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10 junho 2017

Pequena mostragem do Feudalismo Caririense -- Por Pedro Esmeraldo

Na década de quarenta, desde tenra idade, observamos com insistência o comportamento desestimulado do homem do campo. Era subestimado pelo patrão que por sua vez praticava o regime de exclusão, já que não tinha nenhum movimento de valor em sua gleba. Sempre submisso ao patrão, víamos um quadro escurecedor em seu tratamento e em seu modo de viver, pois era dilacerado e desestimulado na produção agrícola.
Sempre tivemos ânimo e vontade de narrar as evidências de ‘‘força’’ que para nós seriam estranho no trato do patrão para com o empregado. Nesse período tivemos a vontade de nos manifestar com veemência sobre esse assunto que se tornava corriqueiro e alheio ao tratamento digno do homem, vez que havia desrespeito dessa gente desbravadora do progresso, visto que praticava frieza, pois os patrões exploravam os trabalhadores rurais, tratando-os com desdém, pois dava início ao tratamento desigual e a exploração do homem pelo homem. Isto era de entristecer! já que, se não nos falha a memória, esse regime seria proveniente da civilização portuguesa que eles trouxeram desde o início da colonização do Brasil.
Consideramos isso um regime feudal. Era constante na região, pois era constituído nas ações que seriam para nós ações enigmáticas. Apresentavam essa parte do regime o início da civilização que nos trouxe um comportamento revoltante do homem moderna.
Apresentava essa parte do regime feudal desde a média que era representada pela mídia despudorada do patrão indigno que não correspondia ao bom desempenho, pois provou o retardamento da civilização moderna.
Às vezes, o homem não tinha o direito de apresentar-se honrosamente e o seu trabalho como digno do senhor altruísta que não relevava ao trato do cidadão comum, visto que tinha por objetividade explorar o homem do campo com excessivas obrigações, não possuidor de valor mas reconduzia ao bom desempenho, trabalhando de sol a sol, a partir das seis horas da manhã que ia até as cinco da tarde. Era uma tristeza quando observávamos o homem ser explorado com trabalho ardente e uma alimentação péssima, de baixo teor nutritivo.
Infelizmente entre os meios dessa gleba havia patrões moderados, altruístas, já que tratavam o cidadão comum como sendo um senhor de valor. Exibiu, pois fazia o rurícola amealhar bons produtos para o seu sustento familiar.
Nesse interim, havia patrões dignos que ajudava o homem, dando assistência alimentar e conduzia os filhos para a escola rústica, mas tinha o prazer de dá assistência à família com muita perfeição e dignidade. Quando adoecia algum deles, o patrão se prontificava dando tratamento merecido e não os deixava morrer à mingua.
O pobre rurícola não se cansava de trabalhar visto que lutava de sol a sol conduzido para o plantio da agricultura, ou diariamente, era empurrado pelo feitor para se conduzir o almoço enviado pela patroa (era um gesto de nobreza) o almoço era para todos os trabalhadores, mas não era digno de chamar almoço, visto que era conduzido pelo prato enorme de barro de adobe com colheres e se alimentavam juntos, sem tempero e sem nem um pingo de carne que favorecesse a digestão. Não havia higiene e o trabalhador era sujeito a se alimentar acintosamente enfrentando essa dificuldade de comida de qualidade porque o patrão tinha que diminuir os gatos alimentícios para aumentar o lucro favorável.
Quanto ao efeito moradia, o patrão oferecia uma casa rústica de taipa de barro batido que não dava nada de conforto ao habitante. Por esse motivo o morador da cassa era obrigado a trabalhar diariamente e não podia arredar o pé a fim de conseguir melhores ganhos que lhes satisfizessem melhorias de qualidade do trabalho e da sua vida. Recebia do patrão uma enxada, foice, roçadeira e outros instrumentos que lhe favorecesse com dignidade o seu trabalho. Geralmente era representado com peça única e que era o cabo de enxada que por fim era obrigado a acunhar e manter os instrumentos conservados. Há outras histórias que venham mostrar como o pobre rurícola de antigamente era submisso e fustigado pelo patrão até a morte. E o pior que havia, é que o rurícola não tinha para quem apelar, visto que havia acordo entre os patrões que era não tolerar e não aceitar as mínimas injunções trabalhistas.
Lembramos muito bem desse descaso. Foi estranho para nós. A dificuldade tinha de ocorrer, pois praticava revolta na juventude que era determinada por pessoas evoluídas do esquema e que incentivava ‘‘o jovem mais evoluído’’ para retirar-se para São Paulo ansiando conseguir melhores condições de vida na exploração da cultura cafeeira desse estado. Muito deles observavam como era o comportamento dos trabalhadores de lá que satisfaziam seus objetivos. Como era relevante o serviço do pobre já que transformava os seus objetivos em realidade que era relevar-se a uma vida melhor e de qualidade alimentar.
Tentando mudar e melhorar sua vida, o jovem nordestino soube se equilibrar, procurando amealhar recursos para mandar buscar sua família sofrida do Nordeste.
Daí então, houve a diáspora dos agricultores pobres do Nordeste porque preferiam sair de pau de arara(Caminhão) porque procurava enaltecer-se com o trabalho digno e melhores lucros.
Lá, o nordestino foi considerado herói porque teve a coragem de enfrentar as barreiras que pareciam intransponíveis, mas deu a resposta com coragem, mostrando ao patrão do Nordeste que eles tinham que mudar de regime e de melhorias de qualidade na terra, pois o homem tinha que observar que o progresso tecnológico estava chegando e pondo fim a esse destrato a esse regime de submissão que só sabia explorar o homem no campo, sem procurar avantajar o seu semelhante do campo, mas tinha que avançar na melhoria de tratamento e na qualidade de vida do cidadão do campo.
Hoje, não conseguimos ainda o equilíbrio técnico e melhoria de comportamento de vida ao homem nordestino devido à falta de indignidade e desonestidade dos nossos políticos que sempre marcham para o comportamento toma lá da cá, e não desejam o equilíbrio, moral, financeiro e administrativo.

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