição como o STF  perde o controle de sua gestao, o país entra em colapso. Como diz o adovogado Jorge André Irion, no momento em que a justiça  morre, as leis ficam órfãs e perdem suas principais características que são a abstração e a generalidade. A partir daí, elas já não terão mais o condão de obrigar toda a população à qual são dirigidas. E neste momento, não há outro caminho que não o da DESOBEDIÊNCIA CIVIL. 
Para que façamos uma boa reflexão , posto abaixo uma  bela fábula. Boa Leitura.
                       Inocente ou culpado?
                      Ele se livrou da armação

Conta uma lenda, que na Idade Média, um religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um bode expiatório, para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência. Disse o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever em um papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você pegará um dos papéis e aquele que você escolher será o seu veredicto.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis com a palavra CULPADO, fazendo assim, com que não houvesse alternativa para o homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem, pressentindo a armação, fingiu se concentrar por alguns segundos a fim de fazer a escolha certa, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e engoliu. Os presentes reagiram surpresos e indignados com tal atitude. E o homem, mais uma vez demonstrando confiança, disse:
- Agora basta olhar o papel que se encontra sobre a mesa e saberemos que engoli aquele em que estava escrito o contrário.
Autor desconhecido

A certeza mais certa - Por: Emerson Monteiro

Razão essencial da vontade extrema, a fé demonstra o quanto de real importa durante todo tempo na existência das pessoas. Foco das ações definitivas, exige extrema convicção, numa entrega incondicional. À época da Roma dos césares, iam cantando aos circos, em busca do sacrifício, todos aqueles primeiros cristãos, sem titubear, sem tergiversar. Doavam de bom grado o bem maior de existir à sanha perversa dos gladiadores, às feras, às fogueiras, aos precipícios, quais cientes e tranquilos da absoluta justiça que lhes fazia meros instrumentos de esperança e salvação na Eternidade maior. Movidos pela amplidão do Infinito, deixavam que imolassem corpos, destruíssem famílias, histórias, firmes tão só no único propósito das palavras de Jesus, cientes da Verdade plena do amor de Deus.

Nisso, a pergunta principal de saber aonde revelar em Si tamanha realidade que supera todas as verdades menores deste mundo febril. De que elevação interior desvendar o horizonte do ser da nitidez desse propósito e enxergar sem dúvidas a humildade, o abandono do possível no impossível; depositar nas mãos invisíveis o princípio da sobrevivência material, animal, existencial. Resgar o véu das sombras que envolvem o mistério e aceitar de pronto a palavra do Mestre divino de um Reino fora deste mundo, noutros ondes distantes, ou próximos. Isso num ato de renúncia definitiva à certeza do Eterno, já agora perante as contradições que penitenciam e dominam a terra dos homens...

As religiões e os seus arautos propagam benesses do quanto dizem os livros santos, porém há que nascer de certo, dentro das criaturas, o furor das atitudes, a prática fiel do Bem, que permitam sentir, no íntimo da firmeza de andar por conta própria através dos caminhos solitários da alma. Dizem ser no coração em que isto acontece, essa alquimia da palavra em realização espiritual, e que apenas a gente pode só dispor da liberdade que decidirá abrir de vez o indivíduo à conversão inabalável. Restam , pois, as notícias dos que aceitaram, assim, triunfaram no sonhar das maravilhas em forma de conquista tão sublime e venturosa.

Rei Davi - Por: Emerson Monteiro

Davi, filho de Jessé, de Belém de Judá, era um pastor de ovelhas. Recém saído da adolescência, cuidava dos rebanhos enquanto outros filhos integravam o exército de Israel, mobilizado em luta contra os filisteus.

Instado pelo genitor, certo dia precisou ir à frente de combate levando suprimentos para os irmãos, acantonados numa das encostas do Vale de Elá sob o comando de Saul, rei dos judeus.

Ao se aproximar das tropas, Davi presenciou, no lado filisteu, cena que lhe causaria profundo espanto: Guerreiro inimigo, homenzarrão de avançada estatura, em torno de dois metros e noventa centímetros de tamanho, deblaterava agressivamente num desafio aos israelitas, chamando-os a combate individual. O gigante deitava e rolava nas ameaças. Armado até os dentes, capacete, couraça e caneleiras de bronze, só a ponta da lança pesava mais de sete quilos, afirmava que quem vencesse o combate escravizaria o exército adversário. Era Golias, procedente da província de Gate, homem aparentemente invencível, deixando reféns os israelitas, nisto há mais de mês a oferecer tantas bravatas, que todos ouviam silenciosos.

Ao considerar aquilo, Davi estarreceu. Que figurão o tal gigante, a por no chão a força reconhecida e soberana do exército do Deus dos Céus?!  A avaliação lhe calou fundo pelas entranhas. O que estaria acontecendo a causar tamanha covardia nos guerreiros invictos do seu querido povo? Muitas e tantas cogitações feriram a consciência, inconsolável face ao que presenciava.  Ninguém do povo de Israel a oferecer qualquer resistência.

Nisso, de pronto, Davi resolveria defrontar o petulante algoz, levando ao conhecimento do Rei a disposição, para espanto de todos, desde os próprios irmãos, que quiseram demovê-lo do intento suicida.

Chegou a experimentar os elmos metálicos comuns à tropa, contudo nele de impossível utilização, dado o corpo franzino. Decidiu ir ao combate usando apenas as armas com que pastoreava os rebanhos, uma atiradeira e seixos de pedras de vencer leões, ursos, lobos e raposas no campo.

A primeira reação de Golias foi de surpresa e ironia, pela fragilidade do opositor. Samuel assim descreve o embate cruel: Quando o filisteu começou a vir na direção de Davi, este correu para a linha de batalha para enfrentá-lo.

Tirando uma pedra de seu alforje, arremessou-a com a atiradeira e atingiu o filisteu na testa, de tal modo que ela ficou encravada, e ele caiu, dando com o rosto no chão.

Assim Davi venceu o filisteu com uma atiradeira e uma pedra; sem espada na mão, derrubou o filisteu e o matou.

Davi correu, pôs os pés sobre ele, e, desembainhando a espada do filisteu, acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça com ela.

Naquela ocasião, nasceu o mito do Rei Davi, posteriormente sucessor de Saul e lá adiante pai do tão prestimoso Rei Salomão.


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