xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> “Coisas da República” | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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11 julho 2017

“Coisas da República”

Leis trabalhistas anacrônicas – por José Alcides Muller (*)
O conhecido chef de cozinha francês Érick Jacquin, radicado no Brasil, em recente entrevista a uma revista semanal afirmou categoricamente: “A legislação trabalhista no Brasil é uma vergonha. Há muita gente querendo empregar, mas ninguém quer se arriscar. Nunca mais vou assinar uma carteira de trabalho”.
Estamos em pleno século 21, contamos com leis trabalhistas da época de Getúlio Vargas e quando surge uma proposta inovadora, em que os direitos básicos do trabalhador permanecerão inalterados, aparecem os oportunistas de sempre, sindicalistas, movimentos sociais e principalmente os petralhas, para embaralhar as necessárias reformas. O que é bom para o Brasil é péssimo para a oposição.

(*) J. A. Muller ¬ – E-mail: josealcidesmuller@hotmail.com 

Temer cederá mantendo o Imposto Sindical ? – por Mário Negrão (*)
Na luta para se manter no poder, o presidente Michel Temer não pode abrir mão do fim do imposto sindical na reforma trabalhista. Seria um preço muito alto que não valeria a pena pagar. Se fosse feito isso, a última gota de apoio popular que ele ainda tem chegaria a zero. O sindicalismo inútil e inócuo continuaria vivo e os verdadeiros trabalhadores seriam prejudicados. A obrigatoriedade de pagar compulsoriamente o tributo com um dia de trabalho por ano é uma vergonha que permanece em vigor como um lixo autoritário. Temer deve manter-se até 2018, mas à própria custa, e não imputar o sacrifício ao cidadão que sobrevive mediante suas próprias forças. O imposto deve ser facultativo a quem desejar pagá-lo, porque, nesse caso, o sindicato trabalhará a favor da classe e não viverá na sombra e água fresca.

(*) Mário Negrão Borgonovi -- marionegrao.borgonovi@gmail.com

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