xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 25/12/2015 | Blog do Crato
.

VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



Comunidade Cratense no Facebook - Mais de 24.000 seguidores. Clique em Curtir e adicione a sua Foto !

25 dezembro 2015

Para Você Refletir ! - Por Maria Otilia

Estamos terminando oano de 2015 com muitos questionamentos não respondidos, com indagações, insatisfações,decepções, etc. Em se tratando da nossa realidade local, podemos dizer que vivemos a "era do caos". O mais agravante é que este momento critico não se trata apenas  neste ou naquele setor.Além da problemática vivida por todos nós, dentro da política ou melhor no legislativo e executivo do município do Crato, tivemos a nossa Igreja Católica sendo alvo de denúncias, críticas, reportagens difamatórias anônimas, troca de ofensas,etc. Diante deste quadro caótico em que se encontra nosso tão conhecido e amado " Cratinho de Açucar", poderemos fazer uma bela reflexão sobre um texto  intitulado Prece a Deus, do filósofo Voltaire. Apesar do tempo cronológico em que foi escrito, traz para os dias de hoje, principalmente para as pessoas  que buscam incansavlemnete a aquisição do "poder",para as que se acham superiores, preonceituosas, intolerantes  e que buscam  a todo custo usar do seu cargo de gestor, seja na política,nas empresas ou mesmo na igreja, obter ganhos  individuais sem pensar nos interesses  da coletividade que a representa. Que possamos recuar e fazer uma análise de qual está sendo nossa postura frente aos novos desafios deste novo século.Boa Leitura.
        Prece a Deus - Voltaire
 Não é mais aos homens, portanto, que eu me dirijo, mas a você, Deus de todos os seres, de todos os mundos e de todos os tempos; se a frágeis criaturas perdidas na imensidão e imperceptíveis ao resto do universo, for permitido ousar pedir algo a você, você que tudo concedeu, você cujos decretos são tanto imutáveis quanto eternos, digne-se olhar com piedade aos erros ligados à nossa natureza; que tais erros não se transformem em calamidades. 
 Você não nos deu um coração para odiar nem mãos para nos degolarmos uns aos outros; faça com que nos ajudemos mutuamente a suportar o fardo de uma vida penosa e passageira; que as pequenas diferenças entre as roupas que cobrem nossos corpos débeis, entre todas as nossas línguas insuficientes, entre todos os nossos costumes ridículos, entre todas as nossas leis imperfeitas, entre todas as nossas opiniões insensatas, entre todas as nossas condições tão desproporcionais a nossos olhos, mas tão iguais diante de você; que todas estas pequenas nuances que distinguem os átomos chamados homens, não sejam sinais de ódio e de perseguição; que aqueles que acendem velas em pleno meio-dia, para celebrar você, suportem aqueles que se contentam com a luz de seu sol; que aqueles que colocam sobre a roupa um véu branco para dizer que é preciso amar você, não detestem os que dizem o mesmo debaixo de um manto de lã negra; que aqueles cujas roupas são tingidas de vermelho ou púrpura, que dominam uma parcelazinha de uma porçãozinha do barro  deste mundo e que possuem alguns fragmentos redondos de certo metal, usufruam sem orgulho daquilo que eles chamam de grandeza e riqueza, e que os outros os olhem sem inveja: pois você sabe que nessas vaidades não há o que invejar nem do que se orgulhar.
 Possam todos os homens lembrar-se de que são irmãos! Que todos tenham horror à tirania exercida sobre as almas, do mesmo modo como acham execrável a bandidagem que toma à força o fruto do trabalho e da indústria pacífica! Se os flagelos da guerra são inevitáveis, não nos odiemos, não nos dilaceremos uns aos outros no seio da paz e empreguemos o instante de nossa existência a bendizer igualmente em mil línguas diversas, do Sião à Califórnia, a sua bondade, que nos concedeu este instante.

Fonte: Tratado sobre a Tolerância - por ocasião da morte de Jean Calas (1763), cap. XXIII.

Dona Anilda Arraes de Alencar morreu nesta 6ª feira

Ao centro da foto acima, a professora Anilda Arraes de Alencar
Recebi,  há poucos instantes, telefonema de um familiar, comunicando que a  professora Anilda Arraes de Alencar, 97 anos, morreu vítima de complicações provocadas por uma pneumonia. Dona Anilda Arraes de Alencar   estava doente há alguns anos. Ela era a irmã mais velha do ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, e da ex-reitora da URCA, Profa. Violeta Arraes e tia do ex-governador pernambucano Eduardo Campos, falecido durante a campanha para a Presidência da República do Brasil, em 2014. Nosso voto de pesar à família de dona Anilda.
(Postado por Armando Lopes Rafael)

Porta da Misericórdia da Catedral de Crato foi considerada a mais bonita do Estado do Ceará

    Aberta no  último dia 13 de dezembro, a Porta Santa, construída na Catedral de Nossa Senhora da Penha,  expressivo sinal para a vivência do Ano Santo da Misericórdia para os católicos, foi considerada a mais bonita dentre as nove Portas Santas até agora inauguradas nas nove dioceses do Ceará. A Porta Santa da Diocese de Crato foi idealizada pelo Pe. Edimilson Neves, Cura da Sé, e contou com a participação de diversos artesãos do Cariri. Ela foi confeccionada em cedro e pau d’arco.  Os quadros em bronze foram confeccionados de forma artesanal em Juazeiro do Norte.Ademais, quem atravessa a Porta Santa, da Catedral de Crato, vê ao fundo um grande quadro da Divina Misericórdia -- óleo sobre tela -- com três metros de altura.
Durante a Missa do Galo, celebrada ontem à noite, na Sé, o celebrante – Dom Fernando Panico – relembrou que a vivência do Ano Santo implica também em abraçar as obras de misericórdia. São elas:
Obras Corporais
Dar de comer aos famintos.
Dar de beber aos que têm sede.
Vestir os nus.
Acolher o estrangeiro.
Visitar os enfermos.
Visitar os encarcerados.
Sepultar os mortos.
Obras Espirituais
Aconselhar os duvidosos.
Ensinar os ignorantes.
Admoestar os pecadores.
Consolar os aflitos.
Perdoar as ofensas.
Suportar com paciência as injustiças.
Rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos.
(Texto: Armando Lopes Rafael)

Crato: Hospital Santa Teresa tem data marcada para encerrar atividades -- por Adriano Duarte (publicado originalmente no site Miséria)

O Hospital psiquiátrico Santa Teresa em Crato já tem data marcada para fechar a portas. Conforme contou a diretora do equipamento, Luciana Abath, o dia 10 de janeiro de 2016 é a data prevista para que a casa de saúde deixe de atender pacientes com doenças mentais e psicológicas, num raio de 500 km, que compreende a grande parte do interior do nordeste brasileiro. O fechamento está ligado a problemas de ordem financeira.
Com o fechamento, o hospital psiquiátrico deixará de atender aproximadamente 150 pacientes que não terão para onde serem encaminhados. Nesse momento, 69 pacientes ainda estão internados, mas até janeiro próximo eles devem receber alta médica e ser devolvidos à responsabilidade das suas respectivas famílias. Esse número sofreu uma redução de 18 pacientes desde o início da semana.
Por telefone, a enfermeira, Maria Áurea Ramalho, conta que a situação é muito preocupante, não só pelo hospital, mas para sociedade de um modo geral. A enfermeira está na casa de saúde desde a sua fundação e conta que não há estrutura em um CAPS para que se faça o atendimento adequado dos pacientes que chegam em surto.
“O paciente quando está atacado, às vezes leva três dias para se acalmar e normalmente os surtos voltam a ocorrer. Como que esses outros equipamentos podem resolver essa situação se nem, sequer, há plantão à noite?”, indaga a enfermeira.
O Hospital Santa Teresa foi fundado há mais de 45 anos e agora fecha as portas por falta de recursos financeiros. A senhora Veridiana dos Santos, atua na parte administrativa do equipamento e revela que o recurso destinado para cada paciente não passa por um reajuste da Tabela SUS a mais de nove anos. Isso provoca o achatamento da verba destinada para tratar os internos. “Eu costumo fazer uma comparação: Imagina um pai de família tentar sustentar a casa nos dias atuais com o salário de nove anos atrás...”, explica.
Ainda conforme a direção do hospital, eles estão tendo dificuldades para fechar essa conta faz tempo, mas nos últimos três anos o caso se agravou. Desde então a manifestação das famílias dos pacientes é pela manutenção do local, o que segundo Luciana Abath, nesse momento é insustentável. Ela informou ainda que todos os 70 profissionais que atuam no hospital já estão cumprindo aviso prévio e em alguns casos, até já foi realizada a rescisão contratual.


Herma de monsenhor Montenegro já foi colocada no portão de entrada da casa onde ele viveu – por Armando Lopes Rafael

   A solenidade oficial de inauguração só ocorrerá na próxima 3ª feira, 29 de dezembro. Mas quem passa pela Av. Pedro Felício Cavalcanti, em frente à residência que foi de monsenhor Montenegro já pode ver o busto deste sacerdote. A escultura foi colocada no novo portão de entrada daquela mansão. A iniciativa de homenagear monsenhor Montenegro partiu do bispo diocesano de Crato, Fernando Panico. No terreno da ampla chácara que monsenhor doou em vida à Diocese de Crato, já foi construído o novo Seminário Propedêutico e será erguido o Lar Sacerdotal Monsenhor Montenegro, para acolher padres aposentados e idosos.
   O conhecido padre e educador obteve a ordenação sacerdotal a 13 de outubro de 1935, no Seminário da Prainha, em Fortaleza. Ao longo de sua vida ele foi além de professor, um competente Pesquisador da nossa história, escritor com vários livros publicados, além de conferencista e genealogista.  Monsenhor Francisco Holanda Montenegro exerceu o cargo de diretor do Colégio Diocesano do Crato durante 50 anos.
     Segundo o escritor Emerson Monteiro: “Nascido na cidade cearense de Jucás, a 25 de fevereiro de 1913, filho de Seridião Holanda Montenegro e Almerinda Montenegro, monsenhor Montenegro foi membro do Conselho Estadual de Educação do Ceará por dilatado tempo; Publicou vários livros, dentre esses: As quatro sergipanas, Os quatro luzeiros da Diocese, Monsenhor Rocha, o apóstolo da caridade e Fé em Canudos. Pesquisador emérito, estudou com afinco a vida de Antônio Conselheiro, a história da família Alencar e a vida e a obra do Padre Marcos, expoente dos rincões piauienses, onde viveu a cumprir função civilizadora, tendo seu nome adotado por cidade que ajudou a fundar e desenvolver.
      “Foi também professor da Faculdade de Filosofia do Crato e membro do Conselho Estadual de Educação do Ceará, desempenhando sempre com amor atribuições nele depositadas. Era membro do Instituto Cultural do Cariri, em Crato, titular da cadeira no. 9, cujo patrono é Dom Francisco de Assis Pires. Escolheu o Cariri para o exercício do seu apostolado, onde desfrutou exerceu múltiplas atividades. Construiu a capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, no bairro Grangeiro, lá efetivando trabalho de catequese, orientando fiéis, cumprindo seus deveres de ofício, encetou pesquisas e escreveu, graças a sua vitalidade admirável pelo tanto quanto se dedicou às lides educacionais", declarou Emerson Monteiro.

Como sobreviver às más notícias

Corrupção, conchavos políticos, governos incompetentes, inflação, recessão, caos na saúde e segurança pública, violência, terrorismo, terremoto, guerras. Como absorver tudo isso, mantendo-se atualizado com os conhecimentos essenciais à vida moderna - mas às vezes conflitantes e negativos -, sem sucumbir à ansiedade e ao pessimismo? Eis como fazê-lo em três passos simples.
 Reportagem de Paula Pauli (site VEJA)
Para não sucumbir à ansiedade causada pelo excesso de informações da era digital, é preciso pôr os fatos em uma perspectiva histórica, aceitar que o conhecimento está em constante transformação e lembrar-se de que acontecimentos ruins muitas vezes têm desfecho positivo
As informações chegam por todos os meios, quer a gente queira ou não:
pelo jornal, pela televisão, por rádio, pela internet, por Twitter, por WhatsApp, por Facebook e até pelo boca a boca. " A era digital é também a era do excesso de informação. Estima-se que na primeira década deste século tenham sido produzidos mais conteúdo e dados novos do que em toda a história anterior da humanidade. Diante de tal sobrecarga, é natural a sensação de que os fatos negativos são os mais frequentes e de que o mundo é um lugar cada vez pior para viver. Antes de chegar a este artigo, o leitor provavelmente folheou a retrospectiva nas páginas anteriores e teve esta mesma impressão sobre o ano que se encerra: quanta desgraça, quanta notícia ruim!
Situe a notícia em um contexto mais amplo
A grande variedade de fontes de informação e de opinião disponíveis raramente faz isso por você, mas, quando se analisa a maioria dos fatos à luz da história, a conclusão é que houve progresso, e não retrocesso. Em outras palavras, o mundo está melhor. Nos últimos quinze anos, a média anual de mortes em guerras foi quase um quarto da registrada na segunda metade do século XX. Em 2014 e 2015, porém, o número total de mortos aumentou na comparação com os dois anos anteriores por causa da guerra civil na Síria. Isoladamente, essa é uma má notícia. Mas também significa que, uma vez solucionado o conflito sírio, a tendência de queda no número de vítimas será recuperada.
O que dizer, então, do terrorismo islâmico, um fenômeno contemporâneo, inexistente um século atrás? Evidentemente, trata-se de uma ameaça a ser combatida com seriedade, mas também precisa ser posta em perspectiva. As vítimas de atentados representam menos de 2% do total de mortes violentas em todo o mundo. E a proporção destas, por sua vez, re¬duziu-se em 3,3% entre 2000 e 2012, segundo os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS). A melhoria é lenta, mas o mundo é um lugar cada vez mais seguro.
Na área da saúde, há ainda mais motivos para comemorar. O número de crianças que morrem anualmente antes de completar 5 anos, por exemplo, caiu pela metade desde 1990. Epidemias são controladas mais rapidamente do que algumas décadas atrás
Deixe por um instante suas crenças arraigadas de lado e considere natural que os fatos mudem
"Quando tentamos extrair um significado de eventos públicos, tendemos a misturar nossa compreensão dos fatos com nossas crenças subjetivas sobre o que eles representam", escreveram Bill Kovach e Tom Rosenstiel, dois mestres do jornalismo americano, no livro Blur (sem publicação em português). A dificuldade de se desfazer de convicções pessoais contribui para a ansiedade causada pela mudança constante dos fatos, especialmente os científicos. Quando uma pessoa adquire um conhecimento e se convence de que ele é verdadeiro (por exemplo, de que ovo faz mal à saúde), provoca-lhe incerteza receber a informação oposta. Contra isso, é preciso compreender que a produção de conhecimento é um processo contínuo. Há fatos que mudam rapidamente, como a previsão do tempo, e outros que são mais perenes, como o número de continentes no planeta. As mudanças mais difíceis de assimilar são aquelas que levam meses ou anos, no intervalo de tempo de uma vida humana, para ocorrer.
Imagine o que pode dar certo. Nem todas as más notícias se concretizam
Algo que aparentemente está dando errado pode ser apenas uma etapa que levará a um desenlace positivo. A corrupção no Brasil parece ter superado todos os níveis históricos? Sim, mas há bons sinais para acreditar que a punição aos envolvidos também será inédita.

COMENTÁRIOS

Preparemo-nos para o suicídio do Brasil
Vamos todos dar as mãos e caminhar unidos para o suicídio da Nação. Tudo de acordo com as leis e com a Constituição. O Brasil vai para o fundo do poço de uma vez? Não faz mal, estaremos em pleno Estado de Direito. Mas não vivemos numa democracia? Vivemos, sim, mas temos de seguir as regras do presidencialismo. Mas a crise não vai se aprofundar em 2016, não haverá mais desemprego, mais desvalorização da moeda, mais inflação? Vai, sim, mas Dilma Rousseff foi eleita pelo voto popular e teremos de aguentar o tranco estoicamente. Preparem todos seus corações e mentes. E seus bolsos também. Até 2018!
Regina Ulhôa Cintra – reginaulhoa13@outlook.com – São Paulo

Que comam brioches!
Em entrevista recente ao jornal espanhol El País, o ex-presidente Lula afirmou, sobre a crise econômica brasileira, que, em vez de comer carne todos os dias, os pobres brasileiros vão comer arroz. Com a inflação e o desemprego na casa dos dois dígitos e a nomeação de Nelson Barbosa – um dos responsáveis pela caos econômico em que o País se encontra atualmente – como ministro da Fazenda, é possível que brevemente não haja nem mais arroz no prato dos pobres. E aí, vão comer o quê, presidente? Brioches?
Luciano Harary – lharary@hotmail.com – São Paulo

O mentiroso-mor
Enquanto não se torna um caso de delação premiada, seria bom que o ex-presidente Lula fosse submetido a um detector de mentiras em seus depoimentos. O que estão esperando as autoridades?
 Eduardo Augusto Delgado Filho -- e.delgadofilho@gmail.com – Campinas
             

Edições Anteriores:

Maio ( 2017 ):

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31