xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/04/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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15 abril 2017

Para você Refletir ! - Por Maria Otilia

Nestes últimos dias temos tido acesso a uma série de notícias voltadas para o escândalo da corrupção no Brasil. É estarrecedor para nós brasileiros, que vamos as urnas depositar a nossa confiança e porque não dizer nossas esperanças de estar escolhendo pessoas idôneas, éticas e responsáveis para nos representar no cenário político.Bem como ser nossos representantes, quando gestores de políticas públicas para o bem de toda a sociedade. Ingenuidade nossa, porque não é assim que os "nobres políticos", eleitos por nós estão se comportando como gestores públicos seja no executivo, legislativo ou judiciário.Aproveitando do cargo que ocupam ou do poder que os detém para extorquir das empresas, grandes valores em troca de favores. Enriquecendo cada vez mais  as multinacionais e se beneficiando com grandes valores conhecidos como "propinas". É vergonhoso o  o nível em que se encontra a  Câmara  de Deputados e o Senado brasileiro.
Uma grande maioria destes políticos  utilizam a corrupção  como instrumento de aumento de poder  e de enriquecimento ilícito. Inclusive legislam em favor destas grandes multinacionais , esquecendo que o legislativo, executivo e judiciário são Poderes que existem para atender a população brasileira.
Posto abaixo uma fábula  que retrata exatamente a postura da maioria dos  nossos políticos  que tem como característica a ganãncia e a busca exarcebada do poder.Façamos uma boa reflexão. 
A lenda da ganância
(Roseli Busmair)
Conta-nos a história, que Jesus a dois milênios, andava pela Terra e como andarilho, visitava casa por casa, pregando o Evangelho e dependia da caridade e bom coração das pessoas, que O abrigavam e O alimentavam, pois não possuía nem bens e nem dinheiro.Entretanto, havia uma mulher considerada por todos como sendo muito avarenta e um dia, Jesus bateu à sua porta. 
Quando ela abriu, Ele perguntou-lhe com humildade:
- " Tem pouso para um homem cansado ?" A mulher O olhou de cima para baixo, vendo aquele homem magro e mal vestido; muito sujo pela poeira da estrada e usando velhas sandálias de pescador. Pensou no grande trabalho em hospedar um estranho e, então O questionou:
- " Está certo, homem, pode entrar. Corre a notícia que O Senhor cura doentes e que faz grandes prodígios, verdadeiros milagres..."- " É bem verdade o que dizem." - Jesus falou.
Então ela decidiu hospedá-lo nessa noite. Ofereceu- Lhe água para se lavar, deu- Lhe de comer e Ele foi logo se deitar.
Pela manhã, aos primeiros raios do sol, Jesus levantou-se, comeu e agradeceu pela boa hospedagem. Foi saindo e então disse à mulher: - " Como forma de agradecimento, deixo-lhe esta graça; a primeira coisa que fizer após a minha saída, vai lhe render muito. "E foi-se embora 
.A gananciosa mulher havia comprado na véspera uns tecidos, com os quais pretendia costurar roupas para a sua família e então pensou consigo mesma: - " 
Ah! Vai me render muito estes panos, mas tanto mesmo, que vou fazer roupas para toda a família e ainda vai sobrar muito tecido. Eu vou costurar para sempre, fazendo muitas roupa
s e vendendo-as; assim me renderá tanto dinheiro, mas tanto mesmo, que ficarei muito rica.
Vou começar a cortar e a costurar, agora mesmo !"Assim pensando pegou a tesoura para iniciar o corte do tecido naquele momento; já de olho na grande fortuna que via crescer diante de seus olhos ávidos. Entretanto, sentiu uma necessidade fisiológica urgente. 
Achou melhor atender sua necessidade para só depois começar o trabalho, pois demoraria muito tempo para terminar de cortar o pano que tanto lhe renderia, como a agraciara Jesus. Dirigiu-se ao reservado nos fundos da casa.
Começou a urinar e não parou mais... Só então a mulher compreendeu o verdadeiro sentido das palavras que Jesus Cristo proferiu ao sair, naquela manhã. Mas era tarde demais para arrepender-se. A avarenta morreu afogada em sua própria ganância...

Neste momento de vivência da Páscoa do senhor, afirmamos que Deus não é contrário à prosperidade do homem, mas sim, aos interesses escusos e egoístas, que ferem a sociedade como um todo, visando o lucro de poucos privilegiados e prostrando à miséria a maioria da humanidade. 
Quem chama Deus de Pai, não pode esquecer de chamar ao seu próximo de irmão. Jesus dividiria o pão, na mesma proporção, para alimentar todos os seus filhos.

Como seria a imagem original de Nossa Senhora Aparecida antes que caísse nas águas barrentas do Rio Paraíba?

Quantas vezes ficamos a imaginar como seria a pintura original da pequena imagem de terracota de Nossa Senhora da Conceição Aparecida – Rainha e Padroeira do Brasil – antes que esta fosse encontrada nas águas do Rio Paraíba, em 1717, há 300 anos?
Pois o Padre Renato Augusto, da Paróquia do Verbo Divino, da cidade de São Paulo, encomendou a feitura de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, pintada a partir de um estudo realizado junto ao Artesanato Costa, tendo como base a tradicional pintura portuguesa das imagens desta devoção, naqueles recuados tempos do Brasil Colônia.
Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida abençoe a nação brasileira, uma vez que o nosso sofrido e querido Brasil, vem se afundando – a cada dia – na decadência moral e na dissolução dos bons costumes. Ninguém se engane: a crise político-econômica e todas as demais crises brasileiras decorrem unicamente da grave crise moral da sociedade.
 Infelizmente o Brasil não é mais fiel aos dez Mandamentos da Lei de Deus. Diferente do que acontecia em 1717, quando – por Desígnio Divino – a imagenzinha surgiu numa rede de pescar, como sinal da misericórdia infinita de Deus.
Abaixo, como seria a imagem original da Mãe Aparecida, antes de descansar por muitos anos nas águas barrentas do Rio Paraíba.
(Postado por Armando Lopes Rafael)

Em VEJA desta semana: Marcelo Odebrecht diz que propina foi de até R$ 2 bilhões ao ano

O executivo-delator afirmou que a empreiteira destinava entre 0,5% e 2% do seu faturamento anual para ilícitos, e que o processo durou pelo menos vinte anos

O empresário e herdeiro do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, disse que a empreiteira chegou a destinar até 2 bilhões de reais em um ano para o pagamento de propinas e caixa dois. A informação foi dada pelo executivo, durante um dos depoimentos de delação premiada na Operação Lava Jato.
Marcelo diz que não tinha conhecimento específico das operações, mas sabia do volume que era movimentado pelo departamento responsável por fazer pagamentos ilícitos, conhecido como “Departamento de Operações Estruturadas”. “Eu sabia, a alta cúpula sabia, que a gente sempre movimentou, ao longo dos anos, [um valor que] variava de 0,5% a 2% do faturamento do Grupo [Odebrecht]. Nós estamos falando de um grupo que já chegou a faturar 100 bilhões de reais”, explicou.

À esquerda, a capa de VEJA desta semana: República Federativa da Odebrecht --"com  a goela muito aberta".


O Congresso subjugado

A bancada da Odebrecht era a mais poderosa do Congresso Nacional: o presidente do Senado, o presidente da Câmara, 29 senadores e 39 deputados no bolso
Eunício Oliveira, presidente do Senado (PMDB): investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; Rodrigo Maia, presidente da Câmara (DEM): investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro (Cristiano Mariz/VEJA)

“Em geral, você não tem uma relação sustentável naquele toma lá dá cá. Se você chegasse para o deputado ‘Pô, me apoia aqui’. Toda hora que você pede um apoio o cara diz ‘Eu quero tanto’. Não é uma relação sustentável. Em geral, aquelas relações mais duradouras são as relações que ficam: o cara sempre te ajuda e você está sempre ajudando ele.” Foi assim, nas palavras de Marcelo Odebrecht, que, durante décadas, maior empreiteira do país foi consolidando influência e poder dentro do Congresso Nacional, em nível só comparável ao de grandes partidos. O método era simples e eficientes: o da cooptação financeira. Parlamentares precisavam de dinheiro pra suas campanhas, e, em muitos casos, também para outras despesas. A Odebrecht financiava os gastos, quase sempre por vias ilegais. Por quê? É a regra elementar das organizações mafiosas: ao entregar dinheiro sujo aos deputados e senadores, a empresa conquistava mais que parceiros. Ganhava cúmplices.
(Matéria completa na edição de VEJA desta semana)

A metástase da corrupção em Brasília -- por Carlos José Marques (*)

Brasília, a Capital  Mundial da Corrupção

   Brasília derrete. Notória e agora escancarada a podridão naquelas paragens. A repulsa e mesmo o nojo que essa forma de fazer política provocam na população são inclassificáveis. Deputados, senadores, ministros e governantes, todos juntos, misturados num bolo fecal de roubos em série, como uma infestação de moscas a rondar sujeira. O sindicato do crime instaurado pelo PT em 13 anos de poder frutificou e se arraigou de tal maneira na Capital Federal que envolveu praticamente todos os atores numa grande fuzarca. Cambada de aloprados! Lula, o comandante supremo – como bem classificou a força-tarefa da Lava Jato – falava lá atrás, nos tempos idílicos de uma candidatura que se dizia contra tudo que está aí, que existiriam 300 picaretas comandando o Congresso.
    Hoje, sabe-se, são muito mais. Dentro e fora da casa parlamentar. E o autor da frase está prestes a ser condenado pelo mesmo crime, com requintes diabólicos, dignos de um Maquiavel focado em praticar o mal. Cuidado com o que ele diz e faz! Inúmeros depoimentos demonstram cabalmente que “a alma mais honesta que existe” – como o petista se autoproclamava – recebeu propina em dinheiro vivo, maquinou esquemas de desvios e de corrupção a torto e a direito e não se furtou de aproveitar as benesses do cargo para locupletar a família – filhos, irmãos & Cia.
   O odor putrefato das negociatas exala para cada lado. Todos se lambuzaram no melado nojento do caixa dois, das conveniências financeiras de venda, compra e troca de favores, nos mensalões, petrolões, num contubérnio onde o menos safado não passaria incólume em listas, mesmo preliminares, de transgressões e afrontas à lei. É ladroagem em profusão. E quem perdeu foi cada um de nós, que devemos aprender, da maneira mais dolorosa, com essa experiência, para nunca mais repeti-la.
   Senhores brasileiros, saibam de antemão que, especialmente na era petista, – está provado e reiterado –, se institucionalizou e tomou força a corrupção como política de Estado. Quem não entrasse na corriola era sacrificado. Representantes venais, em nome de eleitores ingênuos e com o apadrinhamento de caciques mal-intencionados, avançaram sobre a máquina pública, não encontrando limites ou freio. O aparelhamento estatal para saquear os cofres virou regra. Fez parte da rotina. Teve método e hierarquia definidos. Eis o saldo do populismo barato instaurado pelos que diziam representar o povo em causas justas.
   Mentira! Simples assim. Eles irrigaram as contas da patota e saíram com o discurso de vítimas de golpe. As gravações, relatórios processuais e documentos provam. Nunca mais acredite nessa propaganda enganosa. Foi usada em várias ocasiões para furtar os seus sonhos e sofrida poupança. Cínicos, os assaltantes da riqueza nacional negam até a morte. Como num jogral ensaiado, logo após a divulgação da lista de envolvidos, a qualquer um que se perguntasse sobre a sua participação no esquema, vinha a resposta padrão: “Não foi comigo”, seguidas de epítetos como “as contribuições a minha campanha eram absolutamente legais”, “desconheço”, “não sei de nada disso”, “são inverdades”, “sempre atuei na legalidade”.
   Ilegal, com certeza, é a ilusão publicitária que esses arrivistas buscaram transmitir à população nos últimos tempos. Nojentas agremiações deram guarida à gatunagem sistêmica. Estava afinal certo o parlamentar, misto de menestrel oficial, Romero Jucá, quando disse que todos participaram da suruba. Desqualificados agora correm atrás de salvar o próprio pescoço. Sumiram de Brasília, que arde em chamas. Não mostram o mínimo de respeito ou de comiseração para com o eleitor, brasileiros que na maioria dos casos sofrem as chagas de um desemprego lancinante e de estruturas públicas entregues à falência. Tome-se o caso emblemático do estado do Rio de Janeiro, onde o ex-governador, já preso, Sergio Cabral, pintou e bordou. Comparsa de primeira hora do chefe de quadrilha, Lula, ele foi pego nas mais variadas circunstâncias de desfalques às finanças públicas.
   Como afirmou o procurador Eduardo El Hage, que se disse impressionado com a voracidade dos desvios, Cabral “roubou em todas as áreas”. Ladrão contumaz, como diversos outros, que daqui para frente terão contas a acertar com a Justiça, graças à determinação dos agentes da Lava Jato. O vexame político não encontrou rédeas, mas a perseguição aos bandidos também não.    
   Pelo bem da democracia.

(*) Carlos José Marques, jornalista e blogueiro.
 

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