15 novembro 2017

Protesto contra o comodismo -- por Pedro Esmeraldo

Começamos esta crônica com o pensamento do filosofo grego ‘‘Platão’’ discípulo de Sócrates, mestre de Aristóteles trouxe-nos grandes atos o efeito de pensar que disciplinaram e arejaram a mente dos cidadãos, trazendo ideias renovadas que influenciaram grande conhecimento na maneira de agir. Foi um processo de grande estimulação para o desenvolvimento do intelecto do homem que soube enfrentar o óbvio. Nesse ínterim, deu incentivo ao cidadão para estimular a filosofia social o que vamos referir pensadores modernos que nos trouxeram perspectivas no contexto filosófico.
Agora a relatar o sonho desse grande filósofo que dizia ‘‘Quando a mente está pensando, está falando consigo mesma’’. ‘‘Devemos seguir sempre, a todo tempo, o caminho que nos conduza mais alto’’.
Por isso, estamos com o pensamento de Platão: referimo-nos ao município do Crato, já que não pensam em progredir, mas unicamente permanecem no comodismo. Vivemos apenas atordoados, alojados na praça Siqueira Campos, eternamente esperançosos de que tudo venha por acaso, sem fazer esforço algum para alevantar o ânimo do cratense, provocando as urdiduras que só nos trazem dissabores.
Não ajudam em nada ao poder público porque sua mania é falar mal das autoridades. Não contribuem com trabalho profícuo e não ficam contentes com os impostos cobrados, mas assim mesmo, pagam a força ou deixam de pagar o IPTU.
Não lembram que temos um pé de serra que poderia nos trazer uma indústria de turismo a este município. Não exigem das autoridades o respeito e não reagem com forças contínuas e com pensamento.
Devemos seguir sempre o caminho que nos conduzirá ao mais alto grau do efeito de pensar. Cremos que esse modelo de pensamento poderá melhorar a nossa atividade para que enfim marchemos para o crescimento turístico, dentro das normas da civilização moderna.
Portanto o Crato está enfraquecido. Somos favorecidos pelas belezas naturais que nos oferecem o Chapadão do Araripe. Por que não aproveitamos esse dom que Deus nos deu e não tiramos vantagem dessa beleza que nos traz alegria, transformando-a em município autêntico e brilhante como era antes?
Por que não cobramos das autoridades, lembrando que foram eleitos para contemplar o povo com obras de artes que nos tragam benefícios?
Por que não exploramos o esporte como o futebol que é o esporte das multidões?
Por que não melhoraremos a quadra esportiva do Mirandão que foi uma obra presenteada pelo então governador Virgílio Távora?
Dá-se então a má impressão dos dignos prefeitos do passado (com exceção de Samuel Araripe e Antônio Primo) que deixaram de lado e abandonaram o nosso esporte que é a coqueluche do povo brasileiro? Por que o senhor não cuida do nosso esporte?
Cremos que esse modelo de pensar errado não pode melhorar e nem estimular a pessoa humana que quer subir ao degrau do otimismo e afastar o povo cratense do pessimismo doentio.
Não senhores, fujam desse pensamento pessimista e virem o barco ao lado da luta tenaz, com insistência que eternamente carregam a posição de relevo, mas preferem seguir o caminho da passividade não procurando produzir e nem entrar em acordo sério com pessoas de alto nível nas camadas sociais e tragam o Crato no mais alto estaleiro do progresso.
Entrem em reflexão senhores. Vejam que o povo está confiante e quer realizações. Não precisam aumentar imposto, o que precisa é gastar menos do que ganhar. Por favor não façam acordo escuso.

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