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06 outubro 2016

FMI: Brasil só terá superávit em 2020



Washington. O Brasil só voltará a ter superávit primário nas contas públicas a partir de 2020, previu o Fundo Monetário Internacional (FMI) em relatório lançado ontem (5). O governo federal tem dito que o superávit primário (arrecadação maior que despesas, excluindo pagamento de juros) deve voltar a partir de 2019, e que isso depende da aprovação da PEC do teto de gastos no Congresso. Políticas fiscais expansionistas adotadas no Brasil na maior parte da última década levaram a um declínio nas contas públicas no País entre 2007 e 2014, diz o relatório, levando o governo a acumular dívida de 73% do Produto Interno Bruto (PIB), "30 pontos percentuais mais alta que a média dos emergentes". Pela conta do FMI, a dívida bruta do setor público será de 78,3% do PIB neste ano e chegará a 93,6% em 2021. "As dívidas pública e privada no Brasil aumentaram desde o meio dos anos 2000, alimentadas por uma explosão do crédito e por uma política fiscal pró-cíclica", diz o relatório da entidade comandada por Christine Lagarde. "A forte desaceleração no crescimento do crédito em 2015 exacerbou a recessão, mas a fragilidade do saldo público limita a capacidade do país de amortecer o impacto da desalavancagem do setor privado", completa o documento. Isso aumenta a importância dos esforços do governo para fortalecer o setor público para ganhar mais espaço na política fiscal, segundo o Fundo, que destaca as propostas de estabelecer um teto de gastos e de reforma da Previdência, além de mudanças na gestão de estatais.

Dívida global recorde

O relatório do Fundo Monetário Internacional destaca ainda que a dívida global do setor não financeiro chegou US$ 152 trilhões em 2015, ou 225% do PIB mundial, o nível mais alto já registrado. Dois terços dessa dívida, destaca o Fundo, são oriundas do setor privado, o que "acarreta grandes riscos quando chega a níveis excessivos".

Fonte: Última Hora
Via www.blogdocrato.com




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