xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 13 de maio: 129 anos da abolição da escravatura | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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13 maio 2017

13 de maio: 129 anos da abolição da escravatura

O Monarca e sua Família são independentes, imparciais e apartidários, condições que garantem o hígido cumprimento do Poder Moderador; no entanto, sob nenhuma hipótese podem se isentar das causas justas e caras ao povo que representam e pelo qual são responsáveis, atuando como fomentadores e representantes do caminho certo a ser seguido. Assim, graças a Deus, foi no Brasil.
Em 13 de Maio de 1888, a Princesa Imperial Dona Isabel, na qualidade de Regente do Império, coroou a causa pela qual sua Família advogou desde o princípio: a abolição do espúrio instituto da escravidão.
Uma das tantas provas? A primeira página do "Livro de Ouro da Câmara Municipal de Petrópolis", de 1884 (cuja reprodução se encontra na arte que acompanha esta publicação). Nele consta o registro de doações feitas espontaneamente para emancipação dos escravos da região.
A Princesa Imperial assina, juntamente ao seu esposo, "SS.AA. Conde e Condessa d'Eu", assinatura que somente tomaria após o exílio. Já o Imperador Dom Pedro II, resguardando ainda mais sua imagem de possíveis ataques, em primeiro lugar assina: "Um Brasileiro".
Essas assinaturas, na realidade, não escondem aqueles que doaram as maiores quantias, somadas em 1 Conto de Réis, mas reforçam a justiça promovida pelo Imperador, sua filha-herdeira e seu genro.
A Família Imperial do Brasil nunca se eximirá de lutar pelas causas justas e morais que consideram as corretas para os rumos de nosso povo e grande Nação, dos quais é a primeira servidora.
No júbilo apoteótico da assinatura da Lei Áurea, o Barão de Cotegipe saudou a Princesa Imperial Regente, antecipando o que viria a acontecer dentro de pouco mais de um ano, como retaliação pelo ato:
"Vossa Alteza redimiu uma raça, mas perdeu o trono."
A Princesa, respondendo ao Barão, prontamente disse, formulando, no fundo o dever de um Monarca frente às causas que deve advogar para o benefício de seu povo:
"Mil tronos eu tivesse, mil tronos eu daria para libertar os escravos do Brasil!"
(Postado originalmente no Blog Pro Monarquia)


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