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30 janeiro 2016

Coisas da república: depois do apartamento de 3 andares sem dono, agora um sítio sem nome...

Fonte: VEJA desta semana
1 – O sítio sem nome
Depois de VEJA revelar que o sítio da família do ex-presidente Lula foi reformado por uma empreiteira ligada ao petrolão, a placa com o nome da propriedade desapareceu
Por: Robson Bonin
O sítio Santa Bárbara, em Atibaia: com a Lava Jato mais perto, a placa sumiu(Joel Silva/Folhapress e Jefferson Copolla/VEJA)
Em abril de 2015, quando VEJA revelou a existência do sítio usado pelo ex-presidente Lula em Atibaia, no interior de São Paulo, os visitantes que chegavam ao portão da propriedade se deparavam com o pórtico onde estava exposto o nome do "Sítio Santa Bárbara" em uma placa de madeira ao melhor estilo rústico das estâncias.
Lula ainda esforçava-se para manter a propriedade em sigilo (quem passa na rua não consegue ver a porteira, escondida em uma estrada particular do sítio), mas dava-se ao luxo de manter o letreiro rústico. Com o avanço das investigações da Operação Lava-Jato sobre a reforma do sítio, revelada por VEJA, o ex-presidente adotou algumas medidas de segurança. A mais visível delas foi o sumiço da placa do sítio.
2 – Lula admite que usa sítio em Atibaia. Mas não explica por que empreiteiros reformaram o local
Em nota, ex-presidente afirma que frequenta o local em dias de descanso. Faltou dizer por que pediu a Léo Pinheiro que tocasse as obras no Santa Bárbara. A escritura de posse do sítio Santa Bárbara está em nome dos empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar - ambos sócios de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente. Suassuna e Bittar compraram o sítio em agosto de 2010, quatro meses antes de Lula deixar o cargo. Pagaram 1,5 milhão de reais pela propriedade. Amigos e políticos, contudo, identificam o local como sendo do ex-presidente.
Reportagem desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo envolve mais uma empreiteira na reforma do sítio usado pelos Lula da Silva. A ex-dona de uma loja de materiais de construção e um prestador de serviço afirmam que a Odebrecht gastou cerca de 500.000 reais só em materiais para as obras. À época da reforma, que teve início no fim de 2010, Patrícia era proprietária do Depósito Dias, loja que forneceu produtos para a reforma. "A gente diluía esse valor total em notas para várias empresas, mas para mim todas elas eram Odebrecht", disse Patrícia, que também admitiu ter comercializado parte dos materiais sem registro fiscal.
Originalmente, na propriedade rural havia duas casas, piscina e um pequeno lago. Quando a reforma terminou, a propriedade tinha mudado de padrão. As antigas moradias foram reduzidas aos pilares estruturais e completamente refeitas, um pavilhão foi erguido, a piscina foi ampliada e servida de uma área para a churrasqueira. Também há um lago artificial para pescaria, um dos esportes preferidos do ex-presidente.

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