xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 28/12/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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28 dezembro 2015

2015 – Um ano para esquecer ou lembrar – por Romeu Duarte (*)

Vai-te, 2015. Pega o beco, ano ruim. Nas tuas dobras, perdi minha mãe e uma porção de amigos. Quase perco também a fé e a esperança na chama que guia a vida. Quantas más notícias diárias, quantos sustos, quantas decepções, quantos aborrecimentos. Por esta época, costumamos riscar o traço de soma e avaliar o balanço dos 365 dias que se foram. Tenho que te dizer, 2015, que a tua nota não foi boa. Aliás, foi péssima, nem foste aprovado. O homem lá de cima teve que mexer os seus celestiais pauzinhos para te liberar, pois seria muito esquisito um ano repetir o ano, ainda mais tu sendo o que és. Já pensou se, em lugar de 2016, tivéssemos que te engolir de novo? Dose para leão, não? Para com esse sorriso cínico que a areia na ampulheta está se acabando.
 Não, não te chateies comigo, é que abusaste, meu caro, passaste do limite. Trouxeste contigo uma ruma de canalhas que, somados aos que já estavam por aqui, fizeram desandar o ponto do doce. Presenteaste-nos também com muita reversão de expectativas, a nós, brasileiros, que vivemos de acreditar que amanhã sempre será supimpamente melhor. Fizeste-nos intolerantes, brutos e mal educados nas redes sociais e nos contatos interpessoais, estes cada vez mais raros. Tua lama destruiu um rio e a política nacional. Tornaste-nos amargos, desconfiados, avaros, bem mais que éramos. Uma nuvem de teus mosquitos empesteou-nos de moléstias vis. Ah, sim, e também ampliaste a nossa cota de individualismo, mesquinhez e consumismo, besta fera maligna.
O que dizes?! “Como é bom colocar a culpa pelos próprios fracassos nas costas alheias”?! Bem, acho que tens um pouco de razão. Como dizia Luigi Pirandello, nós, humanos, lamentavelmente temos necessidade de culpar os outros pelos nossos desastres e as nossas desventuras. Tipo eu aqui, já quase te incriminando pela terrível ressaca que ora me acomete. Claro que eu sei, meu chapa, que mais uma vez não cumpri as promessas que fiz quando tu começaste. Se vou ou não vou fazer o mesmo com o que se inicia é problema meu. Não, não estou sendo grosso contigo, é porque esse é um direito que me assiste, dá licença? Parece que não conheces a gente. Tiveste esse tempo todo para isso, aprontaste das tuas e ainda queres ser o rei da nossa vontade?
 Ficas por aí zombando da minha cara enquanto teu termo se esvai. Tua hora vai chegar, patife. És apenas uma mercadoria com prazo de validade quase vencido, apodrecendo nas gôndolas do supermercado das eras. Não posso dizer que em ti foi tudo um mar de fel, houve mel também. É que, neste ajuste de contas, o primeiro deu de lavagem no segundo. Há quem afirme, com Émile Zola, que o sofrimento é o melhor remédio para acordar o espírito. Se for assim, por tua causa minha alma está mais que desperta. Por trás desse teu riso sardônico, sinto tua respiração ofegante. Tuas mãos, antes tão ocupadas com tantas tragédias, tremem a olhos vistos. Já, já tua boca ficará seca e teu coração parará. E a mim, de ilusão em ilusão, só restará tocar o barco adiante.
(*) Romeu Duarte é arquiteto. Ex-superintendente do IPHAN, no Ceará



“Coisas da República”: Quatro Estados brasileiros só vão quitar o13º salário dos servidores em 2016

Fonte: O Estado de S.Paulo
 A crise é grande. Rio de Janeiro, Sergipe, Tocantins e Rio Grande do Sul pagaram despesa parcelada ou na forma de empréstimo com bancos
A retração econômica e o aumento do comprometimento das receitas estaduais com a folha de pagamento dos servidores levaram governadores a optar pelo aumento de impostos para cobrir as despesas. Ainda assim, quatro Estados terminam 2015 empurrando para os próximos meses a quitação do 13.º salário do funcionalismo. No Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, em Tocantins e em Sergipe, o salário extra foi parcelado em até seis vezes ou pago na forma de empréstimo bancário.
O governo gaúcho, que chegou a atrasar o pagamento de parcelas da dívida com a União e de salários ao longo do ano, programou pagar o 13.º do funcionalismo de junho a novembro de 2016. Como compensação, promete acréscimo de 25% sobre o montante devido. O Estado ofereceu ainda aos servidores a possibilidade de contratar empréstimo no Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) e se comprometeu a pagar os juros da operação financeira. Pelo menos 214 mil servidores recorreram ao financiamento, totalizando mais de R$ 720 milhões emprestados.
Em Sergipe, a Assembleia Legislativa também aprovou projeto de lei do Executivo autorizando o Banco do Estado a emprestar o 13.º servidores com o compromisso de que o governo vai pagar os juros. No Rio de Janeiro, que vai fechar o ano com R$ 12 bilhões a menos em caixa do que previa no início do ano, servidores estaduais chegaram a ser alvo de jatos de gás de pimenta disparados por seguranças ao invadir o plenário da Assembleia Legislativa para protestar contra o parcelamento em cinco vezes do salário extra.
Em vez de parcelar, o governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PSDB), optou por pagar somente o 13.º dos servidores que ganham até quatro salários mínimos – cerca de 35 mil dos 49,5 mil funcionários do Estado. O restante (28% da folha) receberá o pagamento extra “em 20 ou 30 de janeiro”, segundo a promessa do governo.

Diocese em festa: Reunidos, fiéis e pastores, comemoram os 70 anos de Dom Fernando Panico (por Patrícia Silva)

 O cântico da procissão de entrada da Santa Missa de domingo, dia 27 de dezembro, às 9h, na Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, introduziu os fiéis na intenção especial da celebração: os 70 anos de vida de Dom Fernando Panico. “Reunidos, fiéis e pastores, formamos a Igreja”, afirmava o cântico, e assim estavam reunidos: padres e o rebanho de Deus, com o Pastor Diocesano, para, na Solenidade da Sagrada Família, como família agradecer e louvar a Deus pelo dom da vida daquele que, através do seu episcopado, zela pela Igreja com amor de pai.
Cantada pelo coral do Seminário Diocesano São José, a música “Tantas coisas bonitas” é de autoria de Dom Pedro Guimarães, atual arcebispo de Palmas (capital do Tocantins), e foi elaborada para Dom Fernando na comemoração dos seus 25 anos de sacerdócio, quando este ainda era Bispo de Oeiras-Floriano, no Estado do Piauí. Àquela época Dom Pedro Guimarães era sacerdote naquele diocese do Piauí.Ao final da celebração, o Bispo da Diocese de Crato afirmou o quanto a surpresa desse resgate musical cântico o emocionou. “Não chorei porque sou duro na queda”, disse Dom Fernando.
Apesar de ser um dia de domingo, dia em que muitos padres tem muitas obrigações além das celebrações nas comunidades e paróquias, foi impressionante o grande o número de sacerdotes que participaram da missa pelo aniversário de Dom Fernando.  “Dom Fernando trouxe um jeito novo de administrar a Diocese e do que ele trouxe nós vamos colhendo os frutos”, afirma o Vigário Geral da Diocese, Padre José Vicente Pinto.
Procissão de entrada da celebração. (Foto: Árysson Magalhães)
Padre José Vicente ainda recorda que são muitos os serviços que Dom Fernando vem prestando a frente da Diocese de Crato e, para quem interessar em conhecer o trabalho desenvolvido, na Cúria Diocesana existe arquivos, de acesso aos fiéis, que contam toda a história.
A ação pastoral do bispo nascido na Itália, reafirma a Igreja como família, faz com que os fiéis sintam-se orgulhosos pelo pastor que tem. “É uma grande graça para nós que somos pastoreados por Dom Fernando. Nós estamos sendo agraciados pelos 70 anos de vida dele”, disse a advogada, Jarbênia Gonçalves Pereira.
Como a Igreja celebrou neste dia a Solenidade da Sagrada Família, no momento do ofertório três quadros, com fotos da família do Bispo, foram levados até o altar por famílias do Encontro de Casais com Cristo: um quadro com a foto do pai, Antônio Vito Panico; outro com a foto da mãe, Lucia Maria Carmela Piri; e em um outro estava a foto de Dom Fernando com os irmãos Carmine, Ipazzio, Luiz e Tomaz, todos crianças à época da foto.
O Bispo
Dom Fernando nasceu em 27 de dezembro de 1945, na cidade de Tricase, localizada no sul da província de Lecce, na Itália, porém, devido os danos e sofrimentos  provocados pela 2ª Guerra Mundial, só foi registrado em 1º de janeiro de 1946. Por isso o aniversário natalício do Bispo Diocesano é comemorado em duas datas.
Na celebração deste dia 27 de dezembro, citando as palavras do Papa Francisco, Dom Fernando lembrou aos fiéis que “A Igreja não é uma empresa, um negócio, é uma família”. Agradecendo a presença dos fiéis o Bispo continuo dizendo: “Com vocês todos, minha grande família espiritual, quero adorar, agradecer e louvar a Santíssima Trindade pela minha existência terrena doada pelo Criador, transmitida pelo amor humano dos meus pais e santificada pelo sacramento do matrimônio’.
Dom Fernando ainda disse estar agradecido pela bondade divina que o permitiu a graça de celebrar 70 anos de vida. “Louvo e agradeço a Deus reconhecendo minha indignidade, a minha pequenez, a realidade de um pobre pecador, mas perdoado por Deus. Esta é a grande certeza que anima a minha vida e dá esperança. A confiança na misericórdia de Deus, que me sustentou até agora, certamente haverá de me sustentar até o final de minha vida”, disse.
Reafirmando o desejo de que sua vida continue sendo o gesto simples de entrega e amor que compreende um caminho feito de provações, sacrifícios, cruzes e sofrimentos, o Bispo afirmou estar feliz em sua missão e pediu aos fiéis: “Rezem por mim!”.
Homenagens
Com fogos, palmas e cânticos os fiéis que participaram da celebração pelos 70 anos de Dom Fernando Panico, buscaram demonstrar a alegria que os contagiavam, por viverem este momento importante da vida do Pastor Diocesano.
Em nome do clero, o Missionário da Misericórdia, Padre Acúrcio Oliveira Barros, expressou gratidão pelo serviço sacerdotal de Dom Fernando e pediu perdão, se houve desobediência ou falta de unidade por parte de algum dos seus irmãos no sacerdócio, diante de sua missão na Diocese de Crato.
Maria Clara presenteando Dom Fernando com flores. (Foto: Josefa Costa)
A criança Maria Clara Correia, de cinco anos, presenteou o Bispo com flores, em nome de toda a assembleia. As flores foram entregue após uma coreografia preparada pela Comunidade Missão Resgate. Ao receber o buquê, Dom Fernando colocou próximo aos quadros de sua família.
Religiosas da Fraternidade O Caminho também fizeram sua homenagem. Após a leitura de uma mensagem, com o início inspirado no ensinamento de Madre Tereza de Calcutá que diz “O amor, para ser verdadeiro, tem de doer”, cada uma das consagradas entregaram rosas ao Bispo e no final orquídeas brancas, como sinal do amor puro, inocente e duradouro.
Padre e leigos também participaram, logo após a celebração, de um almoço em homenagem a Dom Fernando Panico, no Colégio Pequeno Príncipe.
             

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