xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 10/04/2017 | Blog do Crato
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10 abril 2017

Você sabia? 70% do território mundial foi descoberto por Portugueses? - por Maria Mello

Muitas pessoas desconhecem, principalmente os brasileiros,  mas a verdade é que foi a monarquia portuguesa que,  em tempos épicos desbravou território indígena e deserto pelos quatro cantos do mundo, e se assim não tivesse sido, esses sítios que agora são países, nações, nunca se teriam desenvolvido tão depressa.
Há quem diga até que Portugal perdeu demasiado  tempo nas descobertas, e que por isso enquanto outros países se desenvolviam, Portugal ficou  um bocado parado no tempo e que isso ainda hoje se reflete no estado em que está aquela nação europeia.
Sou de opinião contrária a essa linha de pensamento, Portugal  está como está pelos sucessivos (des)governos republicanos que tem tido ao longo da história, e porque não havia educação suficiente da população para perceber isso. Mais de meio mundo já foi de Portugal, não é brincadeira!
Os descobridores levaram com eles cultura e conhecimento, trouxeram de volta outras culturas e materiais exóticos de locais que naquele tempo eram considerados impossíveis de alcançar. Trouxeram ouro e pedras preciosas do Brasil. O mundo mudou para sempre as suas fronteiras e configuração graças aos portugueses. Nasceram assim inúmeros países novos, os primeiros cidadãos do mundo que deixou entretanto de ser plano, como se acreditava ser naquele tempo. E mais houvesse para explorar, que certamente os portugueses teriam lá ido!

Aonde chegaram os portugueses:
•    1434 – Cabo Bojador
•    1471 – Equador
•    1488 – Cabo da Boa Esperança
•    1498 – Índia
•    1500 – Brasil
•    1513 – China
•    1522 – Austrália
•    1542 – Califórnia
•    1543 – Japão
•    1550 – Nova Zelândia
É de lamentar que as gerações de (des)governantes que nasceram após estes verdadeiros heróis não tenham sabido aproveitar o que eles conquistaram. Por isso da próxima vez que achares que és demasiado pequeno(a) para fazer a diferença, lembra-te, um país minúsculo já foi “dono” de quase 70% do mundo!

Objetos da Família Imperial serão leiloados por descendente de Dom Pedro II


Fonte: jornal “O Estado de S.Paulo”

Parte do acervo da família imperial brasileira está em leilão. Dos armários e gavetas de D. Pedro Carlos de Orléans e Bragança, de 71 anos, trineto de d. Pedro II e bisneto da princesa Isabel, saíram miudezas: porcelanas, cristais, cigarreiras, gravuras, relógios, moedas, comendas. A coleção, que tem itens de R$ 10 a R$ 40 mil, foi batizada de Pequenos Guardados.
“É como se você abrisse seus armários e tirasse as lembranças de uma vida toda. Só que elas vêm com o brasão imperial, ou o monograma da princesa Isabel e do conde D’Eu. São peças que contam a história de uma família, que se mistura à história do Brasil”, compara o leiloeiro Franklin Levy.
Pedro Carlos era o último integrante da família imperial a viver no Palácio Grão-Pará, em Petrópolis, na região serrana, construção erguida entre 1859 e 1861. Com dificuldades para fazer a manutenção do imóvel, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), a família já havia arrendado parte do terreno para que ali funcionasse um estacionamento. Por fim, Pedro Carlos mudou-se para um apartamento em Itaipava, distrito de Petrópolis, e tratou de se desfazer do que não cabia na nova casa.

Pedro Carlos é um biólogo aposentado, que quer viver os últimos anos mais leve. Quando a gente sai de casa, olha se o gás está fechado, as luzes apagadas e as janelas fechadas. Ele tinha de fazer isso e ainda se preocupar com a segurança de um acervo”, diz Levy.
O antiquário Miguel Salles selecionou e fez as descrições das peças. O leilão tem um cardápio do Baile da Ilha Fiscal, última grande festa da monarquia, seis dias antes da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. São 15 páginas, com a descrição de entradas, pratos principais, sobremesas, vinhos e champanhes servidos na festa. “Está em perfeito estado de conservação. Percebe-se que comiam muito e bem”, brinca.
Estudiosos da família imperial dizem que os itens mais valiosos em posse de d. Pedro Carlos, como as fotografias e daguerreótipos (processo fotográfico primitivo) da família imperial não foram colocados à venda. Em 2011, ele vendeu a pena com que a princesa Isabel assinou a Lei Áurea ao Museu Imperial de Petrópolis. O objeto, de ouro 18 quilates cravejado com 17 diamantes e 28 pedras vermelhas, hoje faz parte do acervo do Museu Imperial em Petrópolis.
Destaques – Mas Salles destaca que o leilão tem peças históricas, como o rebenque (pequeno chicote) de ouro e fina palha que pertenceu à princesa Isabel (lance mínimo de R$ 7 mil), um retrato de Pedro II menino (R$ 2 mil), coroa de louros conferida a Gastão D’Orléans, o conde D’Eu, por feitos realizados na Campanha do Marrocos (R$ 8 mil). As peças mais caras são os serviços de jantar da Casa Imperial Brasileira – o de uso diário e o de gala. Cada um com lance de R$ 40 mil. Mas há camafeus por R$ 30,00; e uma saladeira em pedra sabão, por R$ 10,00.


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