02 novembro 2017

Réquiem para uma "ré-pública" -- 2ª Parte -- por Armando Lopes Rafael


        Continuando a leitura do camalhaço de jornais, fiz uma pausa, no artigo anterior, no bate-boca entre suas excelências do Supremo Tribunal Federal. Sua Excelência (como este tratamento tornou-se vulgar!) o ministro Luís Roberto Barroso disse a respeito do ministro Gilmar Mendes, cara-a-cara: "Vossa Excelência vai mudando a jurisprudência de acordo com o réu. Isso não é Estado de Direito. Isso é Estado de compadrio". Pois é, salvo raras exceções, o que temos visto no supremo (Com S minúsculo) é o Estado de compadrio. Triste!
          Aliás, a presidente (ela exige que se diga “presidenta”) do PT, senadora Gleisi Hoffmann, acabou achando um bode expiatório para a exposição das enfermas vísceras republicanas. Para Gleisi (ela também é acusada de corrupta na Operação Lava Jato), cumpre encobrir os desacertos desses treze anos dos (des)governos esquerdistas do PT, partido eivado de uma mentalidade pré-histórica da era troglodita.
           Afirmou dona Gleisi: “Quando o PT voltar ao poder, todas essas denúncias vão desaparecer”. Como, senadora? “A culpa é toda da mídia”, disse a presidente do PT. “E quando voltarmos ao comando do Brasil, a grande mídia será regulamentada". Pronto. Ficará proibido  divulgar o caos que a petralha deixou.  Não é a primeira vez que os petistas ameaçam a liberdade de expressão. Lula também anda prometendo mudar a legislação da mídia caso ganhe a eleição em 2018. Aliás, a bancada troglodita se esmerou semana passada: O PT votou contra o projeto anti-Uber, na esperança de manter o Brasil onde impera os grotões da miséria e do atraso. Este é o palco do cenário de luta deles. É nesses grotões que está a sustentação da esquerda jurássica brasileira.
              Esquerda que é a responsável pelos descalabros econômicos dos 13 anos de seus governos. Que resultou num Brasil caótico, campeão mundial da corrupção, com o retorno da inflação, da demagogia e da mentira. Defenestrados do poder, pelos milhões de brasileiros que saíram às ruas, principalmente na Avenida Paulista, hoje a esquerda é contrária à reforma da Previdência, essencial para a recuperação da economia, e de quebra luta por medidas primárias, como o projeto Uber, hoje já adotado em todas as nações civilizadas do mundo. Ô raça!

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