xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> A liberdade individual - Por: Emerson Monteiro | Blog do Crato
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16 agosto 2017

A liberdade individual - Por: Emerson Monteiro

Os conceitos definem bem que a minha liberdade termina aonde começa a liberdade do outro. Essa fronteira representa o princípio do respeito entre os seres humanos e desenvolve uma série de avaliações por demais importantes nos âmbitos do direito, da sociologia, da filosofia, etc. O respeito aos valores, por sua vez, significa paz social, até chegar à regra áurea de nunca querer para o outro o que não quer para si próprio.

Entretanto a consciência individual carece desenvolver tais valores no decorrer das existências. A desobediência a tais princípios ocasiona situações que exigem respostas até coercitivas, punitivas, do controle social, porquanto são criadas as leis que regem os comportamentos. Daí todos sermos sujeitos de direitos e obrigações. Nisso, meu direito termina aonde começa o direito dos demais. Estendidos às instituições, aos países, virão os compromissos que regem as normas internacionais, por exemplo.

Segundo postulados existencialistas, na filosofia, todos temos a liberdade que os outros nos permitem ter. Que o ser humano é condenado a ser livre, contudo diante do espaço de razões sociais determinantes. O que significa livre-arbítrio seria, diante disso, a possibilidade contingente de ser livre, porém na face das permissões e circunstâncias. Eu e o outro em movimento, em evolução. Isso impõe dependência a determinações do respeito mútuo e das normas, além da obtenção, pura e simples, das nossas pretensões individuais.

Destarte, condenado que somos a ser livres, os humanos hão de se render aos limites da liberdade qual padrão inevitável de reunir direitos em função das suas obrigações. Durante o exercício dessa liberdade tão apreciada, o grupo social impõe condições, ou contrapartidas, aos cidadãos que visam merecer a vida em sociedade, porém a pagar uma espécie de taxa de condomínio pelos benefícios auferidos de utilizar os serviços das vilas, das cidades, das nações. No transcurso dos tempos, em consequência, vêm as tradições, os sistemas e as civilizações. Homem nenhuma é uma ilha nesse mar de conformações e utilidades públicas

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