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15 abril 2017

Em VEJA desta semana: Marcelo Odebrecht diz que propina foi de até R$ 2 bilhões ao ano

O executivo-delator afirmou que a empreiteira destinava entre 0,5% e 2% do seu faturamento anual para ilícitos, e que o processo durou pelo menos vinte anos

O empresário e herdeiro do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, disse que a empreiteira chegou a destinar até 2 bilhões de reais em um ano para o pagamento de propinas e caixa dois. A informação foi dada pelo executivo, durante um dos depoimentos de delação premiada na Operação Lava Jato.
Marcelo diz que não tinha conhecimento específico das operações, mas sabia do volume que era movimentado pelo departamento responsável por fazer pagamentos ilícitos, conhecido como “Departamento de Operações Estruturadas”. “Eu sabia, a alta cúpula sabia, que a gente sempre movimentou, ao longo dos anos, [um valor que] variava de 0,5% a 2% do faturamento do Grupo [Odebrecht]. Nós estamos falando de um grupo que já chegou a faturar 100 bilhões de reais”, explicou.

À esquerda, a capa de VEJA desta semana: República Federativa da Odebrecht --"com  a goela muito aberta".


O Congresso subjugado

A bancada da Odebrecht era a mais poderosa do Congresso Nacional: o presidente do Senado, o presidente da Câmara, 29 senadores e 39 deputados no bolso
Eunício Oliveira, presidente do Senado (PMDB): investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; Rodrigo Maia, presidente da Câmara (DEM): investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro (Cristiano Mariz/VEJA)

“Em geral, você não tem uma relação sustentável naquele toma lá dá cá. Se você chegasse para o deputado ‘Pô, me apoia aqui’. Toda hora que você pede um apoio o cara diz ‘Eu quero tanto’. Não é uma relação sustentável. Em geral, aquelas relações mais duradouras são as relações que ficam: o cara sempre te ajuda e você está sempre ajudando ele.” Foi assim, nas palavras de Marcelo Odebrecht, que, durante décadas, maior empreiteira do país foi consolidando influência e poder dentro do Congresso Nacional, em nível só comparável ao de grandes partidos. O método era simples e eficientes: o da cooptação financeira. Parlamentares precisavam de dinheiro pra suas campanhas, e, em muitos casos, também para outras despesas. A Odebrecht financiava os gastos, quase sempre por vias ilegais. Por quê? É a regra elementar das organizações mafiosas: ao entregar dinheiro sujo aos deputados e senadores, a empresa conquistava mais que parceiros. Ganhava cúmplices.
(Matéria completa na edição de VEJA desta semana)

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