20 dezembro 2016

Capacidade criativa - Por: Emerson Monteiro

Dentre as funções do ser humano uma existe que bem caracteriza essa necessidade primária de agir e existir perante a vida. É a disposição de inovar os meios e o contexto, criar nagora o momento seguinte com seus instrumentos, por força do gesto de trabalhar as oportunidades, encontrar a resposta do mistério e insistir em sobreviver neste chão.

Espécie de autodescobrimento constante, o ato de criar significa sobremodo o esforço de conhecer a profundidade. Avaliar os resultados de si mesmo nas formas do que transmite aos elementos naturais.

As experiências do instante presente são, pois, a soma dos pensamentos, crenças, suposições, intenções, sentimentos, emoções e vontades conscientes, semiconscientes, inconscientes, ainda que em conflito, acrescidos no ato de fazer, gerar os frutos de mostrar a que se veio.

Tudo, por isso, representa desde o medo à culpa e demais sintomas, que revela quem na verdade somos nós, o que indica o que produzimos nos espelhos que isso revelam. O efeito de gerar o bem demonstra o encaminhamento da nossa energia a revelar o interior da personalidade. A gente projeta no que fizer qual estrutura inicial do que aguardamos do Inconsciente a respeito do conteúdo do mapa íntimo que somos.

Assim, através da criação, revelamo-nos diante das circunstâncias, acontecimentos e experiências de vida. O ego projeta o que apresenta de criação, detalhes importantes da personalidade total, e fornece os meios das descobertas mais abrangentes do Ser. Tal uma voz que vem do interior, revela o conteúdo do Eu maior.

À medida que conhece a si, demonstra o potencial oculto da existência em prosseguir a caminhada rumo do encontro, descoberta do Eu espiritual, escopo da totalidade infinita.

Desde a infância à idade adulta, pessoas seguem essa busca incessante até finalmente proceder à descoberta de sua destinação, quando vence a divisão ilusória do ego e do Si mesmo, e descobrem o poder e o Amor, peças únicas do processo da Individuação. Portanto, a criação trabalha este sentido da integração e oferece os resultados inestimáveis da essencialidade divina.

Eu defendo Michel Temer – por Paulo Sayão (*)



Em meio unicamente às críticas, oportuno é lembrar,  nesta altura, um breve balanço das realizações do governo Temer, o qual, sem dúvida, tem demonstrado coragem para reconstruir, sem medo de reformar e enfrentar desafios difíceis de superar.
Podemos destacar, dentre outras, a aprovação das leis que regula o funcionamento das estatais; das concessões e privatizações; do pré-sal; das empresas aéreas; da repatriação do dinheiro depositado no exterior; as PECs (Projetos de Emenda à Constituição, que exige 2/3 dos congressistas para serem aprovados) da DRU e  do teto de gastos públicos; o início da redução dos juros e a queda da inflação, que deverá atingir a meta em 2017.
Tem mais: aprovação das leis de manutenção do câmbio flutuante; para  a liberdade de a Petrobrás operar preços de combustíveis e se reerguer do caos com uma  administração competente;  a coragem de pedir a  exclusão da Venezuela do Mercosul; o projeto de  reforma do ensino médio num modelo de pleno sucesso em muitos países;  a revisão das dívidas dos Estados brasileiros; o corte de patrocínio de blogs partidários (como era praxe na era Lula/Dilma) e  a revisão e revitalização da Lei Rouanet.
É pouco? Tem mais: Também foi iniciativa do governo Temer,  o debate da reforma previdenciária; propostas de ajustes sem criar mais impostos; revisão do papel do BNDES;  34 empreendimentos  de infraestrutura a serem privatizados em 2017; redução do número de ministérios;  a melhora do risco Brasil no exterior; a recuperação do valor de mercado das empresas listadas em bolsas de valores;  projeção de crescimento do PIB em 2017 após a pior, mais grave  e maior recessão de toda a História Republicana do Brasil.
Considere-se ainda: o  ajuste rápido das contas externas; redução de impostos para remessas ao exterior; redução de juros da Caixa Econômica para financiamento imobiliário e dos juros para financiamento da dívida pública; a lei que amplia poderes das CPIs; a que simplifica o trâmite dos processos judiciais; a que renegocia dívida de produtor atingido pela seca no Nordeste; a implantação do Supersimples beneficiando cerca de 270 mil microempresários e o  enquadramento de vinícolas no Supersimples.
Percebe-se que o Brasil não trocou seis por meia dúzia. Essas atitudes de agora vão possibilitar aos brasileiros um País melhor e renovado. É o que me lembro, no momento, mas certamente o País está agora tomando um rumo...
(*) PAULO T. SAYÃO – e-mail psayaoconsultoria@gmail.com