xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 31/05/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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31 maio 2017

A intercessão de Maria - Por: Emerson Monteiro


Noite dessas, agora no mês de maio, estivemos em Juazeiro do Norte, junto a membros do Instituto Cultural do Vale Caririense, no sentido de ministrar uma palestra a propósito de Maria de Nazaré, o que abordamos sob o ponto de vista de ser a Intercessora junto a Jesus, seu filho, na consolação aos seres humanos.

Maria, a Nossa Senhora dos católicos, que significa o espírito feminino da Mãe Natureza, presente, sobretudo, no elemento água, sem o qual inexistiria a vida no Planeta. Arquétipo, ou tipo original, reflete com sua presença o elemento básico na composição das seivas, do sangue e da maternidade. Ela é o conceito da mais pura beleza e da luz primordial no painel das energias do existir. Maria trescala o poder do Mestre Divino diante das situações de sobrevivência mais extremas, aqui sempre conosco todo tempo.

Mãe e mestra, intercede junto a Jesus no que seja o seu primeiro milagre, segundo os evangelhos, quando transformaria, nas bodas de Caná, água em vinho. Iniciava assim a devoção mariana propagada em volta do mundo. Não haveria de haver jeito de melhor interpretar o amor que tanto dedica a nós o Poder Superior através do mito da mulher em seu grau de pureza maternal quão bem substanciado nas tantas religiões, as tais que reservam panteão próprio à Senhora das Águas, colo definitivo do carinho com que contamos ao vir na carne e aqui demorar pelas experiências do crescer espiritual.

Nossa mãe original, princípio dos princípios, Maria revela o amparo divino no decorrer das aflições, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa. Denominações da força imensurável da bondade maior, traz significados de conformação e amor aos degradados filhos de Eva.

As Nossas Senhoras que zelam seus filhos amados, acalmam e confortam. Desde o início, ela está junto de nós, permitindo a continuação das gerações quais anjos de Deus, ser da Suprema glória.

Eis num rápido resumo o que dissemos naquela oportunidade aos irmãos do ICVC, em Juazeiro do Norte.

Prof. José Newton Alves de Sousa completa 95 anos -- Por Armando Lopes Rafael

Prof. José Newton Alves de Sousa e sua esposa Maria Ruth

   No próximo dia 5 de junho, o Prof. José Newton Alves de Sousa chega aos 95 anos de idade. Na galeria dos cratenses ilustres ele figura com destaque, graças as suas ações de mestre renomado, chefe-de-família exemplar, cidadão digno, pessoa dotada de vasta cultura e, principalmente, sua postura de católico autêntico. No início deste século, ou seja, no ano 2000, o nome do Prof. José Newton chegou a ser lembrado entre os candidatos ao título de “Cearense do Século”, pleito ao final vencido pelo Padre Cícero Romão Batista.  A bem dizer, a longa existência do Prof. José Newton Alves de Sousa se constitui, para quem o conhece, numa bela lição de vida. Lição que deveria ser divulgada especialmente nestes tempos atuais. Escusado é dizer que vivemos tempos medíocres e calamitosos, cujos reflexos trouxeram e continuam a trazer imensos prejuízos para a perplexa população deste nosso querido e infelicitado Brasil.
   Certamente as novas gerações de cratenses desconhecem quem é o professor José Newton Alves de Sousa. Permitam-me, pois, um rápido retrospecto sobre a caminhada dele. Nascido em Crato, em 5 de junho de 1922, José Newton Alves de Sousa veio ao mundo no seio de uma família modesta, mas profundamente imbuída dos princípios da fé Católica. Àquela época, outros eram os tempos. Outras eram as pessoas.
     Depois dos primeiros estudos feitos na sua cidade natal, o jovem José Newton Alves de Sousa conseguiu – superando, provavelmente, previsíveis dificuldades – a graduação em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia de Salvador, na Bahia. Dr. José Newton foi um fundador de escolas. Como exemplos poderíamos citar o Ginásio Pio XII, em Salvador na Bahia e o Colégio São João Bosco, na cidade de Crato. Partiu dele, também, a ideia da criação do Ginásio Prof. Bezerra de Brito, da Ponta da Serra, na época que ele ocupava o cargo de Secretário de Educação do município de Crato.
     Fundada a Faculdade de Filosofia do Crato, em 1959, o Prof. José Newton foi seu primeiro diretor. Lá, por mais de uma década, deu o melhor de si, levando aquela instituição de ensino superior a destacar-se na história da educação no interior do Ceará. A Faculdade de Filosofia de Crato foi o embrião da atual Universidade Regional do Cariri–URCA. Aliás, a sigla URCA foi criação do Prof. José Newton.
      Lembro-me de um fato da minha adolescência. Eram os primeiros anos da década 60, quando fui, certa tarde, à residência do Prof. José Newton a fim de cumprimentá-lo por ele ter sido agraciado – pelo Papa de então – com o título honorífico de Comendador da Ordem Equestre de São Silvestre Papa. Modesto – humilde mesmo – o professor José Newton Alves de Sousa nunca deu publicidade daquela honraria que lhe fora concedida pelo Vaticano, por indicação do terceiro bispo de Crato, Dom Vicente de Paulo Araújo Matos.  Outras honrarias certamente ele recebeu posteriormente. Talvez foram guardadas na gaveta do esquecimento. É o seu estilo de vida!
      Ao lado de suas profícuas atividades pedagógicas, o professor José Newton manteve extensa agenda intelectual. Desde a juventude foi reconhecido como um dos bons poetas da sua geração. Foi também jornalista e escreveu diversos livros. Talentoso, e com vasta produção cultural, deve-se também a ele a criação da revista “Hihyté”, a qual – por muitos anos – publicou a produção acadêmica e as pesquisas de docentes da Faculdade de Filosofia de Crato.
     Na sua longa existência, o professor José Newton não foi apenas fundador de escolas, colégios e faculdades. Da sua bagagem de publicações – entre densos livros e breves monografias, contabilizam-se cerca de cem obras. Dr. José Newton é sócio do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia, do Instituto do Ceará e do Instituto Cultural do Cariri, mercê o valor de seus escritos, com destaque para a produção de artigos e crônicas, publicadas em revistas e jornais, além de muitos opúsculos e plaquetes de sua autoria. Foi por sua iniciativa que surgiu a Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris, em Salvador da Bahia.
         Para mim, no entanto, o lado mais fascinante da personalidade do Dr. José Newton Alves de Sousa é a sua postura e coerência de um verdadeiro Católico, Apostólico, plenamente Romano. Ele e sua esposa, Maria Ruth, já falecida (Ela foi o único e grande amor da sua vida) formavam um casal exemplar, no que diz respeito às exigências e testemunhos de uma família autenticamente cristã.
           Pelos frutos se conhecem as árvores, disse Nosso Senhor Jesus Cristo!
           Neste sábado, 3 de junho de 2017 (com dois dias de antecedência), os filhos, genros, noras, netos e bisnetos do professor José Newton Alves de Sousa celebrarão os 95 anos de sua exemplar vida. Será tudo muito simples. Constará apenas da celebração de uma Santa Missa, seguida do lançamento de um livro da lavra do ilustre aniversariante e de sua amada esposa. Título da Obra: “Uma História de Amor e Fé: José Newton e Maria Ruth”.
           Antes de aceitar essa comemoração o Prof. José Newton fez apenas uma exigência: que os convidados não trouxessem nenhum presente para o aniversariante. Quem quiser poderá adquirir o livro por 50 reais. E toda a renda da venda do livro será revertida em benefício das Obras Sociais da Beata Irmã Dulce dos Pobres...
           O estilo é o homem!
José Newton & Maria Ruth

Texto de Armando Lopes Rafael

É o povo ou a massa? -- Por Dom Fernando Arêas Rifan (*)


      
       Estamos no tempo de manifestações populares, a voz das ruas, pedindo tal ou tal coisa: a voz do povo! E cita-se o provérbio: “Vox populi, vox Dei”, “A voz do povo é a voz de Deus”. Será mesmo?
        Nem sempre. Se fosse realmente o povo... Por isso há que se fazer a distinção entre povo e massa.
       Como assim? Qual a diferença? O povo raciocina, a massa não. O povo caminha, a massa é conduzida. O povo segue racionalmente, a massa é manipulada cegamente. O povo percebe os embustes, a massa é alvo fácil de quaisquer demagogos e propagandistas. “O povo vive, a massa é inerte e não se move se não do exterior, fácil joguete nas mãos de quem quer que lhe explore os instintos e as impressões, pronta a seguir, alternadamente, hoje esta bandeira e amanhã aquela” (Pio XII).
        Por isso, nem sempre é exato dizer: o povo quer isso, o povo pede tal coisa, o povo está gritando, quebrando tudo, cheio de indignação. Será mesmo o povo? Ou a massa?
        Na Paixão de Jesus, temos um exemplo gritante e intrigante: a mudança repentina do “povo” que pediu a morte de Jesus, depois de tê-lo aclamado rei no Domingo de Ramos. Como pode ocorrer uma mudança assim em cinco dias? Gritaram “Hosana ao Filho de Davi!” no Domingo e “Crucifica-o!” na sexta-feira seguinte?! Será que foi o mesmo “povo” ou foi outro? Ou o povo se transformou em massa?! Ou houve alguma mudança que transformou sua mentalidade e comportamento? Ou foi a massa, manobrada?
        Na verdade, não foi o verdadeiro povo que preferiu o bandido Barrabás a Jesus e pediu a sua morte. Foi a massa, manobrada pela aristocracia do templo, à qual se juntaram, para pressionar, os partidários de Barrabás, enquanto os seguidores de Jesus, o povo simples e bom,  permaneceram escondidos de medo. Portanto, a vox populi realmente não foi válida, porque não correspondeu à realidade de “voz do povo” (cf. Bento XVI, Jesus de Nazaré II). Assim, o povo aclamou espontaneamente Jesus no domingo de Ramos. A massa, manipulada, pediu sua morte cinco dias depois. E, como sempre acontece, os maus e os manobreiros são muito mais espertos e sagazes do que os bons.
        Na atual democracia, é o povo realmente que elege seus representantes, ou é a massa comprada por propinas e promessas, manipulada pela propaganda e condicionada a pensar o que lhe impingem?! Não sem razão os marqueteiros hoje são os mais importantes em uma eleição. Por isso, nem sempre é o melhor que vence, mas o que soube conduzir bem a massa impressionada. Quantos eleitos, não o foram pelo povo, mas pela propina e manipulação.
        Sejamos nós o povo de Deus, racional e consciente, e não a massa manobrável por pressões, sentimentos e propaganda, fácil presa das emoções, do medo, dos sectários, dos formadores de opinião, da acomodação e do argumento da maioria.


(*) Dom Fernando Arêas Rifan é Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

Delegado do inquérito sobre morte de Teori Zavascki é assassinado em SC


Foi morto nesta madrugada em Florianópolis o delegado envolvido no inquérito pela Polícia federal para investigar a morte do ministro do STF, Teori Zavascki, morto em janeiro num acidente de avião em Paraty-RJ. Adriano Antonio Soares estava com outro colega, Elias Escobar quando teriam sido mortos após um desentendimento em um bar. As informações são “Zero Hora”.

O proprietário do bar também foi ferido e está internado.

Em nota, a Polícia Federal lamentou a morte dos dois delegados, mas ressaltou que Adriano não preside mais o inquérito, que corre em Brasília, mas que, sim, foi o responsável pela abertura do processo e encarregado das primeiras medidas antes do inquérito ir para o Distrito Federal. Contudo, segundo apuração do portal UOL, Adriano era sim quem comandava as investigações.

Teori Zavascki era o juiz do Supremo Tribunal Federal na relatoria da Operação Lava Jato e o principal nome nas decisões do STF que envolviam envolvidos nas investigações da Polícia Federal e tinham foro privilegiado. Ele morreu num acidente de avião quando voltava de um fim de semana em Paraty no hotel de um amigo. O filho do juiz, em mais de uma vez, declarou ter dúvidas sobre se seu pai poderia ou não ter sido morto por conta de seu trabalho com a Lava Jato.

Relembre como morreu e o que fazia Teori Zavascki

Adriano era o chefe da Polícia Federal em Angra dos Reis desde 2009 e era delegado da PF desde 1999. Junto com Adriano estava Elias Escobar, que chefiou a PF em Niterói e Volta Redonda e investigou envolvimento de policiais civis com o tráfico de drogas e ação de milícias.

Fonte: Yahoo Notícias
Via www.blogdocrato.com



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Inácio Ferreira Teles - Por: Dihelson Mendonça


Um grande homem que tentou consertar aquilo que tinha conserto.


No mundo existem muitas pessoas boas, aquelas cujo coração é puro, incapazes fazer qualquer mal a outro ser vivo. São essenciais à humanidade. Eu diria até que estão em maioria. Mas de vez em quando, parece-nos que o criador nos brinda com uma espécie diferente, quase de anjos encarnados, que pela longa prática de uma vida de retidão, dedicação, e amizade desinteressada, vão muito além, e deixam uma marca indelével na história daqueles que o cercam. Esses raros exemplos, são as pessoas extraordinárias, que vieram para trazer luz ao mundo. 

Hoje, dia 31 de maio de 2017, a cidade do Crato amanheceu mais triste e consternada: Já não está mais conosco um grande amigo do povo, um homem que dedicou a sua vida e seu profissionalismo a amenizar o sofrimento daqueles que o buscaram, porém, foi muito além do trabalho; Estou falando de Inácio Ferreira Teles, reconhecido técnico em eletrônica, que por décadas manteve a famosa TV TÉCNICA HERTZ, ali na Rua Dr. João Pessoa, ao lado da atual agência do Bradesco. 

Desde sempre, o Inácio foi considerado o maior profissional e conhecedor da sua arte no Cariri, vindo desde os primórdios da eletrônica, em que o prato do dia ainda era o conserto de rádios, passando depois às TVs, e finalmente à instalação de equipamentos de recepção via satélite e de computação. Dotado de uma inteligência extraordinária, que em si já é digna de nota, foi um ser como muito poucos, cuja bondade extrema ficará gravada nos corações de todos aqueles que o conheceram. Quantas pessoas em sua oficina entravam aflitos com seus equipamentos, e ele, tão cheio de coisas para consertar, dava sempre um jeito de arrumar um "tempinho" ( como ele dizia ), para encaixar na sua programação, e, de fato, quando menos se esperava, aparecia com os aparelhos totalmente consertados. Era um desses "workaholic", pessoas viciadas em trabalho; Trabalhava o dia inteiro, semana inteira, ano inteiro, finais de semana, feriados, dias santos, sem nunca tirar férias. Dizia sempre que "As férias ficavam para depois"... Não existia dia em que ele não usasse o seu tempo a fim de resolver os problemas dos outros, como se ele mesmo não os tivesse. 

Para lá afluíam pessoas de toda a região e Estados vizinhos, com as mais diversas prioridades, inclusive aparelhos de laboratórios e sistemas caríssimos, que sem o apoio de um técnico experiente e conhecedor local, seriam obrigados a serem transportados para os grandes centros do sul do país. Ele os consertava, e em sua grande maioria e quase sempre, nada cobrava, deixando por conta dos eternos favores, daqueles que a gente nunca paga. Era amigo como poucos e leal como ninguém. Na saúde e na doença, chegava junto sempre com uma palavra de alento e uma visão diferente de tudo, e era um excelente apaziguador de discussões.

De origem humilde, galgou os passos de uma vida muito difícil até conseguir tudo o que o seu coração desejou, principalmente a família maravilhosa que deixa; Um grande legado. Embora tivesse de tudo que de melhor se pudesse adquirir em tecnologia, era avesso a qualquer apego às coisas materiais. Dizia sempre que desta vida nada se leva, a não ser as boas recordações. E que recordações. Homem metódico e de bom gosto musical raríssimo, foi uma das pessoas que me colocou no caminho da música, sempre apoiando todos os projetos e me tinha como uma espécie de filho ou irmão, assim como o tenho na mesma conta. Custa-me neste momento, muitas lágrimas escrever essas pequenas linhas, em face do muito que Inácio Ferreira Teles representa para todos nós que o conhecemos, e para toda a família Cratense.  

Costumo dizer, e alguns hão de concordar, que nossos melhores familiares muitas vezes nem são os consanguíneos, mas aqueles a quem nós, por livre vontade da vida, os escolhemos para fazerem parte da nossa verdadeira família. Esses são indispensáveis.  

Inácio Ferreira Teles não está mais conosco fisicamente, mas pelo amor que tinha por esta terra de grande heróis, há de continuar velando por ela, tentando talvez consertar aquilo que ainda tem conserto e trazendo seu espírito de luz, consolador e generoso que carregou consigo ao longo de toda a sua jornada na terra. Vida longa e próspera, grande amigo, nós que aqui ficamos, te saudamos, agora, em sua nova jornada de novos descobrimentos e de pesquisas das ciências e do conhecimento que marcaram a sua alma tão ávida pelo saber. Que seu espírito permaneça sempre conosco, e que seu exemplo de vida e de integridade possa ser a luz que iluminará os passos daqueles que desejam se tornar vencedores, assim como você transcendeu este mundo, venceu o mundo, e agora se tornou mais um imortal. O Crato te agradece !

Por: Dihelson Mendonça

Dedicado à Maria José Teles, Eugênio, George, Karina, Vivianny, e todos os amigos desde grande homem que é Inácio Ferreira Teles.



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