xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> O juiz e o réu - por Antônio Morais. | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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07 maio 2017

O juiz e o réu - por Antônio Morais.

Temos, na história da humanidade, dois exemplos de comportamentos antagônicos. Francisco de Assis, que abdicou dos prazeres do mundo, trocando a fortuna pela pobreza e pela solidariedade. É bem o que se pode chamar de exemplo de humanidade. As palavras daquele santo, cheias de puro amor, ecoam ainda hoje em todo mundo, mais de novecentos anos depois de sua morte. A oração a ele atribuída é uma das belas paginas da literatura mundial. Ele se coloca dentro da dimensão de sua pequenez humana e recorre a Deus, pedindo que haja “amor onde houver ódio; que haja paz onde houver intriga: que haja luz onde houver trevas” e segue por aí, pedindo o que for de melhor para seu próximo.
Contrastando com a humanidade franciscana, a História nos mostra, de corpo inteiro, o orgulho "mussoliniano". Não vamos discutir aqui os benefícios que possa ter feito para sua gente. Mas se um governante é louco, pode levar seu povo à loucura. E isso aconteceu na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, que acabou transformando a humanidade.
O orgulho de Mussolini era tão grande que sua megalomania falou mais alto que os interesses italianos. Seu grande erro e desastre total para seu povo foi à submissão a outro louco chamado Adolfo Hitler, de cuja memória se envergonha a espécie humana.
Mussolini mandou cunhar medalhas e imprimir folhetos com sua fotografia, no mesmo estilo de sempre, onde aparecia com ar de poderoso, sem conseguir, no entanto esconder sua empáfia, com as palavras que revelavam toda sua mania de grandeza. No verso de sua efígie ou de sua fotografia, estava escrito: "Se eu avançar, segui-me; Se eu morrer, vingai-me; Se eu trair, matai-me".
Agora, o juiz Sérgio Moro conclama o povo brasileiro, pelas redes sociais, a não ir às ruas de Curitiba no próximo dia 10 dez de Maio. Trata-se de uma audiência comum e que a justiça fará sua parte com a civilidade legal e a sensatez humana não havendo a menor necessidade de qualquer conflito entre os que apoiam a Lava Jato e os que defendem o réu Lula da Silva.
Já o Pajé Lula da Silva, imitando o Mussolini convocou o povo para guerra, não sabe ele que o povo italiano não seguiu Mussolini até o fim. Pelo contrário, o ocaso daquele ditador foi devastador. Foi morto e o cadáver pendurado num poste e ateado fogo.  Porque Mussolini na sua união desastrada com outro louco, o Hitler, fez mais mal do que o bem ao povo de seu país.

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