xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> Imbecilidade, a madrasta de todas as guerras - Por: Emerson Monteiro | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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18 dezembro 2016

Imbecilidade, a madrasta de todas as guerras - Por: Emerson Monteiro

Há quem suponha tocar fogo no mar e comer peixe assado, no dizer do povo. E acedem estopins de queimar a vida social na intenção de comer a melhor parte, tomar espaço e viver bem. Aqueles exemplos nocivos preenchem cadernos e mais cadernos, deixando um rasgo de sofrimento no coração das populações. São meios equivocados, por vezes de trágicas consequências.

Daí a notação de ser imbecilidade pura desmanchar os artefatos letais em volta de si, na máquina da guerra, e espezinhar multidões, inclusive o espaço do Planeta, fustigado nas unhas de horríveis monstros animais humanos.

Chegar à madrugada do novo ano falando essas coisas das alemães filosofias deixa transparecer, sem repressão, os sentimentos de indignidade que invadem as salas em face dos acontecimentos televisados no returno do calendário.

Sem mais nem menos, acendraram ânimos e tomem bombas israelenses em represália a foguetes explosivos dos palestinos, na Faixa de Gaza. Fruto disso, juntem-se as mortes da população civil, produzida nos conflitos anteriores das mesmas gentes. Iêmen. Afeganistão. Síria. Iraque.

Acima de conceitos morais, existem os ditames da Ética, para demonstrar a inutilidade da razão perante as providências dos guerreiros.

Não importam os motivos da guerra, a paz é ainda mais importante do que eles, disse com propriedade Roberto Carlos. Mas a quem dizer isso?, conquanto existam tantos interesses por trás das agressões, os antivalores econômicos, religiosos, políticos, culturais, territoriais, desconhecidos, etc.

Perguntar a quem, ao vento, Dylan? Quantos canhões ainda explodirão até que o homem compreenda o condão da verdadeira fraternidade?

Uma mistura de desencanto com impossibilidade, somados alentos de compaixão pela dor alheia, nos pagos adversários que se embebem de sangue no chão comum a todos os conflitos, a magna Terra de todos nós.

Prece e sonho flutuam, pois, nas mentes pelos ares, neste começo de tempo... Amar, enfim, até ser bem feliz.

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