xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 06/05/2017 | Blog do Crato
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06 maio 2017

13 de maio de 2017: Centenário das Aparições de Nossa Senhora em Fátima - 1° artigo

No decorrer deste mês divulgaremos uma série de artigos antológicos sobre a Fátima. Iniciamos com o abaixo, de autoria do Prof. Plínio Correia de Oliveira, publicado há 45 anos

Lágrimas, milagroso aviso -- Por Plinio Corrêa de Oliveira
(Artigo publicado originalmente na “Folha de São Paulo”, em 06 de agosto de 1972)
A “Folha de S. Paulo” de 21 de julho p.p. publicou recentemente uma fotografia procedente de Nova Orleans, na qual se via uma imagem de Nossa Senhora de Fátima a verter lágrimas. O documento despertou vivo interesse no público paulista. Penso, pois, que algumas informações sobre este assunto satisfarão os justos anelos de muitos leitores.

Não conheço melhor fonte sobre a matéria do que um artigo intitulado, muito americanamente, “As lágrimas da imagem molharam meu dedo”. Seu autor é o Pe. Elmo Romagosa. Publicou seu trabalho o “Clarion Herald” de 20 de julho p.p., semanário de Nova Orleans, e distribuído em onze paróquias do Estado de Louisiana.

Os antecedentes do fato são universalmente conhecidos. No ano de 1917, Lúcia, Jacinta e Francisco tiveram várias visões de Nossa Senhora em Fátima. A autenticidade dessas visões foi confirmada por vários prodígios no sol, atestados por toda uma multidão reunida enquanto a Virgem se manifestava às três crianças.

Em termos genéricos, Nossa Senhora incumbiu os pequenos pastores de comunicar ao mundo que estava profundamente desgostosa com a impiedade e a corrupção dos homens. Se estes não se emendassem, viria um terrível castigo, que faria desaparecer várias nações. A Rússia difundiria seus erros por toda parte. O Santo Padre teria muito que sofrer.

O castigo só seria obviado se os homens se convertessem, se fossem consagrados a Rússia e o mundo ao Imaculado Coração de Maria e se fizesse a comunhão reparadora do primeiro sábado de cada mês.
*    *    *
Isto posto, a pergunta que naturalmente salta ao espírito é se os pedidos foram atendidos.

Pio XII fez em 1942, uma consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria. A irmã Lúcia asseverou que ao ato faltaram algumas das características indicadas por Nossa Senhora. Não pretendo analisar aqui o complexo assunto. Registro apenas, de passagem, que é discutível se o primeiro pedido de Nossa Senhora foi atendido ou não.

Quanto ao segundo pedido, isto é, a conversão da humanidade, é tão óbvio que não foi atendido, que me dispenso de entrar em pormenores.

Como Nossa Senhora estabeleceu o atendimento de seus pedidos, como condição para que fossem desviados os flagelos apocalípticos por Ela previstos, está na lógica das coisas que baixe sobre a humanidade a cólera vingativa e purificadora de Deus, antes de vir a nós a conversão dos homens e a instauração do Reino de Maria.
*    *    *
Das três crianças de Fátima, a única sobrevivente é Lúcia (*), hoje religiosa carmelita em Coimbra. Sob a direção imediata desta última, um artista esculpiu duas imagens, que correspondem o quanto possível aos traços fisionômicos com que a Santíssima Virgem apareceu em Fátima. Ambas essas imagens, chamadas “peregrinas”, têm percorrido o mundo, conduzidas por sacerdotes e leigos. Uma delas foi levada recentemente a Nova Orleans. E ali verteu lágrimas.

O Pe. Romagosa, autor da crônica a que me referi, tinha ouvido falar dessas lacrimações pelo Pe. Joseph Breault, M. A. P., ao qual está confiada a condução da imagem. Entretanto, sentia ele funda relutância em admitir o milagre. Por isto, pediu ao outro sacerdote que o avisasse assim que o fenômeno começasse a se produzir.

O Pe. Breault, notando alguma umidade nos olhos da Virgem peregrina no dia 17 de julho, telefonou ao Pe. Romagosa, o qual acorreu junto à imagem às 21h30, trazendo fotógrafos e jornalistas. De fato, notaram todos alguma umidade nos olhos da imagem, que foi logo fotografada. O Pe. Romagosa passou então o dedo pela superfície úmida, e recolheu assim uma gota de líquido, que também foi fotografada. Segundo o Pe. Breault, esta era a 13a. lacrimação a que ele assistia.

As 6:l5h da manhã seguinte, o Pe. Breault telefonou novamente ao Pe. Romagosa informando-o de que desde as 4 horas da manhã a imagem chorava. O Pe. Romagosa chegou pouco depois ao local, onde, diz ele, “vi uma abundância de líquido nos olhos da imagem, e uma gota grande de líquido na ponta do nariz da mesma”. Foi essa gota, tão graciosamente pendente, que a fotografia divulgada pelos jornais mostrou a nosso público.

O Pe. Romagosa acrescenta que vira “um movimento do líquido enquanto surgia lentamente da pálpebra inferior”.

Mas ele queria eliminar dúvidas. Notara que a imagem tinha uma coroa fixada na cabeça por uma haste metálica. Ocorreu-lhe uma pergunta:

Não haveria sido introduzida, no orifício em que penetrava a haste, certa porção de líquido que depois escorrera até os olhos?

Cessado o pranto, o Pe. Romagosa retirou a coroa da cabeça da imagem: a haste metálica estava inteiramente seca. Introduziu ele, então, no orifício respectivo, um arame revestido de papel especial, que absorveria forçosamente todo líquido que ali estivesse. Mas o papel saiu absolutamente seco.

Ainda não satisfeito com tal experiência, introduziu no orifício certa quantidade de líquido. Sem embargo, os olhos se conservaram absolutamente secos. O Pe. Romagosa voltou então a imagem para o solo: todo o líquido colocado no orifício escorreu normalmente. Estava cabalmente provado que do orifício da cabeça  –  único existente na imagem – nenhuma filtração de líquido para os olhos, seria possível.

O Pe. Romagosa ajoelhou-se. Enfim ele acreditara.
*    *    *
O misterioso pranto nos mostra a Virgem de Fátima a chorar sobre o mundo contemporâneo, como outrora Nosso Senhor chorou sobre Jerusalém. Lágrimas de afeto terníssimo, lágrimas de dor profunda, na previsão do castigo que virá.

Virá para os homens do século XX, se não renunciarem à impiedade e à corrupção. Se não lutarem especialmente contra a autodemolição da Igreja, a maldita fumaça de Satanás, que no dizer do próprio Paulo VI, penetrou no recinto sagrado.

Ainda é tempo, pois, de sustar o castigo, leitor, leitora!
*    *    *
Mas, dirá alguém, esta não é uma meditação própria para um ameno domingo. – Não é preferível – pergunto – ler hoje este artigo sobre a suave manifestação da profética melancolia de nossa Mãe, a suportar os dias de amargura trágica que, a não nos emendarmos, terão que vir?

Se vierem, tenho por lógico que haverá neles, pelo menos, uma misericórdia especial para os que, em sua vida pessoal, tenham tomado a sério o milagroso aviso de Maria.

É para que minhas leitoras, meus leitores, se beneficiem dessa misericórdia, que lhes ofereço o presente artigo.

O maior de todos os santos -- por Ronaldo Correia de Brito

Quando havia feiras de rua semelhantes às da Idade Média, no Crato e em Juazeiro do Norte, as duas cidades eram tomadas por artesãos: ceramistas, flandeiros, tecelões, moveleiros, seleiros, pessoas que trabalhavam o couro, a palha do buriti e do babaçu, o agave e a lã vegetal. A região ainda não fora invadida pelos eletro-eletrônicos vindos do Paraguai, nem pelas quinquilharias importadas da China.

Os artesãos populares sobreviviam do fabrico de utensílios domésticos como potes, quartinhas, panelas, colchões, e arreios e cordas. As cidades mudaram, o campo esvaziou-se, o artesanato perdeu sua razão funcional e adquiriu valor decorativo. Proliferaram as motos, os cavalos deixaram de ser meio de transporte e ganharam status nas vaquejadas. As panelas de alumínio, os plásticos e acrílicos venceram a concorrência com os utilitários de barro.

Para que fabricar caixotes de madeira e malas de armazenar rapadura, se já não existem engenhos nem consumo de rapadura como antigamente? A história do homem pode ser acompanhada pelo que ele fabrica e deixa de fabricar, ao longo do tempo. Máquinas de datilografia viraram peças de museu, da mesma maneira que vitrolas e câmeras super-8. Vez por outra encontram um novo uso para o que foi encostado. Os DJ até reinventaram um jeito de tocar os discos de vinil.

Todo esse preâmbulo para falar de uma ceramista de Juazeiro do Norte, conhecida pelo nome de Ciça do Barro Cru, porque não levava ao forno os objetos cerâmicos de sua criação, deixando-os secar ao sol.  Conheci-a quando fazia ponto de venda junto a um canal, construído pela prefeitura do Crato para conter as águas do rio Granjeiro, que antes corriam livremente entre pedras e mata ciliar. Ciça se apresentava como uma extravagante romeira do Padre Cícero: vestido de algodão colorido com pregas, cintura bem alta e saia cobrindo os joelhos; chapéu de palha na cabeça, guarda-sol, cabelo preso por marrafas e bastante óleo de coco; lábios pintados de vermelho e faces com círculos de ruge carmim.

Sentava num caixote de madeira, o mesmo em que transportava sua arte. A vida meio rural e meio urbana do Cariri era representada em mulheres costurando, fazendo renda, homens com enxada no ombro, burrinhos, lagartixas com rabo de borracha, pavões de cauda de papel laminado e areia prateada, rádios, panelas, galinhas, papagaios… Não havia uma única coisa que o freguês imaginasse que Ciça não fosse capaz de executar para ele. Contemporânea, incorporava ao barro o lixo urbano, isso que virou moda reciclar. Performática, inventava cenas, ambientes e falas para seus personagens. Ousada nas cores, nos materiais, na invenção.

Certo dia, cheguei para comprar. Vi a cerâmica de uma mulher com uma perna amputada, apoiando-se numa muleta, uma trouxa de roupa própria das lavadeiras acomodada na cabeça, um menino no braço, mamando. Perguntei quem era a figura.

– É uma infeliz, me respondeu.  – O marido deixou ela com um filho de peito, e a coitada ganha a vida lavando roupa. Sustenta a família com esse ganho pouco. Como se não bastasse, foi atropelada por um carro e perdeu uma perna. Não é mesmo uma desgraça?

E se pôs a chorar. Tentei consolá-la, perguntei se era alguma conhecida, mas ela respondeu que não. Imaginara a história. Artistas imaginam um mundo e mergulham nele, correm o risco de ruptura com a realidade. Mas isso nunca aconteceu com Ciça, felizmente. Ela não quis me vender a cerâmica, se pudesse, não venderia uma peça de sua criação, falou quando propus a compra. O dinheiro que as pessoas pagavam era pouco. Melhor ficar com tudo guardado em casa, mesmo que passasse fome.

Sem condições de concorrer com os utilitários, o barro sobrevive como arte, graças às Ciças e outros artesãos populares. No mesmo Juazeiro do Norte, outra Ciça ganhou o sobrenome “Barro Cozido”, porque leva ao forno suas peças cerâmicas, que ficam mais resistentes e duráveis depois de queimadas. Virou a Ciça do Barro Cozido. Um dia, pedi que fabricasse para mim vários santos, quase a metade da corte celeste. Ela escutava silenciosa, gravando a encomenda na cabeça, pois não sabia ler nem escrever. Assinava o trabalho com um carimbo que mandei fabricar para ela. Depois de recitar o nome de Maria, José, Jesus, São Francisco, São Sebastião, São Miguel, Santa Luzia e por aí afora, pedi que fizesse um Padrinho Cícero. Ela olhou para mim espantada.

– Faço tudo, mas meu Padinho Ciço eu não faço não.

– Por quê? – perguntei sem entender a cisma.

E ela, convicta na fé:

– O senhor acha que sou doida de botar meu Padinho Ciço pra queimar?

Em VEJA desta semana:Grupo de Lula exigiu propina de US$ 133 milhões, diz Duque

Segundo o ex-diretor da Petrobras, as comissões eram divididas entre o PT, o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente da República
Fonte: revista VEJA desta semana
Por Hugo Marques, Thiago Bronzatto, Laryssa Borges
(Foto: Reprodução/Reprodução)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT e José Dirceu, ex-homem forte do governo petista, exigiram propinas de mais de 133 milhões de dólares dos cinco estaleiros que aceitaram repassar dinheiro sujo em troca de contratos na Sete Brasil. As revelações sobre a atuação do grupo na Sete, empresa criada em 2010 para gerir ativos do pré-sal, foram feitas nesta sexta-feira pelo ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, em depoimento ao juiz Sergio Moro.

No depoimento que prestou a Moro em uma tentativa de fechar enfim um acordo de delação premiada – capaz de amenizar os 57 anos de prisão a que ele foi condenado até agora -, o ex-diretor disse que, ao contrário do que usualmente era recolhido em propina para dirigentes da Petrobras e para o PT, partido que controlava a Diretoria de Serviços da estatal, os petistas ficariam com porcentual maior do que o dos demais dirigentes da petroleira.

Em contratos comuns, a arrecadação de propina seguia a regra de 1%, sendo 0,5% para o PT e 0,5% para a “casa”, referência aos diretores que participavam do esquema criminoso. Na Sete, no entanto, Lula, Dirceu e o PT ficariam com dois terços do porcentual de 1% de propina pago pelas empresas que buscavam contratos. Renato Duque estima que esses dois terços equivalem a impressionantes 133 milhões de dólares.

A Sergio Moro, o ex-diretor da Petrobras afirmou que os valores que cabiam a Lula eram administrados pelo ex-ministro Antonio Palocci, também réu na Operação Lava Jato e mais novo candidato a delator do petrolão. Na versão apresentada ao juiz da 13ª Vara de Curitiba, o ex-dirigente detalhou como foi montado o esquema de cobrança de propina na Sete Brasil.
“Os dois terços do partido político o Vaccari me informou que iriam para o Partido dos Trabalhadores, para o José Dirceu e para Lula, sendo que a parte do Lula seria gerenciada por Palocci. Ele afirmou isso para mim. E eu, na época, conversei com Barusco e passei essa informação para ele. Falei: ‘Barusco, olha, você não está lidando com peixe pequeno. A gente está falando aqui de peixe graúdo’”, disse.

Foi o próprio Renato Duque quem pediu para prestar depoimento a Moro, numa indicação de que agora ele realmente pretende contar o que sabe em troca de redução de pena e de outros benefícios judiciais. A Moro, ele explicou, por exemplo, a atuação de Lula, réu em cinco ações penais relacionadas ao escândalo da Petrobras, no esquema de cobrança de propinas do PT na Petrobras.

O ex-diretor afirmou que em 2007, no início do segundo mandato do então presidente Lula, foi chamado a Brasília pelo ministro Paulo Bernardo. Na reunião, foi informado que, a pedido de Lula, João Vaccari Neto foi nomeado para fazer a intermediação entre a Petrobras e o cartel das empresas que operavam os contratos.  Vaccari ainda não era tesoureiro do PT.
Ele diz que, no encontro em Brasília, ficou sabendo que as ordens vinham de Lula, mas que até então o presidente da República era tratado nas conversas pelos apelidos de ‘chefe’, ‘grande chefe’ e ‘nine’ (nove, em inglês, referência aos dedos de Lula).

“O presidente Lula era conhecido como chefe, era chamado como ‘chefe’, o ‘grande chefe’, ‘nine’, ou esse movimento com a mão (nesse momento, Duque passa a mão na barba)”.  “O Paulo Bernardo chegou e falou: “Ó, Duque, a partir de agora, você vai ter contato com uma pessoa chamada Vaccari. João Vaccari, vai te procurar, e ele vai fazer os contatos com as empresas”, disse. “Segundo o Paulo Bernardo, o Lula que tinha determinado isso.”

No depoimento, o ex-dirigente se disse impressionado com a desenvoltura de Vaccari para conduzir as tratativas com as empresas: “O Vaccari tinha uma capacidade tão grande de interlocução, vamos chamar assim, que às vezes ele sabia muito mais de resultado de licitações do que eu mesmo. Eu não precisava passar informações para o Vaccari procurar as empresas. Ele mesmo procurava. Ele comentava comigo: ‘A empresa tal não está pagando’”.

Em nota, a assessoria do ex-presidente classificou o depoimento como “mais uma tentativa de fabricar acusações mentirosas” contra ele e de criar fatos que não ocorreram. “Como não conseguiram produzir nenhuma prova das denúncias levianas contra o ex-presidente, depois de dois anos de investigações, quebra de sigilos e violação de telefonemas, restou aos acusadores de Lula apelar para a fabricação de depoimentos mentirosos”, disse texto publicado em sua página na internet.

Prédio onde funcionou o Sesi-Crato vai ser comprado pelo Governo do Ceará

O Governador do Estado do Ceará anunciou, durante abertura da Reunião Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Crato, na última terça-feira, dia 2, a compra do prédio onde funcionou o SESI, no bairro São Miguel, para a Universidade Regional do Cariri (URCA). Ele destacou as reivindicações realizadas pelo Reitor Patrício Melo, para abrigar no local cursos da Universidade.
A busca de melhor infraestrutura da instituição tem sido uma das lutas da gestão. A reivindicação junto ao Governo é efetiva desde a gestão anterior da Universidade. O Governo destacou a sua alegria de atender a URCA e afirmou que a negociação para garantir o novo prédio está praticamente concluída para o repasse à instituição.
Há alguns anos a Universidade chegou a manter parceria com o SESI, para a realização de jogos no espaço, possibilitando melhores condições de formação para os estudantes do curso de Educação Física. É importante destacar as reivindicações e luta dos professores e estudantes do curso, por melhores acomodações.
O prédio que por décadas abrigou o SESI possui complexo esportivo e salas de aula, com grande estrutura, piscinas olímpicas, quadras esportivas, amplo estacionamento, entre outros espaços que garantirão oferta para o funcionamento de cursos e departamentos da Instituição.

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