xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 28/06/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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28 junho 2016

Frase da semana: Palavras atuais

“A falta de zelo, a falta de sentimento do dever é o nosso primeiro defeito moral. É preciso trabalhar e vejo que não se fala quase senão em política que é as mais das vezes guerra entre interesses individuais".
 
Imperador Dom Pedro II do Brasil (1825-1891)

Apesar da crise política e da falta de apoio do governo, a economia informal volta a crescer e se aproxima de R$ 1 trilhão

Ainda que tenha sido pequeno, de 16,1% para 16,2% do PIB, aumento interrompeu série de 11 anos consecutivos de redução; crise explica o declínio
Fonte: Site VEJA
 Economia informal representa 16,2% do PIB brasileiro(Fernando Cavalcanti/VEJA)
A crise econômica fez a participação da economia informal no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro voltar a crescer em 2015, depois de onze anos de quedas consecutivas. No ano passado, a informalidade correspondeu a 16,2% de toda a riqueza nacional, segundo o Índice de Economia Subterrânea (IES), apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO). Em número absolutos, 956,8 bilhões de reais de riqueza foram gerados na informalidade no ano passado.
Em 2003, quando o indicador começou a ser apurado, a economia informal respondia por 21% do PIB. De lá para cá, o IES caiu ano a ano e atingiu 16,1% em 2014. No ano passado, por causa da crise, houve uma reversão da queda: a informalidade avançou levemente, 0,1 ponto porcentual, na comparação com 2014.
"O vigor da crise atingiu toda a economia, inclusive a economia subterrânea, que registrou crescimento", afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Ibre/FGV e responsável pelo indicador.
O economista diz que esperava uma alta maior do índice, que, segundo ele, foi atenuada por uma certa resistência no mercado de trabalho. O IES é calculado a partir de dois grupos de indicadores. Um deles é a demanda da população por dinheiro vivo, que normalmente cresce quando a informalidade aumenta, já que essa é uma forma de burlar o fisco. O outro grupo é o indicador do trabalho informal. De acordo com a FGV, a economia informal inclui a produção de bens e serviços não declarada ao governo para sonegar impostos e contribuições.
Barbosa Filho explica que a demanda por dinheiro vivo cresceu de 2014 para 2015, mas a informalidade do trabalho ficou praticamente estabilizada. "Como demorou para o mercado de trabalho piorar, o aumento da participação da economia informal no PIB foi de apenas 0,1 ponto porcentual", afirma o economista.

"Coisas da República": Se ocorrer o impeachment de Dilma moeda brasileira poderá passar por nova onda de valorização


Incrível: economistas veem possibilidade de forte apreciação da moeda brasileira a partir de agosto, caso a saída definitiva da presidente afastada Dilma Rousseff se confirme
 Fonte: Site VEJA
Para um conjunto de economistas, caso o Senado confirme a saída da presidente afastada, a confiança de investidores externos tende a crescer - e a confiança no quadro político é o elemento que falta para a injeção de recursos no país, que já tem títulos e ações com rentabilidade bastante atrativa(Ueslei Marcelino/Reuters)
Um segmento de economistas avalia que o real pode passar por uma nova rodada de valorização a partir de agosto, caso o Senado confirme a saída definitiva da presidente Dilma Rousseff. Os analistas observam que o ingresso de recursos externos na economia brasileira tende a aumentar com o avanço da confiança de investidores externos no país.
Se sacramentado o impeachment, o otimismo seria alimentado por mudanças estruturais na área fiscal, como a aprovação pelo Congresso do teto de gastos públicos vinculados à inflação e o lançamento de uma proposta de reforma da Previdência Social. A confiança tende a elevar a demanda por títulos nacionais, especialmente de renda fixa, mas também por ações. Os investidores já têm como atrativo a elevada rentabilidade oferecida por papéis brasileiros - o alto juro básico, de 14,25% ao ano, sustenta esse rendimento -, mas a demanda está represada pela incerteza no quadro político.
Para Alberto Ramos, diretor de pesquisas para a América Latina do banco Goldman Sachs, "o câmbio pode ir para 3 reais ou abaixo dessa marca em poucos meses", após definido o impeachment de Dilma Rousseff, com sinais firmes da evolução das propostas do governo de correção da gestão das contas públicas. Entre os destaques das propostas, afirma, está a aceitação pelos parlamentares da emenda constitucional que determina que as despesas do Poder Executivo não mais terão aumento real.


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