xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 20/05/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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20 maio 2017

Um país inviável – Por José Roberto Guzzo

O único Brasil possível, para eles, é o Brasil que tem como única função pôr a máquina pública a serviço dos seus bolsos. O resultado está aí

Com o PMDB veio Michel Temer — mais Eliseu Padilha, Eunício Oliveira, Romero Jucá, Renan Calheiros, Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, e daí para pior. Hoje são odiados por Lula e pelo PT. Ontem eram os melhores amigos
O presidente Michel Temer, no fim das contas, não conseguiu atravessar nem mesmo a miserável pinguela que tinha pela frente para usar a faixa presidencial até o último dia oficial de seu mandato. Era o seu sonho, ou seu único objetivo real — cumprir o curtíssimo prazo que a lei lhe deu para despachar no Palácio do Planalto. Chegou até mesmo a montar um bom ministério, e não só na área econômica. Estava começando, enfim, a anotar bons resultados. Mas não deu, e nem poderia dar. Temer assumiu a Presidência da República em situação de D.O.A., como dizem os relatórios hospitalares e policiais nos Estados Unidos — dead on arrival, ou morto na chegada.

Chegou morto porque só sabe fazer política, agir e pensar para um Brasil em processo de extinção, onde presidentes da República recebem em palácio indivíduos à beira do xadrez, discutem com eles coisas que jamais deveriam ouvir e não chamam a polícia para levar ninguém preso. Desde a semana passada, com uma colossal denúncia criminal nas costas de Michel Temer, as datas oficiais da sua certidão de óbito como presidente deixaram de fazer diferença. Seu governo não existe mais. A atual oposição (até ontem governo) do PT-esquerda não existe mais; eles estão rindo, mas riem no próprio velório. Os políticos, como classe, não existem mais. Querem viver de um jeito inviável e manter de pé um país inviável. Acabaram por tornar-se incompreensíveis.

Prefeito de Juazeiro, Arnon Bezerra, inaugura neste sábado (dia 20) mais uma Praça: desta vez a Antônio Conserva Feitosa

A nova praça conta com quiosques, playground, posto de vigilância, pista de cooper para corrida, 15 palhoças e 5 mesas de xadrez, para que os moradores do bairro e  localidades circunvizinhas possam desfrutar de lazer e comodidade.

São João Bosco, um grande pedagogo, dizia que “Como é a criança será o adulto". Noutras palavras: pelo início se conhece como será o fim. Assim ocorre também com o início das administrações públicas. Neste sábado José Arnon entrega a terceira praça construída por sua administração que no próximo dia 31 completará 5 meses de existência.
Nos próximos dias ele iniciará a grande reforma da principal praça de Juazeiro, a Padre Cícero no centro da cidade. A reforma incluirá também os dois terminais de ônibus intermunicipais localizados na proximidade da mencionada praça. Por outro lado, o Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN) de Juazeiro do Norte, em busca de dar mais segurança e fluidez ao tráfego de veículos e pedestres, realiza uma série de estudos com o intuito de melhorar o trânsito do Município, cujo início de mudanças já começou.
Já em Barbalha, o prefeito Argemiro Sampaio concluiu neste fim de semana – com recursos próprios da Prefeitura de Barbalha – a  Operação Tapa Buraco (ver foto abaixo). Essa operação proporcionou um novo perfil à Terra dos Canaviais e preparou Barbalha para receber os milhares de visitantes que prestigiarão os festejos de Santo Antônio, no período de 28 de maio a 13 de junho próximo.
 Aliás, o prefeito Argemiro Sampaio mostra-se atuante em todos os setores. Até nos símbolos oficiais de Barbalha ele agiu, pois realizou uma atualização no Brasão do Município para entrar em plena concordância com a legislação. O brasão anterior não estava de acordo com a Lei Municipal nº 574, que dispõe sobre os símbolos oficiais.
Na conurbação Crajubar o único brasão que ficou em desacordo com a heráldica foi o do Crato, feito por pessoas que não eram especialistas,neste assunto,  há 64 anos, ou seja em 1953
Acima como era o brasão de Barbalha e como ficou depois da atualização

É isto. Pelo início de uma administração se conhece como será o seu o fim! Tanto em Juazeiro como em Barbalho o Projeto Zona Azul ( que disciplina o estacionamento de veículos) passou por melhorias...
O mesmo tempo tem a atual administração municipal de Crato. O que ela fez nesses cinco meses?
Postagem de Armando Lopes Rafael

Uma Festa Exemplar - por Pedro Esmeraldo

Ontem, 13 de maio de 2017. Eu e minha esposa fomos assistir os festejos comemorativos da padroeira do Pimenta, Nossa Senhora de Fátima.
Causou-nos admiração quando olhamos o estado de satisfação e o prazer com entusiasmo, quando observamos a alegria de conjuntos de valores éticos de certo teor religioso.
Acompanhamos com agrado, observando a alegria do povão que sobressaia com uma sensação admirável, devido a execução e a religiosidade do povo católico do município de Crato.
Também ficamos entusiasmados por que notamos que, apesar da expansão religiosa (dos evangélicos) devido o aumento do tamanho de qualidade que vem de interferir em nosso meio Católico, elementos alheios a doutrina católica, fundada por Cristo que pelo qual, aparecem correntes evangélicas desejando abocanhar alguns fiéis, às vezes incorrigíveis, incendiando com sérias conversas sem prumo, conduzindo o povo para o meio de seu redil.
Ultimamente, tornou-se uma constante, permanente a teimosia desses evangélicos querendo açambarcar com insistência exagerada, o aumento e a busca de novos fiéis que nos fazem entristecer porque o nosso desejo é permanecer no contexto da religiosidade permitida por cristo.
Infelizmente, há uma debandada exagerada de fiéis, indo cair em outra área de terreno que não nos satisfaz.
Com o entusiasmo do povão, notamos uma corrente de valores positivos incólume, dentro dos princípios de valores éticos que sobrepõem a nossa religião, ensinada por Cristo.
Agora, pensando bem em seguir os preceitos da igreja Católica, desejamos estar diante do nosso rebanho, observando a maneira de agir a fim de procurar elevar o espírito no caminho da religião e ao mesmo tempo, pedir a Deus que nos dê força e coragem suficientes com intuito de permanecer atentos, em meios eficientes que nos tragam a regra determinada pela exigência da Santa Madre Igreja.
Por último, queremos enviar parabéns ao vigário daquela paróquia, porque se comportou com astúcia, já que vindo de outras plagas, mostrou coragem de seguir com veracidade o caminho reto do cristianismo.
Por esse mesmo motivo, queremos alertar o vigário da Sé que seja nobre e venha portar-se com segurança para que os festejos da padroeira sigam o mesmo caminho e a mesma objetividade que é pastorear com veemência o seu rebanho.
Nessa ocasião relembramos os políticos cratenses que emitem com coragem e segurança as idéias de grandezas que haja motivação.
Por isso, lembramos do pensamento do meu pai, que foi um político autêntico e que dominou o pensamento de outros políticos por vários anos, neste município. Afirmava que se um administrador tivesse grandeza de motivação, o povo todo seria motivado e seria animado.
Portanto, ainda afirmava que se esses políticos administradores de hoje, fossem fracos e de pensamento obtuso o povo seguiria o exemplo de fraqueza e o desanimo da desigualdade de um povo que se deixa elevar pela ignomínia seguiria a maldade de certos políticos apáticos e desanimados.
É isso que está acontecendo no Crato. Políticos sem autenticidade, dinâmicos e não observadores do bom princípio ético que conduzam o homem ao bom trabalho e a esperança do porvir.
Sejamos autênticos, não podemos esmorecer, mas devemos nos elevar com o trabalho intenso, honesto que traga prosperidade e o bem estar do povo.

O vaso do Imperador

O Imperador Dom Pedro I era avesso ao protocolo que era imposto pela Corte Imperial. Nesse rígido sistema, que caía em extremo desuso, encontravam-se os servidores diretos do Soberano, nobres e pessoas próximas ao Imperador, que desempenhavam funções de criados sem receberem nada pelo serviço, meramente pela honra de servir ao Monarca. Estas pessoas ilustres e próximas ao Sua Majestade desempenhavam funções triviais, porém rígidas e extremamente específicas, como Barbeiro, Varredores, Camarista, Guarda-Roupas do Imperador, etc.
Em julho 1823, ao sofrer uma queda de seu cavalo, durante uma de suas muitas cavalgadas esportivas, o Imperador bateu violentamente suas costas em barro seco, fraturando duas costelas. Dessa forma, acometido por fortes dores, ficou restrito, até a recuperação total, em seu leito.
Conta-se que o Monarca, ignorando todo o cerimonial imposto pelo protocolo daqueles que lhes prestavam serviços, dirigiu-se ao seu médico, o Dr. Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, Cirurgião da Imperial Câmara e assistente de Sua Majestade o Imperador, pedindo-lhe um copo d'água, pois estava com muita sede. O médico foi prontamente impedido pelo servidor cuja função era o de Copo d’Água do Imperador. Após realizar um bochecho, e precisando expelir a água, o Imperador demonstrou este desejo. Sua Majestade por ninguém foi atendido, ficando todos imóveis diante da situação. Então, o Dr. Guimarães Peixoto, para não tomar função de algum ilustre amigo do Soberano, gerando possíveis rancores, debochadamente indagou em voz alta:
- E quem é o “Vaso do Imperador”!?
Diante da tragicômica cena, em que dentre tantas funções protocolares específicas não havia esta, deixando Sua Majestade desamparado em um momento de necessidade, pelo receio de um tomar a posição do outro, o Imperador e seu médico desataram a gargalhar.
O Dr. Guimarães Peixoto acompanhou a recuperação de Sua Majestade por pouco mais de um mês. E devido a sua competência, recebeu, no mesmo ano, o título de Cirurgião-Mor do Império, e, em 23 de fevereiro de 1825, o de Conselheiro de Estado. Próximo à Família Imperial, o médico participou dos partos da Imperatriz Dona Leopoldina, tendo sido por suas mãos trazido à luz o futuro Imperador Dom Pedro II, sendo, por este feito, agraciado com a Imperial Ordem de Cristo.
Talentoso médico, o Imperador Dom Pedro I financiou de seu próprio bolso sua formação acadêmica em Paris, reconhecendo a pureza de suas intenções, para onde partiu o médico em 1827. Até o fim de sua formação, em 1831, o Soberano financiou integralmente seus estudos.
Suas teses e descobertas médicas causaram sensação na Europa. Em reconhecimento, foi agraciado com a Imperial Ordem da Rosa. De volta ao Brasil, em 1833, lecionou Cirurgia na Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro e foi o primeiro Diretor e Professor de Cirurgia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo nesse ano salvado a vida do jovem Imperador Dom Pedro II. Por este feito, a Assembleia Geral lhe ofereceu uma recompensa pecuniária, que ele respeitosamente recusou.
O Conselheiro Dr. Guimarães Peixoto aceitou o título de Primeiro Médico do Imperador e da Família Imperial pela Regência. Em 1841, foi feito Oficial-Mor da Casa Imperial e, no seu último ano de vida, 1845, o Imperador Dom Pedro II o agraciou com o título de Barão de Iguaraçu. Gradualmente, as posições honoríficas e protocolares dos servidores do Soberano, já em desuso no Primeiro Reinado, foram sendo extintas, restando apenas aquelas estritamente essenciais.
(Baseado em trecho do livro "Dom Pedro I", da historiadora cearense Isabel Lustosa).

Em VEJA desta semana: Basta - 1

Delator diz que Temer pediu R$ 1 milhão em dinheiro vivo
Ex-diretor da JBS afirma que valor foi entregue em empresa cujo dono é homem de confiança do presidente. Pedido foi feito pelo próprio , em bilhete
Por Thiago Bronzatto 

O ex-diretor do frigorífico JBS Ricardo Saud afirmou, em depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que o presidente Michel Temer pediu a entrega de 1 de milhão de reais, em dinheiro vivo, numa empresa do coronel aposentado João Baptista Lima. O militar, amigo de Temer, é um dos homens de confiança do presidente.

O endereço do local, segundo o delator, foi repassado por Temer num bilhete para o executivo durante reunião ocorrida em São Paulo no auge das eleições de 2014. “O dinheiro era do PT. O PT deu para o presidente Temer para usar para campanha de vice. E assim foi feito e, não satisfeito, ainda guardou um milhão para ele no bolso”, diz Saud.De acordo com o delator, os recursos destinados a Temer faziam parte de um acerto feito entre o PT, PMDB e a JBS durante a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Naquela época, um grupo de senadores peemedebistas ameaçava apoiar o PSDB.
Por Thiago Bronzatto 
 

Em VEJA desta semana: Basta - 2

O mundo parece ter desistido do teatro do obsceno no Brasil
A mãe de todas as crises é de tirar o fôlego, mas cobertura desatualizada e preguiçosa na imprensa estrangeira reflete desinteresse pelo “filme de  sempre”

Por Vilma Gryzinski 
 De novo, de novo, de novo: personagens e desdobramentos estarrecedores mal são registrados. (BBC/Reprodução)

Para nós, pode ser a catarse final. Para os de fora, é mais do mesmo.
Sem fôlego nem interesse em acompanhar os desdobramentos que nos estarrecem minuto a minuto, os jornalistas que se dão ao trabalho de atualizar o noticiário sobre o Brasil, mesmo que com compreensível atraso, vão deixando o assunto para lá.
Principalmente quando o tom da narrativa muda e, sem tirar do foco o atual presidente, passa a incluir seus dois antecessores.
A BBC, por exemplo, esconde lá no meio que os dois indigitados “receberam 50 milhões e trinta milhões de dólares para financiar campanhas políticas, segundo o testemunho”. O glossário da crise também só foi preguiçosamente atualizado em referência ao incumbente.
Um dos maiores indicadores de boas reportagens e análises que despertam atenção é o site agregador RealClearPolitics. Nos destaques da seção Mundo, aparecem artigos sobre Rússia, política externa americana, Balcãs, Nepal e Arábia Saudita.
Lá no meio, um fraco e desanimado comentário da Foreign Policy. O título praticamente diz tudo: “De novo, escândalo de corrupção presidencial atinge Brasil”.
A mãe de todas as crises e o pai de todos os delatores são assuntos sensacionais, com a torrente de obscenidades políticas e morais despejada em ritmo calmo e assustador como um rio de lava.
O neto do presidente que foi sem nunca ter sido, a Tia, o grão-eleitor da Tia, o incumbente. E o inabalável delator, o bilionário dono do “império cárnico” , na descrição do El País, contando tudo, nos mais íntimos e indecentes detalhes. Cada um deles mereceria infinitos espaços digitais. Recebem praticamente nada.
O único que faz um esforço é, justamente, o El País. Sua última reportagem sobre o tema fala, em tom algo exasperado, sobre os novos episódios de um “Brasil que está há meses trazendo à luz suas cloacas”.
O Financial Times, como é próprio de sua atividade, foca nas oportunidades e desoportunidades econômicas da crise. E faz graça, no título, com a atividade-meio do grande delator: “Açougueiro brasileiro deixa presidente na ponta da faca”.
E nós, onde ficamos?
Por Vilma Gryzinski 


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