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09 agosto 2016

Nunca confunda TRISTEZA com DEPRESSÃO ( Por: Dihelson Mendonça )


No mundo moderno, em meio a tantos desenvolvimentos tecnológicos, ainda não se conseguiu descobrir com exatidão as causas ( e curas definitivas ) para certas enfermidades que afligem o homem desde as mais remotas eras, sendo uma delas a depressão, que ao contrário do que muitos pensam, não se resume a uma simples tristeza do cotidiano. 

É preciso nunca confundir TRISTEZA com DEPRESSÃO. Tristezas e algumas melancolias são próprias do humor, afinal de contas, ninguém pode manter-se alegre durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. Uma certa dose de melancolia é até benéfica quando nos serve para parar e refletir sobre a vida e tudo que a cerca, ou justificável quando ela é causada por um fato real ( E quando falo aqui a palavra real, refiro-me também às muitas realidades da mente ), como a perda de um ente querido, dívidas, problemas conjugais, problemas de saúde em si e em pessoas próximas, etc. Já a DEPRESSÃO é uma doença, e pode tornar-se grave a ponto de ameaçar a vida do indivíduo. 

As depressões são classificadas em diversos tipos e subtipos, inclusive algumas de origem endógena, sendo que a teoria prevalente é de que sejam causadas por um desequilíbrio neuroquímico ocorrido no cérebro, entre as substâncias que regulam o humor. O tratamento normalmente consiste em tentar retornar o nível dessas substâncias aos padrões considerados "normais". A depressão se caracteriza, dentre outros sintomas, por um profundo sentimento de perda do sentido de viver ( luto ), perda de qualquer sensação de prazer em atividades antes prazerosas, retração social, sentimentos de culpa, dificuldade para realizar tarefas simples, fadiga constante, distúrbios do sono, desânimo, irritabilidade, um profundo desânimo e perda total da motivação. O indivíduo deprimido, muitas vezes, passa dias e dias retraído, sem querer contato com outros, e sem interesse algum por qualquer atividade. 

O quadro é grave e exige imediato acompanhamento médico e de outros profissionais, além de uma mudança na conduta familiar, a fim de adotar-se medidas práticas para evitar que o paciente venha a cometer suicídio, que é a mais grave consequência das depressões. Ao contrário do que muitos pensam, os pacientes com depressão não costumam ir ao médico queixar-se de que desejam cometer suicídio, ( a não ser no início do problema ), pelo contrário, evitam contato com outras pessoas e longe de todos, tramam o fim da própria existência, para dar fim ao imenso sofrimento que somente eles sentem. 

É preciso muito cuidado ao se usar o termo "depressão". Hoje em dia, encontra-se banalizado,  sendo usado para descrever qualquer tristeza de grau maior. Ouve-se com cada vez mais frequência, frases do tipo: "Hoje eu estou deprimido", quando na verdade, o indivíduo está apenas triste, e logo se reanima. Um paciente com depressão clínica não se consegue tratar com conversas e muito menos com conselhos ou presentes; Ele se torna quase inacessível e só acredita naquilo que vivencia em sua mente. 

Portanto, tenhamos mais cuidado ao usar os termos "tristeza" e "depressão", bem como observar o comportamento das pessoas queridas, estando atento aos primeiros sinais de alerta, pois a maioria das depressões podem ser tratadas convenientemente, e consegue-se fornecer uma vida de qualidade a essas pessoas, trazendo-lhes de volta o prazer de viver e a paz interior, que é a priori, a grande meta do ser humano, e o que se chama comumente de felicidade, algo definitivamente inexistente em todas as pessoas deprimidas. 

( Por: Dihelson Mendonça )




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