xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 18/11/2016 | Blog do Crato
.

VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



Comunidade Cratense no Facebook - Mais de 25.000 seguidores. Clique em Curtir e adicione a sua Foto !

18 novembro 2016

Para Você Refletir - Por Maria Otilia

Final de gestão  na esfera municipal. Infelizmente uma grande parte dos gestores não cumpriram suas promessas de campanha durante estes quatro anos,  não efetivaram seu projeto de governo.E o nosso cariri está dentre estas estatísticas. Sendo o município do Crato o que mais teve uma gestão "desastrosa" em todos os aspectos. Daí ressaltamos a importância da reforma política principalmente no tocante ao financiamento de campanhas políticas por empresas privadas.Bem como a criação de critérios mais rígidos para o registro de candidaturas a cargos eletivos, tanto no executivo  como no legislativo.
.Neste sentido os candidatos quando  eleitos deixam de cumprir  com o seu compromisso de representante do povo para  atender aos interesses  de uma classe privilegiada .
Posto abaixo uma bela fábula de Ruth Rocha que traz para todos nós uma reflexão sobre um representante que não sabe de nada, inclusive administrar o bem público. Boa leitura.
                          
          O REI QUE NÃO SABIA DE NADA

 Havia um rei que tinha seus ministros, sendo que estes eram responsáveis por cuidar da cidade. Certo dia os ministros descobriram uma máquina que fazia tudo e apresentaram-na para o Rei, que por sinal gostou muito da ideia. Essa máquina passou a fazer tudo na cidade, porém, certo dia, ela parou de funcionar e começou a fazer coisas erradas, mas os ministros nada falavam ao rei e ele nem se preocupava em perguntar se tudo estava dando certo. 
No dia do passeio do rei pela cidade, os ministros puseram cenários pelas ruas onde ele passaria, para que ele não visse o estrago que a máquina havia causado e a verdadeira situação em que o país se encontrava, entretanto uma criança do outro lado do cenário chutou sem querer uma bola e toda a falsa paisagem se espatifou pelo chão. O rei ficou muito assustado e com medo daquilo que os outros estavam pensando dele e saiu correndo, pelo caminho “perdeu a coroa, perdeu o cetro, perdeu o manto, perdeu até o jeitão de rei”, e de tanto correr, chegou a um lugar muito longe do seu castelo, uma cidadezinha em que os habitantes (por não o terem reconhecido) reclamavam que o rei não os escutava, nem sequer sabia que eles existiam. O rei se assume rei e então toda a cidade começa a dar muitas ideias sobre como ele poderia governar, assim ele decide demitir todos os ministros e aceitar as sugestões dos seus novos amigos.
            Percebemos inúmeras questões sociais nesse texto, o rei que deveria ser o mandante do país, responsável e ciente de tudo o que nele ocorre, não passa de um desinteressado que é ao mesmo tempo inocente e culpado. Inocente pelo fato de ser enganado  por pessoas as quais ele considerava confiáveis e fiéis. E pode ser considerado culpado por estar alheio ao que realmente estava acontecendo no país de sua responsabilidade (com um olhar mais crítico, pode se considerar que ele se deixava enganar) e não se interessar em saber os problemas e as dificuldades enfrentadas pelo povo (nem ao menos sabia se havia isso), confiando cegamente no funcionamento de uma máquina e na administração de ministros “fingidos”.
            Essa personagem da estória se comparada com a realidade se assemelha mais ao “povo” do que a figura equivalente ao rei, que, na atualidade, seria o presidente. Ocorre assim, uma inversão de valores, em que aquele que possui a maior autoridade é aquele que menos sabe. Hoje em dia sabemos que são os cidadãos brasileiros os enganados, porém no fundo cada um se acomoda de uma forma particular com o engano que está sofrendo de forma consciente, tanto pelo fato de não saber o que fazer para mudar, quanto por não ter poder nenhum em suas mãos para que alguma mudança verdadeiramente relevante aconteça.
Entretanto, o que vemos no texto é que, ao revelar-se enganado, o rei por possuir a autoridade em suas mãos pode mudar significativamente a história de seu país, e para isso as primeiras decisões tomadas são as de demitir os ministros fingidos (que equivaleria, atualmente, aos governantes corruptos) e de aceitar as sugestões do povo para que eles juntos pudessem consertar os erros cometidos pela máquina, pela má administração dos ministros e por sua falta de zelo com seu país.

A jumenta de Balaão - Por: Emerson Monteiro

Na madrugada bem cedo, ele arriou o animal. Via-se pressionado pelos emissários do rei dos moabitas, Balaque, filho de Sefor, que lhe reconhecera a força profética para amaldiçoar os israelitas espalhados, vagando sem rumo entre as nações do deserto.

Claro que Balaão nunca desejara agir daquele modo, porquanto estimava o povo de Israel, sabendo-o abençoado por Deus. Contudo também desejava permanecer vivo nessa história.

Há pouco, de noite, escutara na consciência que seguisse, no entanto para falar, sim, as palavras que Deus mandasse.  

Quando a caminho acompanhado de dois servos surge-lhes na frente um anjo do Senhor armado de reluzente espada, só visto pela jumenta, que por isso arrastava seu dono noutra direção, acuada que ficara ante a inesperada visagem. De nada serviu mudar de lugar, pois o anjo correu e, outra vez, interceptou-lhe a montaria, que agora forçava as pernas de Balaão de encontro aos arbustos de uva quando prosseguia bloqueada pela imagem que avistava. Sem compreender aquilo, aborrecido, insistente, o profeta espancava e constrangia as ancas do pobre animal, querendo-o, a qualquer custo, de volta ao trecho da jornada. Alternativa não restou; a jumenta dobrou-se exausta sob peso do homem furioso, que mais ainda lhe vergastava, a ponto de ela chegar a falar:

- Que é que ti fiz, Balaão, para merecer tanto castigo?

- Perdeste o respeito comigo - revidou surpreso o cavaleiro, após aplicar sucessivas camadas de cipó na jumenta.

- Possuísse aqui instrumento de corte e te mataria agora mesmo.    

- Não sou eu tua montaria há quanto tempo? Que outras desfeitas te fiz até hoje? - seguiu questionando o animal exausto.

Nesse momento, Balaão, envergonhado, de cara no chão, notou a visão do anjo de espada em punho a lhe dizer:

- Por três vezes marcou esse bicho, enquanto eu bloqueio sua estrada para que não contraries a minha vontade. Houvesses continuado e serias eliminado por desobediência, em vez de a jumenta por ti ameaçada e que salvou tua vida recusando passar contra mim.

Ainda querendo retornar, em sinal de arrependimento, porém, sob a determinação do anjo Balaão prosseguiu a viagem. Cumpriria uma missão bem contrária à que lhe impunha o rei:

- Vai com esses homens, mas falarás o que eu disser.

Tal modo aconteceu naqueles primórdios da história de Israel, de acordo com o livro bíblico de Números (22, 20-35).

A esperança que vem do céu: Seminário São José de Crato celebrará missa na intenção de um bom inverno


Fonte: Site da Diocese de Crato
– Em oração, rogando a Deus por intercessão de São José, a Santa Missa está marcada para as 19h, deste sábado, no Seminário.
O Seminário São José, em Crato, tem a tradição de celebrar, todo dia 19, exercícios espirituais em louvor ao esposo da Virgem Maria, seguido de Santa Missa e bênção do Santíssimo Sacramento.
Este mês, a tradição carrega um significado especial para o sertanejo. É que a “Hora da Graça”, como também é chamada, será celebrada na intenção de um bom inverno, de modo garantir safra e mesa farta para o povo de Deus que convive com o semiárido.
O Missal Romano (Ed. Paulus, 6ª edição), inclusive, traz o rito de várias Missas “em diversas circunstâncias da vida pública”, entre elas para pedir “as chuvas necessárias”.
Na tradição católica, o dia de São José é de súplica. O santo, pai de Jesus Cristo, era carpinteiro, mas acredita-se que em épocas de plantio e colheita ele também trabalhava na agricultura.
Por marcar, então, a chegada de um período mais chuvoso, o dia 19 de março foi simbolicamente escolhido para celebrar o santo, que virou patrono dos agricultores e declarado pelo papa Bento XV como patrono da justiça social.


Coisas da República: dois pesos e duas medidas



Pega na mentira (por Cristina Rocha Azevedo)
O Ministro da Defesa, Raul Jugmann,  espera punição exemplar para os invasores da Câmara dos Deputados  e a Polícia Federal abre inquérito para investigar invasores do Congresso. Poderíamos pensar que este é um país onde impera a ordem. Mentira!
Polícia e Ministério Público são exemplares na hora de punir 50 cidadãos que protestaram na Câmara dos Deputados, mas  são incapazes de fazer os invasores das escolas e universidades  públicas  desocuparem os prédios para que a maioria possa ter aulas. Polícia e Ministério Público são incapazes também de coibir as ações criminosas da CUT, do MST e do MTST, que infernizam a vida dos cidadãos de bem. Essa gente faz o que bem entende sem que ministros ou a Polícia Federal sequer pensem em identificá-los.
E-mail: crisrochazevedo@hotmail.com
o0o   o0o   o0o

Iguais perante a lei?  (por Humberto Schuwartz Soares)
Os manifestantes quebraram uma porta de vidro, invadiram a Câmara dos Deputados, foram presos e estão sujeitos a pena de reclusão de dois a seis anos. Já o MST e o MTST, nas suas inúmeras manifestações, com tumultos e danos materiais, nunca foram responsabilizados e jamais sequer se cogitou de penas de reclusão. Embora conste na Constituição da República que todos são iguais perante a lei...
E-mail: hs-soares@uol.com.br

o0o   o0o   o0o

Agora é caso de polícia...  (por Frederico Foutoura Leinz)
Como sempre, o exemplo veio de cima. Enquanto invadiam e depredavam o patrimônio das escolas, universidades, fazendas, interditavam ruas, avenidas e rodovias com pneus em chamas, o governo federal achava normal e nenhuma atitude tomou. Ao contrário, deixou a bandalheira correr solta. Agora, quando atinge diretamente os políticos, aí, sim, é caso de Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia do Congresso Nacional, prendendo e fichando todos os “ocupantes” para que paguem uma porta de vidro quebrada. É o País descendo a ladeira em alta velocidade!
E-mail fredy1943@gmail.com

Edições Anteriores:

Novembro ( 2017 ):

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30