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03 setembro 2017

Independência do Brasil -- por Rui Pinheiro Silva (*)


Daqui a poucos dias, estará transcorrendo o 195º aniversário da Independência do Brasil, acontecimento que marcou a ruptura política do Brasil e Portugal, em 7 de setembro de 1822. Na tarde daquele dia, um jovem de 23 anos, D. Pedro, príncipe regente e futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, cavalgava de Santos (SP) para o Rio de Janeiro, sob a proteção de uma pequena escolta. Estivera naquela cidade visitando as irmãs Domitila e Benedita, pelas quais andava apaixonado, quando recebeu mensagem urgente da Corte, enviada por José Bonifácio. Eram documentos explosivos, oriundos de Lisboa, que o destituíam de suas funções e determinavam seu imediato regresso à Portugal.

Em carta anexa, a princesa Leopoldina o aconselhava a ser cauteloso, porém, José Bonifácio era decisivo: "Senhor, chegou a hora de separar o Brasil de Portugal. Faça-se seu imperador ou rei". E assim, D. Pedro, tremendo de raiva, amarrotou e jogou no chão aqueles papéis e num surto de indignação, afirmou: "Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal". Ouvindo aquelas palavras, a comitiva respondeu: "Viva a Liberdade! Viva o Brasil! Viva D. Pedro!" Essa é a versão do padre Belchior, da comitiva, na qual não aparece o brado: "Independência ou Morte". Esse grito só aparece no relato do tenente Canto e Melo, ajudante-de-ordens de D. Pedro, registrado bem mais tarde: "Após D. Pedro ter lido a correspondência, e após breve reflexão, bradou: É tempo! Independência ou Morte! Estamos separados de Portugal"!. 

Há também a versão do coronel Marcondes, comandante da guarda- de-honra do príncipe, semelhante às anteriores, porém mais enfática: "Amigos, as cortes portuguesas querem mesmo escravizar-nos. De hoje em diante, nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais". E arrancando do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa, atira-o ao chão, dizendo: "Laço fora, soldados! Viva a Independência e a liberdade do Brasil"! Em seguida, desembainhou a espada, sendo acompanhado pelos militares da cavalaria, que, desde então, tomou o nome de "Dragões da Independência".
(*) Rui Pinheiro Silva, Coronel reformado do Exército

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