xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> Segredos e revelações da história do Brasil: Quem foi a Rainha Dona Maria I | Blog do Crato
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09 março 2016

Segredos e revelações da história do Brasil: Quem foi a Rainha Dona Maria I



Completam-se no próximo dia 20 de março duzentos anos da morte da Rainha D. Maria I que, de jure, foi durante três meses soberana do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, instituído tal a 16 de dezembro de 1815 por seu filho o Príncipe Regente D. João.
Proclamado a 16 de dezembro de 1815, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves teve como titular a então Rainha D. Maria I. Viria ela a falecer em março do ano seguinte e ser sucedida no Trono pelo filho, D. João VI, e este, já no Brasil proclamado Império, por D. Pedro I. Assim, ainda que fugazmente, foi ela nossa primeira soberana.
Ainda princesa, Dona Maria I foi descrita como de “índole muito doce e um caráter piedoso, humano e afável”. E, já Rainha, “senhora de nobre e majestosa figura, conciliava admiravelmente a distinção e a bondade. Parecia nascida para mandar, mas ao mesmo tempo para fazer aquela autoridade mais querida do que temida”.
Profundamente religiosa, estimulou as devoções à Imaculada Conceição e ao Sagrado Coração de Jesus, fazendo edificar em honra deste, em Lisboa, a magnífica Basílica da Estrela, na qual seriam depositados seus restos mortais. O cognome A Piedosa a refletiu plenamente. Culta, afeita aos assuntos de Estado, promoveu com ilustres colaboradores um governo fecundo em realizações: nova concordata com a Santa Sé, tratados de comércio, missões científicas ao Brasil e outros domínios, fortalecimento militar, melhora nas contas públicas, criação da Academia Real das Ciências de Lisboa, da Real Biblioteca Pública da Corte, da Academia Real de Marinha, da Casa Pia de Lisboa. Em relação ao Brasil destacaram-se o levantamento científico da Amazônia e a criação de Jardins Botânicos nas principais cidades, os tratados limítrofes de Santo Ildefonso e do Pardo e a comutação, em exílio, da pena de morte dos doze — exceto um — conjurados da Inconfidência Mineira. No início de 1792 manifestou-se sua doença mental. O príncipe D. João assumiu desde logo os atos de governo, mas só em 1799 tomaria o título de Regente. D. Maria, reclusa e alternando altos e baixos na enfermidade, continuaria cercada do respeito e carinho gerais em todo Portugal e depois no Brasil. Por iniciativa da Casa Imperial será celebrada, na cidade de São Paulo, uma solene Missa de Réquiem pelo eterno descanso de sua alma no dia 8 de abril, sexta-feira ─ por coincidir a data do falecimento com o período da Semana Santa.  O Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, por sua parte, prepara um seminário sobre a Rainha, a ocorrer durante a Semana da Pátria. E paralelamente, em Portugal, realizar-se-á no Grémio Literário de Lisboa, no dia 21 de março, o colóquio Evocação de Dona Maria I, com a participação de distintos estudiosos portugueses e brasileiros e do Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança, que fará a leitura de uma mensagem do Chefe da Casa Imperial do Brasil, seu tio, para a ocasião.

(Fonte: Face book da Casa Imperial do Brasil)
  


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