xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 02/07/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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02 julho 2016

Verdadeiro Motivo da Queda Canavieira – por Pedro Esmeraldo

    Constantemente, sentimos o capricho de estimular com paciência e força propulsora do trabalho honesto que pode se elevar ao plano superior de todo conjunto de ideias, conduzindo ao bom caminho. Portanto, devemos alcançar o segmento estrutural com uma posição de equilíbrio moral.
    Contudo, devemos lembrar que o desenvolvimento deve estar bem preparado a fim de obter com segurança e lutas para alcançar o futuro promissor. Com trabalho, eficiente e forças aguerridas, promovendo o bom combate.
    Para isto é necessário que haja compreensão mútua e atividades fecundas.  Não devemos acomodar-se no tempo e no espaço e nem usar o mau caminho. Caso contrário, não haverá posição estável e o trabalho cairá na bancarrota. O processo de equilíbrio não prosperará se não entrara com evidencia. Com o intuito de alcançar a posição social não se elevará, não sobressairá no inter-relacionamento das circunstancias no controle moderado da distribuição da renda.
    Lembrarmos que a nossa posição canavieira do passado foi o expoente da nossa, economia, mas dava emprego mixuruca ao pessoal do campo. Trazia o desenvolvimento lento das cidades do Cariri. Hoje, essas cidades se encontram na impassividade, sem acompanhar o ritmo progressista, devido à falta de influência das autoridades locais que prejudicavam a modernização da agricultura.
    Infelizmente, fomos esquecidos. Isto causou frigidez ao agricultor caririense que não soube prosperar no avanço tecnológico.
    Muitas e muitas vezes, os agricultores conquistavam empréstimos bancários, “a juros módicos”, pois, se o homem agricultor tivesse conhecimento técnico formaria um melhoramento de qualidade, com a presença de trabalhadores qualificados que se alimentavam com a grandeza do desenvolvimento que traria medidas sóbrias para prosperar o desenvolvimento ético.
    Ficamos alheios aos ensinamentos modernos. Não nos relacionávamos com a presença de pessoas qualificadas e com o desejo de expressar métodos agrícolas que utilizariam as palavras no uso de boas formações aos companheiros. Não tinham especialização em nenhum tipo de serviço agrícola.
    Devemos lembrar que não havia interesse dos agricultores em praticar a melhoria de produtividade e não levava efeito às aplicações das forças produtivas.
    Por isso, ficamos metidos no atraso continuo, causado por pessoas apáticas que não desejavam seguir na marcha para consegui o caminho reto, em direção ao adiantamento, composta por uma agricultura rasteira, sem direção para marchar na rota do desenvolvimento tecnológico.
    Ocorre assim, sem orientação não houve modernização no exercício do bom procedimento e da boa maneira de agir. Permanecemos estagnados no tempo e no espaço.
        Não foi por falta de recursos. Esse atraso foi proveniente da ignorância dos homens do campo, pois não recebiam orientação técnica e nem sabiam manejar o plano elevado do trabalho agrícola. Partiam sempre para o egoísmo. Não havia habilidade alguma para executar planos que favorecessem o bom desempenho na orientação do manejo de trabalho. Não acompanhavam o crescimento acelerado. Por isso o lucro era irrisório, mal dava para pagar com eficiência o trabalhador rural que era sempre ludibriado porque não tinha condição satisfatória, e consideravam-nos de uma maneira geral, um cidadão turrão, porque não sabia controlar as suas ideias e era tratado como um cidadão esquecido na sociedade.
    Não tinham competência para formar uma sociedade cooperativista que seria o sistema econômico social que abrasava a moralidade na base sobre a qual se construía novas atividades formadas por grupo solido.
    Não havia interesse praticar a melhoria de qualidade e levar a efeito as forças produtivas, lutando por uma causa melhor. Não sabiam agir com eficiência e abundancia do sistema econômico de integração do comportamento, sem se elevar na perfeição que seria necessário para o crescimento do desenvolvimento agrícola. Eis ai o motivo do atraso de nossa agricultura moderna.
             

O outro lado da moeda: A saída do Reino Unido da União Europeia e o ocaso do Ocidente - Por Roberto De Mattei (*)

O Brexit (movimento pela saída da Inglaterra da UE) representa certamente um sobressalto de ufania de um povo com longa história e antiga tradição. Mas a identidade e a liberdade de um povo se fundam no respeito à lei divina e natural, e nenhum gesto político pode restaurar a liberdade de um país que a perde por causa de sua decadência moral.
Na sua curta vida, a União Europeia, incapaz de definir uma política externa e de segurança comum, se transformou numa tribuna ideológica, produzindo resoluções e diretrizes para compelir os governos nacionais a se livrarem dos valores familiares e tradicionais. O referendo inglês de 23 de junho (Brexit) chancela o colapso definitivo de um mito: o sonho de uma “Europa sem fronteiras”, construída sobre a ruína dos Estados nacionais.
O projeto europeísta, lançado com o Tratado de Maastricht de 1992, continha as sementes de sua autodissolução. Era inteiramente ilusório pretender realizar uma união econômica e monetária antes de uma união política. Ou, pior ainda, imaginar servir-se da integração monetária para impor a unificação política. Porém, tanto e ainda mais ilusório era o projeto de chegar a uma unidade política extirpando as raízes espirituais que unem os homens em torno de um destino comum.
A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, aprovada pelo Conselho Europeu em Nice, em dezembro de 2000, não só elimina todas as referências às raízes religiosas da Europa como constitui uma negação visceral da ordem natural cristã. O seu artigo 21º, introduzindo a proibição de discriminação relativa à “orientação sexual”, contém, em germe, a legalização do pseudo-casamento sexual e a criminalização da “homofobia”.
O projeto de “Constituição”, elaborado entre 2002 e 2003 pela Convenção sobre o futuro da Europa, foi rejeitado por dois referendos populares, um na França, em 29 de maio de 2005, e o outro nos Países Baixos, três dias depois. Mas os eurocratas não desistiram. Após dois anos de “reflexão”, em 13 de dezembro de 2007, foi aprovado pelos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia o Tratado de Lisboa, que deveria ser ratificado exclusivamente por via parlamentar. A Irlanda, o único país obrigado a expressar-se por meio de referendo, rejeitou o Tratado em 13 de junho de 2008. Mas como era necessária a unanimidade dos Estados signatários, foi imposto aos irlandeses um novo referendo, que graças à fortíssima pressão econômica e midiática, deu finalmente resultado positivo.
Na sua curta vida, a União Europeia, incapaz de definir uma política externa e de segurança comum, se transformou numa tribuna ideológica, produzindo resoluções e diretrizes para compelir os governos nacionais a se livrarem dos valores familiares e tradicionais. Dentro da UE, a Grã-Bretanha, em vez de pisar no freio para retardar o plano franco-alemão de um “superestado europeu”, pisou pelo contrário no acelerador, a fim de difundir em escala europeia as suas “conquistas civis”, do aborto à eutanásia, das adoções homossexuais às manipulações genéticas. Essa deriva moral foi acompanhada na Inglaterra por uma embriaguez multicultural, culminando com a eleição, em maio de 2016, do primeiro prefeito muçulmano de Londres, Sadiq Khan.

(*) Roberto De Mattei é professor de História Moderna e História do Cristianismo na Universidade Europeia de Roma, conferencista, escritor e jornalista.
             

Retiro anual do clero da Diocese de Crato será iniciado nesta 2ª feira


Será iniciado nesta 2ª feira – dia 4 – prolongando-se até a próxima 6ª feira – dia 8 – o retiro anual do clero da Diocese de Crato, que este ano será feito no Centro de Expansão Dom Vicente Matos, localizado no bairro Grangeiro, nesta cidade.  A diocese de Crato conta atualmente com 107 sacerdotes, sendo a expressiva maioria desses padres formada pelos ordenados nos últimos dez anos.
O retiro anual do Crato será pregado por Dom Henrique Costa, ex-bispo auxiliar de Aracaju (Sergipe) e atual bispo diocesano de Palmares (Pernambuco).

O pregador do retiro
Considerado um dos mais cultos membros do episcopado brasileiro, Dom Henrique Costa ingressou em 1981, no Seminário de Maceió (Alagoas) seu Estado natal. Em 1984 concluiu o bacharelado em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas. No período de 1985 a 1989 foi noviço no Mosteiro de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro e no Mosteiro Trapista de Nossa Senhora do Novo Mundo.

Em 1991 seguiu para Roma onde concluiu a Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, com mestrado em Teologia Dogmática. Foi ordenado sacerdote aos 15 de agosto de 1992. Em abril de 2009 foi nomeado pelo Papa Bento XVI como bispo auxiliar de Aracaju e em março de 2014 foi transferido para a função de bispo diocesano de Palmares. Dom Henrique Costa é autor de diversos trabalhos sobre Liturgia, Filosofia e Teologia e mantêm dois sites na Internet nos quais – através de artigos, trabalhos, notas e noticias – orienta com reflexões sobre a doutrina e acontecimentos da Igreja Católica.
             

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