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13 março 2017

Máquina pública brasileira: Suja, gasta, emperrada – por Wilson Matiotta (*)

Quando fiz o colegial, não posso esquecer de um professor que dizia que o governo federal deveria sustentar-se em apenas três pilares, que seriam saúde, educação e segurança. Nossos governantes não sabem que o desenvolvimento está dentro de cada Estado e, especialmente, de cada município.
Saúde e educação deveriam ser de qualidade e para todos e Estados e municípios, fiscalizados com rigor. Isso facilitaria o desenvolvimento de cada um dentro de suas qualificações. A segurança, além de garantir nossa nacionalidade, guardaria nossas fronteiras secas e marítimas usando as Forças Armadas nos três níveis, deixando-nos seguros. O que temos, porém, é uma União que sempre quis gerenciar tudo e deixou os Estados e municípios caindo aos pedaços.
Pensa-se em fazer a recuperação financeira aumentando os impostos dos miseráveis eleitores. Mas nossa máquina pública há muito não é inspecionada, está suja, emperrada, produz apenas gastos, graças a suas engrenagens (os parlamentares) apodrecidas, gastas, desdentadas. Um deputado recebe salário, cotão, auxílio-moradia, verba de gabinete, ajuda de custo, despesas médicas... Por ano ganha em torno de R$ 1,9 milhão. No total, só com senadores e deputados gastamos mais de R$ 1 bilhão.
Então, se não podemos trocar, vamos reformar essa máquina, que está um lixo, e não obrigar os brasileiros comuns – que nada recebem além de seus parcos salários, moram em favelas – a morrer de trabalhar apenas para engordar uma corja de desonestos.
(*) WILSON MATIOTTA – E-mail: loluvies@gmail.com

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