xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 30/04/2016 | Blog do Crato
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30 abril 2016

A peneira do tempo - Por: Emerson Monteiro

Tempo é um dos orixás mais destacados no panteão do candomblé afro-brasileiro, reverenciado só o tanto. Ele a tudo cura e tudo retribui. É a balança da Justiça maior, que chega ao lugar e no dia certo, traduzindo o que lhe oferecemos por meio dos nossos atos, quando largamos de lado os pensamentos, as palavras, e chegamos às atitudes, que é o que conta na verdade dos resultados.

Quanto, pois, o poder da peneira do tempo, através de que tudo deverá passar sem demora e sempre real, longe dos impossíveis de que uma chuveirada lavaria tudo. Somos donos do destino até quando liberamos os atos na correnteza das histórias. Soltas as sementes do que quer que seja, lá iremos colher no transcorrer do deus do tempo.

Não duvidar, que duvidar isso de nada representaria em termos das leis universais de que somos aprendizes. Fossemos senhores das respostas universais e seria um mundo de cada um.

Em resumo, quando passar pela peneira do tempo estabeleceu o crivo da Lei do Retorno, fruto das reações inextinguíveis. Imaginar nem que de longe que nossas produções caem perdidas nas poeiras do Universo significa pouco respeito a valores que impõem determinação, e pronto, quer queiramos ou não, há que se passar pela peneira do tempo.

Jeito simples de olhar o panorama visto da ponte quando quer avaliar o jeito de abrir as janelas do dia seguinte e manter a consciência em paz diante do que depositamos nos bancos da eternidade dos nossos praticados.

Ninguém fugirá ao que ocasionou, seja de mal, seja de bem, porquanto ocasionou acertar com a casa de ser feliz.

Em VEJA desta semana: Lula sempre ganhou "mensalinho" da OAS, diz empreiteiro

Engenheiro Zuleido Veras, preso em 2007 por pagar propina para obter contratos com o governo, conta que o ex-presidente recebia dinheiro da construtora desde a década de 80 e que cartel de empreiteiras foi montado para eleger Dilma Rousseff
 Zuleido Veras: o dinheiro era para garantir “a sobrevivência” de Lula. Em troca, o PT ajudava a empresa(Lucio Tavora/Ag. A Tarde/Estadão Conteúdo)
O engenheiro Zuleido Veras conhece bem o ambiente de promiscuidade que existe entre o mundo político e as empreiteiras de obras públicas. Em 2007, Veras foi preso em uma operação da Polícia Federal, acusado de pagar propina em troca de contratos milionários no governo - um roteiro de corrupção muito similar ao do hoje famoso petrolão. Dono da construtora Gautama, o empreiteiro ficou doze dias na cadeia, respondeu ao processo em liberdade e, neste ano, o Supremo Tribunal Federal considerou nulas as provas contra ele. Na década de 80, antes de abrir o próprio negócio, Veras ocupou durante dez anos um cargo importante na OAS, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo de pagamentos de suborno da Petrobras. Trabalhou ao lado de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS e hoje um dos condenados no esquema de fraudes na estatal. Nesse período, Veras testemunhou o início de um relacionamento que pode explicar muito sobre alguns eventos ainda em apuração na Operação Lava-Jato.
Além dos golpes contra a Petrobras, Léo Pinheiro está sendo investigado por ter pago propina a políticos importantes, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, suspeito de ter recebido de presente da empreiteira um tríplex numa praia do Guarujá e a reforma de um sítio em Atibaia, ambos no Estado de São Paulo. Em entrevista a VEJA, Zuleido Veras conta que as relações financeiras entre Lula e a OAS reveladas pela Lava-Jato não o surpreenderam: elas existiam desde que o ex-presidente ainda era apenas um político promissor. O empresário afirma que Léo Pinheiro sempre deu dinheiro a Lula para "sua sobrevivência", valores que hoje ficariam entre "30.000, 20.000, 10.000 reais", e também ajudava "por fora" nas campanhas políticas do ex-¬presidente. Em troca, os petistas estendiam a mão aos interesses da OAS. Veras também diz que o petrolão foi criado no governo Lula com a missão de garantir recursos para eleger Dilma.

Nos EUA, um caririense assume função de destaque na área de engenharia (postado por Armando Lopes Rafael)

No momento em que nossa Pátria se debate com a maior crise política, ética, moral, econômica e financeira da sua história, a nota abaixo me trouxe grande alegria. Conheço Tarcísio Barreto Celestino e sua família. Fui amigo do seu honrado pai, Antônio Corrêa Celestino. Tudo o que José Roberto (irmão de Tarcísio) escreveu abaixo é fato! Oxalá o exemplo da família Barreto Celestino, tanto no aspecto de honradez e ética, como na competência profissional, sirva de incentivo para a desorientada juventude do nosso País.
Armando Lopes Rafael

"Engenheiro caririense foi eleito presidente do ITA – por José Roberto Barreto Celestino
 Na tarde de ontem na cidade de San Francisco, Califórnia,  com 56 votos dos 57 países aptos ao voto foi eleito Presidente da ITA International Tunnelling and Underground Space Association o engenheiro civil caririense Tarcísio Barreto Celestino. O ITA conta com  71 países membros.
Tarcísio estudou no Ginásio Santo Antônio de Barbalha, de onde foi, a exemplo dos seus irmãos mais velhos, estudar na cidade de  São Paulo. Graduou-se em 1972 em Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e tirou seus diplomas de MSc e Phd em Engenharia Civil pela Universidade da California Berkeley, em 1974.
Em 1975 voltou a trabalhar no seu primeiro emprego, a Themag Engenharia, aonde permanece até hoje como consultor de Mecânica das Rochas, tendo trabalhado nos projetos de fundações das maiores represas do Brasil e de túneis. Foi consultor de vários projetos em diversos países desenvolvidos do mundo. É professor e orientador de doutorado na área de Geotecnia na Universidade de São Paulo, Campus São Carlos.
Nosso pai, Antônio Correia Celestino, era um entusiasta da Nação Brasileira e colocou na cabeça dos filhos de que eles deveriam ser engenheiros porque o Brasil precisava de técnicos. Hoje penso que o meu irmão Tarcísio é esse modelo de técnico que meu pai sonhou..."
(*) José Roberto Barreto Celestino, engenheiro. Empresário e ex-vice-prefeito de Juazeiro do Norte.
             

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