xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/05/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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15 maio 2017

Uma nova linguagem - Por: Emerson Monteiro

Isso já depois de muitas experiências que deram naquilo que está aí no mercado da carne humana, e só agora os habitantes do Planeta resolvem que será necessária a linguagem da sinceridade. O que falar, execute. Deixar de frioleiras e aceitar ser verdadeiro, sob pena de ameaçar a continuidade geral do sistema de sobrevivência na Terra. Hoje a grande ameaça que domina os balcões de negócios dos armamentos mundiais significa destruir parte da raça a fim de alimentar com rações diárias o resto que sobrar. E mais que nunca isto nada de certo tem. Há que se desenvolver uma nova consciência por meio de linguagem honesta; aquilo que se disser que se ponha em prática, e o inverso disto representaria forte tendência à perversidade, falsidade que não interessa aos selvagens do egoísmo em que se transformaram os zumbis das avenidas escuras e seus carrões envernizados da indiferença.

Esse alvorecer de uma nova consciência, nascida do desejo forte das novas gerações de sobreviver diante das incapacidades dos antigos viventes das cavernas, agora especializa os que sobraram a promover essa mudança de linguagem o quanto antes, de se relocalizar os hemisférios cerebrais de modo a esquecer o que fora no passado a linguagem antiga que gerou tudo isso de imperfeito, que gerou a demagogia de poder que praticamente destruiu a possibilidade de levar em frente a narrativa da História abandonada por ineficaz nos moldes presentes. Os conceitos envelheceram com a continuidade dos movimentos sociais, no decorrer do tempo.

As cidades, o esforço de sobreviver em grupo, ocasionou a dificuldade atual de vencer as enganações dos enganadores profissionais, os tais políticos, que prevalecem nas urnas da falsa escolha dos grupos alienados em que se transformaram as hostes dos animais que se achavam pensantes, inteligentes... Porém longe estava disso, porquanto deveriam utilizar todo o panorama da mente, o que terá de fazer nas horas do momento.

(Ilustração: Bruegel).

13 de maio: 200 anos do casamento do Imperador Dom Pedro I com a Imperatriz Leopoldina

Além da data da 1ª Aparição de Nossa Senhora em Fátima (100 anos atrás) e do 129º  aniversário da Lei Áurea que libertou os escravos, o Brasil comemora hoje 200 anos do casamento do então Príncipe Dom  Pedro e a Arquiduquesa  Leopoldina.

Há 200 anos, no dia 13 de maio de 1817, casaram-se, por procuração, o Príncipe Real de Portugal, Brasil e Algarves, Dom Pedro de Alcântara de Bragança, e a Arquiduquesa Leopoldina da Áustria, da Casa de Habsburgo.
O noivo era filho do Rei Dom João VI, Soberano do recém-criado Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, que já despontava como uma futura grande potência, e da Rainha Dona Carlota Joaquina. A noiva, filha do Imperador Francisco I da Áustria, último Soberano do Sacro Império Romano-Germânico, chefe da mais importante Dinastia da Cristandade, e da Imperatriz Maria Teresa.
A cerimônia de casamento foi celebrada na Igreja de Santo Agostinho, localizada em Viena, próxima ao Palácio Imperial de Hofburg, de onde, desde o século XIII, os Imperadores administravam os vastos domínios dos Habsburgo. Na ocasião, o noivo foi representado pelo Arquiduque Carlos da Áustria, tio da noiva, que comandara as tropas do Exército Imperial na guerra contra Napoleão Bonaparte. A data escolhida, marcava o 50° aniversário do Rei Dom João VI.
A nova Princesa Real só chegaria ao Rio de Janeiro, sede do Império Português desde 1808, no dia 5 de novembro, sendo recebida com grandes festejos não só por seu marido e pela Família Real, mas por toda a população carioca – que, traduzindo os sentimentos de todos os brasileiros e portugueses, dava as boas-vindas à nobre dama que vinha unir seu destino ao de seu novo lar e de seu povo.
Não demorou para que a Princesa Real se apaixonasse pelo Brasil e pelos brasileiros, sentimento que compartilhava com seu marido, nascido em solo português, mas acolhido pelo Brasil e criado como brasileiro desde a infância. Com o retorno do Rei e da Rainha para Portugal, em 1821, o jovem Casal permaneceu aqui, com o Príncipe Real nomeado Regente do Reino do Brasil.
Abraçando por completo a nacionalidade brasileira, o Príncipe e a Princesa Reais logo se puseram à frente do movimento independentista, pois reconheciam que o Brasil, como o filho que atinge a maioridade e deixa a casa paterna, deveria se separar da Pátria-Mãe Lusa, mas conservando a tradição monárquica luso-brasileira e permanecendo uno no território, na cultura, na língua e na fé.
Sendo assim, a 2 de setembro de 1822, a Princesa Real, Regente interina na ausência de seu marido, assinou o decreto de Independência do Brasil, no Rio de Janeiro. Cinco dias depois, 7 de setembro, em São Paulo, o Príncipe Real deu seu imortal Grito do Ipiranga. O Brasil estava independente. Éramos uma Nação. Uma Nação que, no dia 12 de outubro, aclamou aquele jovem Casal como seu Imperador e sua Imperatriz, coroando seu novo Soberano a 1º de dezembro.
Como não poderia deixar de ser, a Bandeira do Brasil reúne o Verde dos Bragança e o Amarelo dos Habsburgo, demonstrando perpetuamente que nossa Independência foi um trabalho conjunto de todos os heróicos brasileiros de 1822, sob a alta liderança de seus Pai e Mãe Fundadores, Dom Pedro e Dona Leopoldina.
Deste insigne Casal nasceu o ramo brasileiro da Dinastia Bragantina, a Família Imperial do Brasil, que há quase 200 anos, a exemplo de seus ancestrais, vem se dedicando incansavelmente a servir à Pátria e ao povo, quer seja na Monarquia, no Exílio ou na República
(Postagem original no Blog Pró Monarquia)

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