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31 julho 2017

Populações do Brasil e Rússia têm veneração por suas famílias imperiais – Por Pedro Afonso de Oliveira Murta

Imperador Dom Pedro II, Imperatriz Teresa Cristina e as princesas Isabel e Leopoldina

 A distante Nação Russa, por mais distinta que seja do Brasil em termos étnico-culturais e históricos quanto à sua origem, assemelha-se bastante conosco no que tange aos processos de ruptura para com a estabilidade regimental.  Esta, vigorou esplendidamente nos dois impérios.
    Infelizmente ao Brasil não foi reservada a sorte de ser governado por mais sete décadas pela monarquia imperial, que, entre outros, conquistou a independência do País e fez de sua nova pátria uma das potências mais modernas e respeitadas do planeta. No caso da Rússia, porém, a monarquia perdurou séculos e determinou, de maneira decisiva, os destinos do maior país do mundo.
    Em nome do vil positivismo progressista, foi consumado no Brasil o golpe de Estado em 1889, culminando com o início de uma longa era de crises, revoluções armadas, guerrilhas e tudo o que materializou a instabilidade positivista, como bem colocou o jurista e pesquisador baiano Renê Ladeia.
    Pedro II, tido hoje pela esmagadora maioria dos historiados como o mais íntegro homem que jamais governou o país, foi exilado por efeitos da sanção de uma lei garantidora da liberdade. Lei assinada pela Princesa Isabel de Bragança e Bourbon, Princesa Imperial Regente, em nome de S.M.I. o Imperador Dom Pedro Segundo, na qual declarou extinta a escravidão no Brasil.
Contra a solidez monárquica no Brasil, lutaram os positivistas. Já na Rússia, esse papel foi protagonizado pelos bolcheviques, atuando na derrubada do Império na Rússia. Aí entra a figura do sanguinário Lenin, que sentenciou o Czar e sua família a serem brutalmente assassinados.

Russos são mais monarquistas do que os brasileiros
No aniversário de 99 anos do assassinato da Família Imperial Russa – os Romanov – ocorrido no último dia 17, mais de 60 mil pessoas participaram da procissão em homenagem aos Romanov. A presença de público bateu o record de 2016, ou seja a procissão do ano passado. A procissão começou do local onde os membros da Família Imperial Russa foram assassinados e terminou onde os restos mortais do Czar, da Czarina e dos príncipes filhos deles  foram escondidos, num local onde  hoje em dia é um mosteiro em homenagem aos santos mártires reais.
 Nas fotos abaixo, a homenagem que os russos fizeram aos mártires da Família Imperial,no último dia 17:




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