xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 03/02/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
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03 fevereiro 2017

Coisas da República

Correios vão reduzir total de agências
Fusão de unidades próprias faz parte de plano de economia para tentar reduzir os prejuízos da empresa, que perdeu R$ 2 bilhões em 2016

BRASÍLIA - Com quatro anos seguidos de prejuízo, os Correios estudam fechar agências próprias em grandes centros urbanos de todos os Estados brasileiros. A fusão de agências faz parte de um plano de economia que está sendo implementado pela direção para tentar reverter a crise que a Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT) enfrenta, mais de dez anos após ser o palco inaugural do escândalo do mensalão.
No Brasil Império os Correios constituiam uma empresa séria, eficiente e respeitada.

O número ainda não está fechado, mas a estatal – que registrou em 2016 prejuízo em torno de R$ 2 bilhões, patamar semelhante ao de 2015 – vai fundir agências consideradas “superpostas”, ou seja, muito próximas. “O processo está sendo feito em consonância com o Ministério das Comunicações, porque sabemos as reverberações que a medida vai trazer”, disse o presidente dos Correios, Guilherme Campos, ao Estado. Segundo ele, a estatal trabalha contra o tempo para colocar em prática o processo de “otimização e racionalização” dos serviços.
Os outros dois pontos do plano de economia tocado por Campos são o plano de demissão voluntária (PDV) oferecido aos funcionários e a revisão da política de universalização dos serviços postais, que obriga a estatal a estar presente em todos os municípios.
De acordo com Campos, o prejuízo de R$ 2 bilhões de 2016 foi impactado pelo rombo de R$ 1,8 bilhão da Postal Saúde, plano de assistência médica dos funcionários. “Ou reformulamos o plano ou ele acaba com a empresa”, disse. Hoje, os funcionários não pagam mensalidade para ter direito ao Postal Saúde. Em média, são descontados na folha 7% dos gastos individuais com assistência médica, hospitalar ou odontológica.

Cofres na Suíça guardam fortuna de Sérgio Cabral
Operadores indicaram endereço de empresa de aluguel em Genebra, na Suíça, onde estariam joias e ouro pertencentes ao ex-governador do Rio

Foto: Jamil Chade / Estadão
Delatores deram um endereço em Genebra, na Suíça, onde estariam os diamantes e ouro do ex-governador Sérgio Cabral 

GENEBRA e RIO - Praticamente no centro de Genebra, vizinho do hotel New Midi, na esquina da Place de Chevelu com a Rua Rousseau, estaria um dos cofres que abrigariam o suposto patrimônio em diamantes e barras de ouro acumulado clandestinamente pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). O esconderijo suíço da fortuna que pertenceria a Cabral fez parte dos dados fornecidos pelos operadores financeiros Renato e Marcelo Chebar, em delações ao Ministério Público Federal. No total, eles envolveriam US$ 3 milhões e 500 mil dólares. 
O Estado apurou que as peças continuariam guardadas em pelo menos dois locais de Genebra e que parte da suposta fortuna acumulada de forma clandestina pelo ex-governador chegou a viajar em malas nos trens pelos Alpes. As informações já estão sendo alvo de uma apuração pela Procuradoria suíça.  O aluguel de um cofre nesse local pode chegar a custar US$ 10 mil por ano, dependendo do tamanho e de sua segurança. Os funcionários do estabelecimento, que entre si falavam em árabe, confirmaram que, no endereço indicado, eram os únicos que atuavam nesta atividade.
Confisco. Agora, o Ministério Público de Genebra quer saber onde estão exatamente os diamantes e o ouro, para um eventual confisco. Uma devolução ao Brasil, porém, dependeria de duas condições: a primeira seria a condenação dos suspeitos. A outra possibilidade seria um acordo de delação no qual os envolvidos se comprometeriam a entregar todos seus ativos.
Até agora, o Ministério Público brasileiro recuperou R$ 270 milhões. Segundo o procurador Sérgio Pinel, as apurações sobre o dinheiro proveniente da corrupção ainda estão “bem no início”. “Nós puxamos um fio, vai saindo um novelo. A gente tem certeza de que o dinheiro que foi descoberto até agora ainda não foi mapeado completamente. Iniciamos uma cooperação internacional para arrecadar esses valores.”

Fonte: Estadão, 03-02-2017.

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