xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 19/06/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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19 junho 2016

Nasrudin - Por: Emerson Monteiro

Há um personagem da cultura árabe que reflete o lado espirituoso da vida, admirado pela forma non-sense com que encara diferentes situações desagradáveis, sem, contudo, jamais perder o bom humor, representando aspectos de sabedoria reverenciados pelo Sufismo, traço místico da religião islâmica.

Conhecido por Mullá Nasrudin, esse lendário mestre imortaliza-se através de anedotas transmitidas entre as lendas orientais. Surgiu do nada, qual nossos Pedro Malasartes e Camões, das histórias populares do Brasil. Preenche o espaço típico reservado ao coringa do baralho, representado na verve universal da imprevisibilidade, da ausência de compromisso à rigidez de caráter, saltando obstáculos com destreza extrema, em nome do bem-estar individual, dando-se ao luxo de pouco se apegar a dogmas intransponíveis ou princípios inquestionáveis.

Dentre os relatos preservados nessa tradição, protagonizados pelo irreverente Nasrudin, alguns sintetizam as suas mais diversas faces: a submissão à esposa e às autoridades, a flexão dos valores dados como certos pelos cânones sociais, o instinto de contestação aos hábitos seculares e a brejeirice prudente dos simples.

A propósito, certa vez, numa madrugada, quando retornava da farra com os amigos, via-se ele abaixado sob a luz de lampião, nas proximidades de casa, apalpando o chão à cata de alguma coisa perdida. Daí, alguém conhecido quis saber o que lhe detinha naquilo.

- Procuro a chave de minha casa – respondeu, levando o outro a auxiliar na tarefa.

Minutos depois, o parceiro insistiu: - Nasrudin, onde foi mesmo que caiu essa chave.

- Caiu bem ali atrás – retrucou. - Mas a claridade nesse ponto da rua oferece luminosidade para gente encontrar ela é aqui neste canto.

Enquanto, noutra ocasião, dono de espelunca de beira de estrada, o herói recebeu a caravana real que empreendia longa viagem. Nas reservas da despensa, havia algumas dúzias de ovos e um resto de farinha, alimentos que pôde oferecer aos hóspedes.

No momento de pagar, o rei questionou o preço astronômico da conta cobrada.

– Caros esses ovos, Nasrudin. Eles devem andar escassos nesta região – quis saber o monarca.

– Não são os ovos que andam escassos, não, Alteza. São as visitas reais que quase nunca aparecem nessas bandas.

E para completar tais exemplos, ao receber de um amigo a notícia de que seu burro havia desaparecido, Nasrudin logo se saiu a dizer:

– Ainda bem que eu não me achava montado nele, porque se não teria ido junto.

Com isso, percebe-se a identificação das atitudes paradoxais do célebre mestre em relação às de pessoas de outros lugares, nossas conhecidas, ricas em repentes e chistes, paisagens humanas eternizadas no folclore das mais ricas culturas.

A quem interessar, as Edições Dervish, do Rio de Janeiro RJ, mantêm no seu catálogo o livro Histórias de Nasrudin, classificado no índice de contos (literatura turca), e comenta: – Ninguém sabe ao certo quem foi ele, onde viveu e nem quando – se é que realmente existiu!

Dá para comparar o Império do Brasil com a atual República? --por Armando Lopes Rafael


O Brasil hoje tem, provavelmente, o maior número de analfabetos políticos do mundo. Bertold Brecht escreveu: “O pior analfabeto é o analfabeto político”. Em plena Praça Siqueira Campos, centro de Crato, encontro um lulopetista que, de forma até suave para os padrões da raça, me diz:
 –Você se esforça muito, mas nunca vai me convencer de que a Monarquia era superior à República de hoje.
Respondi que não tento convencer ninguém. Limito-me apenas a apresentar dados verdadeiros, aceitos por pessoas honestas e coerentes, e fico aguardando as contestações. Estas, pelo menos até agora, nunca apareceram. Em face disso publico novos dados, esperando que alguém prove que a caótica república dos dias atuais tem algo superior ao Brasil Real, ao Brasil verdadeiro...

Rápida Cronologia: 

NO ANO 1880:
–– O Brasil era a 4º Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História;
–– Existiam no Brasil Império apenas 14 Impostos. Em 2016 são cobrados 92 impostos e a República está literalmente quebrada;
–– A Moeda Brasileira (o Real monárquico) tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina;
–– O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo. Perdendo apenas para Inglaterra;
––O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
 ENTRE 1860 E 1889:
–– A Média do Crescimento Econômico do Brasil era de 8,81% ao Ano;
–– O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
ENTRE 1850 E 1889:
 – A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano;

Outras Curiosidades:
Se formos comparar o Imperador Pedro II com os dois últimos presidentes da República (Lula e Dilma) aí a coisa fica mais feia ainda:
––O Imperador Dom Pedro II pegava empréstimos no Banco do Brasil para pagar suas viagens.
–– Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge (Inglaterra).
–– Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população brasileira. Por isso o golpe não teve participação popular e os golpistas tiveram de expulsar a Família Imperial nas caladas da noite com medo da revolta do povo.
–– A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
–– D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
–– o Imperador Pedro II fez um empréstimo pessoal num banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. Mas não adquiriu a fazenda para seu lazer.  Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa e esta é considerada hoje a maior floresta urbana do mundo.
–– Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell escreveram artigos e trabalhos elogiando o Imperador do Brasil, Pedro II.
(Armando Lopes Rafael)
             

A herança maldita da era petista: Crise faz brasileiros com renda média familiar de R$ 3 mil reduzir consumo e adiar planos

Fonte: Estado de Minas
Empobrecimento é crescente. As compras foram adiadas, os gastos em casa reduzidos, alguns bens adquiridos no período de fartura vendidos para ajudar no orçamento doméstico; quem tem emprego faz o possível para dobrar a carga horária e completar a renda corroída pela inflação.
A classe C, que ascendeu na pirâmide social e foi o motor do consumo, puxando o crescimento recente da economia brasileira, está agora reduzindo gastos, adiando e trocando seus sonhos de consumo. É preciso fazer girar o que perdeu uso em casa para ajudar a fechar o orçamento doméstico. No tempo livre, muitos estão dobrando a carga horária para colocar as contas em dia.

A ginástica para ajustar os gastos é uma adequação ao segundo ano seguido de recessão da economia brasileira, que fez o desemprego crescer, a renda cair e o custo de vida decolar. Além de trocar marcas mais caras no supermercado por produtos mais baratos, reduzir o lazer e os gastos com alimentação fora do lar, sair da escola privada para a pública, a classe C também está se virando com desapego: “A classe média está ajustando seu orçamento. Para isso ela troca o smartphone, aluga quartos, vende alguma coisa que tem em casa”, diz Renato Meirelles, presidente do Instituto Data Popular, especializado em estudos sobre a nova classe C brasileira.

Segundo o executivo, com renda familiar média de R$ 3 mil, e somando 54% da população brasileira, a classe C foi diretamente afetada pela recessão e, apesar da resistência, a queda de alguns milhões de brasileiros para a classe D já começou. Se o crescimento da inflação de serviços afetou menos a nova classe média, a alta de preços administrados, como a energia elétrica, teve grande impacto no orçamento. “A expectativa é de que o cenário piore ainda mais, antes de começar a melhorar”, diz Meirelles.

             

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