20 agosto 2016

Alegria qual fator de sobrevivência - Por: Emerson Monteiro

A todo momento vem a urgência de uma visão positiva da realidade qual fator inevitável da sobrevivência. Isso por conta das demandas negativas que ainda preocupam, quando isso nem procura. Nuvens de desencontros sujeitam a barra dos dias. No próprio relacionamento com os demais, nódoas de incompreensão e aflições diante do enredo cotidiano que fustiga o humor a ponto de criar bichos tortos pelas frestas do tempo.

Daí ser importante ser feliz numa vocação pouco utilizada. Bloquear o senso de agressividade, numa certeza firme da precisão de sorrir aos dissabores. Interpor gosto pelos bons instintos, livre das situações. Isso até parece meio irresponsável, porém sábio.

Olhar o Universo de olhos limpos, eis a condição para evitar dissabores, desavenças, abusos. A depressão, na opinião corrente, virou o mal da atualidade, covardia moral no papel de vítima. Erguer a mente para cima da linha do horizonte, porquanto acontecerá nas áreas do cérebro encarregadas de gerar a satisfação. Longe de apenas pensar no bom, viver o que é bom no instante presente, a base da positividade.

Por isso, trabalhar nos detalhes o momento seguinte. Saber e praticar, norma primeira da alegria. Querer e poder, nas providências. Pequenas doses de bom humor representarão saúde, paz e resultados produtivos dos pensamentos e sentimentos, quando é o sujeito responsável pela visão existencial.

Com isso, sendo o método da permanente felicidade ocasionar os filmes de qualidade boa, no firmamento individual se produzirá a peça da vontade positiva, primeiro na pessoa, depois na sociedade inteira.

Esta a ideia principal do comentário, aprender na experiência que querer bem, pensar bem e agir bem resultarão na força da alegria, matéria prima do sucesso.