07 novembro 2017

O cratense reclama a falta de estímulo -- por Pedro Esmeraldo

Às vezes, tenho a mania de vasculhar livros a fim de procurar ideias estimulantes para defender o município de Crato. Certamente vasculho alguns livros técnicos e literários. Procuro boas ideias, para que, dentro do possível possa bradar, gritando contra esses homens acomodados da política do Crato. Pedimos que tenham grandes extensões em seu trabalho, que tenham capacidade de compreender, e que tenham interesse de utilizar com honestidade o serviço público, que venham favorecer com uma administração autêntica que façam vibrar a população cratense.
Em Tempos contínuos, perco a estribeira quando não posso vociferar com gritos ensurdecedores que façam vibrar a população cratense. Desejo que haja uma reação para favorecer com elevação e que evite esse impasse administrativo.
Debalde o meu esforço: esses políticos acomodados, muitos possuidores de uma administração pífia, alguns semi analfabetos e certamente dizem ser populares, mas possuem a mente curta e não procuram enaltecer.
Em momento oportuno, para relatar uma frase pertencente ao escritor brasileiro, quero relatar para o bom conhecimento do povo: ‘‘Aquele que espera que o fruto caia da árvore, é predestinado a comê-lo podre’’. Isso em meu modo de pensar, creio que é um alerta ao homem acomodado, pois deixa tudo para depois e com isso considera alguns políticos cratenses cidadãos acomodados.
Agora, para melhor esclarecimento, mostro que esse dito popular, esclarece com muita ênfase demonstrando o quadro febril de alguns políticos cratenses, já que, não tomam formação perfeita no seus trabalhos de engrandecimento e deixam encharcar o seu município com atividades malignas que não nos favorecem o crescimento firme e nem o equilíbrio administrativo.
No entanto, esclareço, exponho a realidade dos fatos, já que houve deles que negaram o favorecimento da vinda de uma escola de nível superior que empurraria o Crato para o adiantamento (Técnico, cultural e cientifico).
Daí então, quero afirmar que esses políticos mambembes não foram atrás do sistema técnico e educativo do Crato.
Durante todo esse tempo houve o fracasso da posição de intelectos do sul do Ceará.
Afirmo então que a falta de tenacidade foi o estopim do regresso do Município do Crato. Sinto que esse processo de desenvolvimento é contínuo e prolongado.
Nesse caso, quero configurar que as coisas estejam em lugares certos, mas permaneço com a ânsia de definir que poderá agir com a coragem e amor ao Município.
Fazer irritação com reclamo.  Isto é o que eu desejo, mostrar a esses políticos enfadonhos principalmente àqueles que se identificam com o pensamento ostensivo, que ao mesmo tempo são fracos, por que ninguém se conforma com essa lenga lenga de palavras ocas que cedem e empurram o barco para o lado do esfriamento político.
Com isto quero mostrar que o homem tem que ser realista, autêntico, dinâmico e não caia no estado de deprimência, provocando desespero de causa que ora se encontra no município cratense. Agora, mostrarei que o dito popular que veem esclarecer com muita ênfase provocando a vontade do povo, já que demonstra o quanto é febril, que provoca o fracasso de alguns políticos enfadados. Não tomam iniciativa e não se dedicam ao seu tempo precioso em trabalho ardiloso. Não têm perfeição no seu trabalho, mas encaram o município com futilidade.  Não resolvem nenhum problema importante que tire o Crato do atoleiro e que impeça de marchar para o lado do desenvolvimento. Lembro então que algum administrador teve a ousadia de negar a implantação de uma grande obra educativa que seria a redenção cultural, técnica e cientifica do município do Crato.
Com essa grande balburdia que há, o Crato vem se derrapando, marchando para a cidade dormitório. Por isso queremos evitar, enfrentando as barreiras que os carcarás jogam contra este município. Impedem de reagir tomando seu tempo e tirando seu benefício que melhoraria e contemplaria o povo do Crato. Para isso temos que evitar o fracasso administrativo. Desejo que haja luta árdua, com trabalho fecundo, destinando todo seu esforço a fim de evitar o fracasso, e evitar as injurias dessas cabeças malignas que provocam o Crato, mas devemos colocar a cabeça no lugar chegando frente a frente ao inimigo gritando: deem ao Crato o que é do Crato.
Afirmo que a falta de tecnicismo foi o fio embebido em substância inflamável do regresso deste município. Sinto que este processo de desenvolvimento deve ser contínuo e prolongado. Não é por acaso, mas configurar o trabalho com firmeza que será preciso ir atrás de tudo aquilo que desejam. Creio que há muita ânsia e força de vontade do cratense chegar lá mas tem que ter organização, planejamento e controle. Com isto, deve ter amor e muita coragem de enfrentar o barco que está à deriva, navegando em mares sombrios.
Os senhores políticos, foram eleitos para lutar e não para fazer acordos escusos.
O Crato precisa de reação.

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