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02 fevereiro 2016

Coisas da República: Produção industrial brasileira fecha 2015 na maior queda desde 2003, segundo IBGE

Fonte: Estado de Minas
Levantamento mostra que 78,3% dos 805 produtos pesquisados pelo instituto tiveram queda de produção entre janeiro e dezembro do ano passado
Autor: Pedro Rocha Franco
A produção industrial brasileira encerrou 2015 com o maior tombo em 12 anos. O recuo de 8,3% é o maior da série histórica iniciada em 2003, segundo o IBGE. Com o recuo registrado em dezembro, o indicador apresentou queda por 22 meses consecutivos no comparativo com igual período do ano anterior.
Por setor, o maior recuo no ano passado foi registrado na indústria de bens de capital (-25,5% entre janeiro e dezembro). Em seguida, está o setor de bens de consumo duráveis (-18,7%). Nenhum dos cinco setores apresentou alta. Segundo o IBGE, 25 dos 26 ramos, 71 dos 79 grupos e 78,3% dos 805 produtos pesquisados apontaram recuo na produção.
Ao se comparar dezembro com novembro, a queda é de 0,7% na séria com ajuste sazonal. É a sétima queda nesse tipo de comparação, a maior sequência de quedas da série histórica. Treze dos vinte e quatro ramos pesquisados tiveram quedas. Os cortes mais significativos foram percebidos nos setores de máquinas e equipamentos (-8,3%), bebidas (-8,4%), metalurgia (-5%) e perfumaria, sabões, produtos de limpeza e higiene pessoal (-3,5%).
Com isso, a indústria está 19,5% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013.


O Turismo será nossa meta? -- por Pedro Esmeraldo

  
                                                                                                                           Foto: Dihelson Mendonça
Estamos passando por uma fase critica. Tudo é causado por momento de complexidade daqueles que ocupam cargo de direção na gestão pública.
    Durante algum tempo, apareceram políticos desnaturados, querendo assumir o barco da descompostura administrativa. Deixaram o Crato cair na bancarrota que sorrateiramente afligiu toda população.
    Enganaram o povo com palavras inócuas e atoleimadas. Não o conduziram o uso da palavra para praticar o bom desempenho, a fim de realizar a representação da grandeza e dos atributos que determinam à essência de algo que seja útil a humanidade. Por isso, temos de atribuir as boas qualidades dos produtos.
    Se folhearmos as páginas da economia do Crato, nada disso é enfrentado com dinamismo.
    Muitos dos executivos não souberam aproveitar o rebote e não acompanharam o serviço com autenticidade, vez que praticaram o péssimo desempenho, talvez movidos pela incompetência. Não puderam acompanhar com bons olhos o desenvolvimento. Não tiveram a prática de boas ações e só lutavam para si, e muitos tomavam a decisão: toma lá da cá.
    As grandes falhas aconteceram. Não desejavam estimular o progresso.
    Nesse caso, não devemos admitir a presença de certas pessoas que não dominam a acidez de uma administração com seriedade, com dimensão que causa indignidade, e não favoreciam a ampliação do crescimento e a melhoria de produção no campo agrícola.
    Não souberam embarcar com utilidade no veículo da administração. Só trabalhavam utilizando a vantagem e se elevam com satisfação em torno deles. Não lutavam com afinco para conseguir melhorar as boas qualidades de serviço e não conseguiam almejar boas perspectivas.
    Por essa maneira, estamos sofrendo há muito tempo, caído no declínio politico, perdendo as oportunidades e o desejo de crescer. Não temos tecnologia, não fomos favorecidos pelas benesses governamentais para que tenhamos ânsia de realçar os méritos para adquirir bens à custa de nossas forças de trabalho, infraestrutura que nos tornarão dignos de merecimentos para acompanhar o desenvolvimento moderno e tecnológico.
    Com fé, subiremos as montanhas, mostrando que somos fortes e que possuiremos alegria de progredir, mesmo com sacrifício e com dignidade.
    Por isso, levantemos as mãos para o céu, pedindo a Deus força, vigor e coragem de agir, tentando movimentar o trabalho sério para implantar aqui uma indústria de turismo que faria o bem a toda população com a criação de empregos e rendas.
    Enfim, esses políticos não observam o bom comportamento. Não sabem enfrentar outra coisa senão praticar o clientelismo.
    Afirmamos que há jeito para tudo, pois temos de agir com efeito positivo. Portanto, precisamos alcançar o poderio de domínio de nossas ações para conseguir com ansiedade e boa aparência um desenvolvimento turístico nesta cidade.
    Há caprichar tudo, pois temos de produzir com palavras positivas, vociferando solicitando às autoridades do estado: olhem para o turismo do Crato. Tentem aproveitar a beleza panorâmica do pé de serra. Vamos movimentar essa atividade, pois seria de melhor valia transformar esse polo da serra do Araripe em obras alvissareiras que serão presenteando o Crato, oferecendo grande extensão de desenvolvimento turístico deste município.
    A ideia é boa, basta querer. Haja boa vontade...


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