xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> Um amor de saudade - Por: Emerson Monteiro | Blog do Crato
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09 junho 2016

Um amor de saudade - Por: Emerson Monteiro

Naquele tempo já havia o sonho dourado em andamento, de ficarem juntos. Alimentaram o gosto de amar, sob as condições do destino, entretanto. E o andamento da história mostrou foi separação fora de maiores explicações ou piedade. Afastados, o amor esvaiu, seguiu à busca de outros corações de novo entrelaçados, a dizer melhor dizendo o outro lado da possibilidade.

Mas a noite em que ambos ali totalizaram os gestos de procurar num abraço a realização do desejo, nisso houve sucesso, deixando ali o lugar agora revisto das ânsias e suspiros no encontro dos dois corpos em um só. A suavidade guardada permanece até agora, quando estive nesse ponto exato do espaço, longe contudo no tempo.

Geraram o perfume de música no ar, sobreviventes na eternidade dos gestos que passam e resistem aos no entanto das circunstâncias pouco definitivas fixadas no íntimo de todos seres amantes.

Acolá, pois, estiveram e unidos permanecem dentro da roupa dos sonhos maiores, formas vivas do que desaparece e encanta de repente as nuvens das fotografias nos fins de tarde, pejadas de tons laranja, envoltas no voo dos pássaros alegres e luzes imortais.

Só hoje ele sabe de verdade que amou e ela mora no dorso das ondas desse mar de consequências, sinais tatuados no sentimento das flores e nos rastros do que sempre haja amanhã que prolongue no fugidio e fixe moradas no solo da emoção. As letras e imagem assim deslizam faceiras por debaixo das portas da juventude daquela noite amiga.

Ninguém morrerá jamais, nem o tempo transcorrerá seu curso, porquanto as doces caricias insistem de permanecer ativas no quadro das lembranças em pousos invioláveis, no blindado da alma da gente amante.

Quanto susto saber que o amor não morre mais e que as existências unidas com sinceridade têm poder de permanecer puras e brilhantes estrelas de recordações espalhadas pelo teto do firmamento, prazer inviolável dos amores que resistem ao desgaste do inexistente. Saudades e saudades do amor imortal circulará todo momento no calor das nossas almas, creiam, eu vi.

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