xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> A LOIRINHA DO SERTÃO -- Por Pedro Esmeraldo | Blog do Crato
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15 setembro 2016

A LOIRINHA DO SERTÃO -- Por Pedro Esmeraldo

Antônio Ferreira Mandaçaia, um senhor aloirado (nem rico nem pobre), era controlado no seu trabalho no ramo agropecuário. Habitava numa fazenda situada no meio rustico do sertão
Nordestino. Predominava nas suas atividades numa criação de gado bovino e em uma agricultura rudimentar, que era baseada na cultura de grãos que serviam. Para completar o custeio de sua fazenda com cerca de 200ha. Prevalecia uma propriedade cortada pelo riacho que favorecia em relação ao espaço que reforçava em relação aos produtos cheio de astucia que facilitava o bom desempenho do plantio agrícola.

Era um alegre senhor, astucioso com mais ou menos 1 ,75m de altura. Era um cidadão eficiente no seu trabalho. Enfrentava as dificuldades devido as péssimas situações climáticas; Vez por outra aparecia uma seca desordenada e que fazia desequilibrar o bom desempenho do seu trabalho. Por isso tinha que desdobrar o seu serviço a fim de controlar através de aquisições de produtos alimentares que pudessem favorecer a alimentação precária de seu rebanho bovino. Além da criação de outros animais como pertencentes a raça caprina que era mais rustica e facilmente vendável. Seu Mandaçaia não perdia a esperança de procurar estender-se     da sorte na produção de grãos que facilmente é controlada pelo qual se tornava mas apto ao plantio de legumes que servia de alimento de qualquer espécie de animais,     bovino ou qualquer outro tipo que favorecesse a agricultura (que sustentava o baixo custo e aquisição de alimentos.)
Era um senhor valente, corajoso e encarava frente a frente as situações criticas com bravura e tenacidade. Aproveitava todas as neblinas que surgiam em qualquer tempo abrasador, e controlava as suas atividades com extensão de uma fraca irrigação que era favorecida pela péssima aquisição de recursos monetários e técnicos.
Os órgãos do governo como EMATERCE não eram bem controlador devido aos parcos recursos que não facilitava o avanço da tecnologia agrícola.
Seu Antônio Mandaçaia contava sua história de sofrimento. Dizia que não teve oportunidade de seguir seus estudos superiores porque seu pai não tinha condições financeiras de mantê-lo em qualquer cidade do Nordeste que favorecesse ao curso de agronomia que era seu desejo.
E continuava a falar: Fui prevenido porque tive a sorte de manter o trabalho digno na atividade água pastoril. Lutei com muita dificuldade, a fim de adquirir por compras, pequenos rebanhos que eram empurrados para manutenção na fazenda de seu pai que lhe foi um senhor parcimonioso que procurou me ajudar com precisão no meu avanço econômico na pecuária de subsistencia
Assim dizia sofri muito para conseguir o meu pouco patrimônio, mas soube controlar-me e tentei elevar o espirito com a confiança em Deus, Conquistei o ponto máximo de elevar-me na tecnologia e até que enfim consegui melhoramento, mesmo ao trancos e barrancos. Tive a sorte de adquirir amizade com o gerente dos bancos oficiais conseguindo empréstimo com muita ânsia de obter o empreendimento, mesmo com pouca tecnologia atingi o meu controle financeiro. Fui melhorando o plantel de bovino obtendo boas qualidades de vacas leiteiras que me fizeram controlar o meu espirito de cidadão Pecuarista.
E ainda falava: com ajuda de Deus as vacas favoreceram boa produção de leite que chegava a
Vender uma pequena quantia de leite a fábrica de laticínio e a outra metade servia para mim a pequena produção com aproveitamento de fabricação de queijo de manteiga," porção fluida de leite facilitava a criação de porcos que engordava e vendia semanalmente na feira da cidade. Tinha o hábito de levantar às cinco horas da manhã para assistir e vistoriar a ordenha das vacas. Depois dava uma volta no roçado e observava a irrigação. Era auxiliado por um amigo desde o princípio do seu trabalho agropecuário chamava Isaias Caminha de Sousa, pai de uma menina morena amiga de minha filha Sandra.
Em atenção ao seu pai, para mim foi o expoente em minhas decisões educa-las e forma-las juntas.

Ana Sofia, filha de Isaias tornou-se companheira de minha filha desde os seis anos de idade. Todas as manhãs praticavam equitação, que era o seu esporte de cavalo em sela para essas duas meninas. Tive o maior prazer, de coseguir bons animais de sela para as duas praticarem seu esporte favorito nas estradas da fazenda.
Essas meninas, eximias cavaleiras eram pessoas (experct) em montaria. Desde os seis anos de idade a minha filha Sandra adquiriu o apelido de loirinha do Sertão por que Ia só havia ela com essa qualidade aloirada.

Costumavam cavalgar junta com a companheira Ana Sofia filha do seu amigo Capataz Isaias, a quem retribuía as suas eficientes atividades no ramo agropastoril, por que tinha bons conhecimentos em tecnologia da irrigação.

Quando as duas completaram 16 anos foram obrigadas a se deslocar até a capital do estado a fim de prestar exame vestibular para medicina, que era um desejo de ambas. Permaneceram as duas na capital até suas formaturas em medicina, voltando para casa somente após o término dos seus estudos. Eram umas meninas equilibradas e estudiosas. Forçaram a barra, procuraram adaptar-se emocionalmente ao meio, no intuito de qualificar-se para exercer com precisão o seu trabalho.

Quando estavam fora de casa, comeram o pão que o diabo amassou, multo ricos, tiveram de controlar as despesas enviando somente o necessário para a sua manutenção escolar. Mas as duas souberam compreender e ajudaram o pai a manter a economia, deixando-o a vontade para que enviasse e mínimo possível de acordo com a sua possibilidade. As duas foram coerentes, souberam suportar com dignidade a dificuldade dos pais e respondiam com bom procedimento estudantil, deixando-os totalmente enaltecidos pelo bom proveito das filhas.
Continuando com a conversação seu Antonio expos suas principais atividades, informando que teve boas ações em continuar expondo todos seus problemas, já que nesta política atual que conseguir melhoramento para aquisição de sanar com a devida atenção os seus problemas que surgiram durante as secas do Nordeste. Não procuro acelerar e acabar com essa descriminação entre o nordestino e as outras regiões do País. Não procuram solucionar esses problemas crônicos, pois através de agricultura mecanizada e irrigada. Isso a gente fica confiante para que os homens de amanhã compreenda as nossas necessidades e venha contribuir com avanço tecnológico os problemas do nordeste. Há jeito pra tudo, só não para a morte.  Está ai um exemplo de compreensão mútua que toda a juventude deveria seguir, pois se a maioria dos estudantes assim fizessem, o Brasil estaria numa situação bem elevada de dignidade moral, que seria um mostruário de trabalho para juventude desqualificada que só prefere entregar-se ao vício de drogas e da ociosidade.
              

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