xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> Cratensidade: A Mãe do Belo Amor, a devoção mariana mais antiga do Vale do Cariri -- por Armando Lopes Rafael | Blog do Crato
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19 julho 2017

Cratensidade: A Mãe do Belo Amor, a devoção mariana mais antiga do Vale do Cariri -- por Armando Lopes Rafael

A imagem da Mãe do Belo Amor, pequena escultura de madeira, medindo cerca de 40 centímetros, é venerada, desde os primórdios da Missão do Miranda – origem da cidade de Crato – que data de 1740, ou seja, há cerca de 275 anos. Esta estátua sempre foi aureolada por muitos fatos pitorescos e lendários. Monsenhor Rubens Gondim Lóssio, escrevendo sobre esta representação da Virgem Maria, em trabalho publicado na revista Itaytera, afirmou: “Herdada dos ancestrais indígenas, existia uma pequena imagem da assim chamada Nossa Senhora do Belo Amor, de todos venerada”.
Não existem documentos sobre a origem da imagem da Mãe do Belo Amor. Também não se sabe, ao certo, se essa pequena escultura já se encontrava no Sul do Ceará, antes de 1740, ano da chegada de Frei Carlos Maria de Ferrara, para catequizar os índios Cariris, quando fundou a Missão do Miranda (depois Vila do Brejo do Miranda), embrião da cidade do Crato. Ressalte-se que, antes da chegada desse frade, já tinha o Vale do Cariri certa densidade demográfica, embora não possuísse ainda nenhum aldeamento ou povoado considerável, o que só veio a se formar após 1740. Daí ser possível que a imagem da Mãe do Belo Amor já se encontrasse no Vale do Cariri, antes da vinda do fundador do Crato.
Presume-se, pois, que até 1745 esta pequena imagem da Mãe do Belo Amor, foi venerada na humilde capela de taipa, coberta de palha, construída por Frei Carlos – substituindo Nossa Senhora da Penha, Padroeira da Missão do Miranda – isto é, até a chegada da imagem da Virgem da Penha que se destinava à Guiné, na África e foi trazida de Recife, em 1641, transferida para Crato em 1745, onde é venerada até os dias atuais.

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