xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 28/11/2015 | Blog do Crato
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28 novembro 2015

Não entendem o nosso pensamento – por Pedro Esmeraldo

    Há muita maldade nessas palavras que propõem o respeito e a veneração da cidade do Crato. Não entendem o pensamento nosso que contamos com as ideias elevadas a fim de relevar o espirito que nos interrompe o entendimento das conversações. Falamos do desespero do desenvolvimento cratense. Por isso, arrancaram de nós as representações materiais, os bens para conservar a prática seu esforço e conseguir reverte-los através do tempo.
    Todas as qualidades serviço que entram em ação para assegurar o desempenho de alta formação de trabalho. Foi-se desapropriado na marra pelo povo usurpador do desenvolvimento equilibrado. Não sabemos por qual razão não houve uma solução em conjunto com o direito de alevantar a clássica experiência do esforço de seu trabalho.
    Mas não há acordo com o fito de acelerar o movimento amistoso com os vocábulos que venham contribuir e com desenvolvimento deste município. Tudo deve ser praticado com amor ao próximo, com equilíbrio, com lutas, e acertos.
    Infelizmente, não há ajuste de equilíbrio: o povo vizinho anda ás turras, só pensam em apregoar sem nexo, o movimento progressista para si mesmo.
    Somos provocados pela desigualdade dos cratenses. Considerados um povo afastado das normas governamentais. Devemos tomar cuidado, já que em discurso feito há poucos dias, um politico do poder executivo do estado não prometeu coisa alguma ao Crato, a não ser, agradecer os votos que recebeu. Para se ter ideia, aquele homem público não ofereceu nada para nós. Precisamos pedir que nos traga reconhecimento e somos também cearenses e merecemos lugar ao sol.
    Não possuímos “união”, isto é ligação de verdade. De vez em quando, aparecem aqui os inimigos “de mansinho” colocando movimentos em ação continuada. Com o tempo, desprezando esse povo, mas conduz com maneira ardilosa a dilaceração deste município. Querem levar de roldão um naco de terra deste município. Por tudo isso, o Crato tem que reagir com força. Apesar dos protestos, não temos forças politicas e não podermos sufocar o desespero desse povo que nos tratam com escárnio, e não ficaremos perdidos no reino da Dinamarca.
    Por esse motivo, o município do Crato é arrefecido, mas temos o poder de reagir, com proposito de evoluir com grande estilo. Ficamos a margem dos protestos, sofrendo agruras, sentindo dor do desespero, saboreando o sabor do profundo desanimo.
    Temos confiança em Deus que nos acolherá com amor e nos fará enfrentar a luta com trabalho árduo e amor profundo na grandeza do município.
    Pedimos também ao bondoso Deus que nos faça continuar com esses serviço defendendo a igualdade e a fraternidade. E este povo tenha coragem de poder enfrentar com ânsia de articular junto aos demais municípios, favorecendo o crescimento econômico com igualdade.
    Senhor governador lembre dos nossos mercados que estão pedindo misericórdia, Crato também merece melhorar condições de venda a varejo e trará  por certo, criação de emprego  favorecendo a muita gente.
    Afinal de contas o povo precisa pedir consistentemente ao governador.

Em VEJA desta semana: Delcídio do Amaral: ‘A’ testemunha que pode revelar tudo sobre a corrupção lulopetista

    Saída de Delcídio é o mais duro golpe para a articulação política do governo Dilma(Ueslei Marcelino/Reuters)

Nos últimos doze anos, o senador acompanhou de dentro o lado sombrio dos governos petistas. Viu o nascimento dos esquemas de corrupção, seus desdobramentos financeiros e eleitorais, participou dos esforços para debelá-los e agora pode apontar com precisão quem são os mentores e beneficiários
Para entender a magnitude da prisão, na semana passada, de Delcídio do Amaral, senador petista e líder do governo, é preciso até um pouco de imaginação. Pois imaginemos que nenhum empresário preso na Operação Lava-Jato tivesse até hoje quebrado o silêncio nas delações premiadas - ou que nenhum político estivesse na lista que a Procuradoria-Geral da República mandou para o Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo no cenário irreal acima, a prisão de Delcídio e a possibilidade de ele recorrer à delação premiada - uma vez que foi abandonado pelo PT, ignorado por Dilma e ofendido por Lula - terão consequências devastadoras para a estabilidade do já cambaleante regime lulopetista. Delcídio do Amaral testemunhou os momentos mais dramáticos dos escândalos do governo do ex-¬presidente. Viveu e participou desses mesmos momentos no governo Dilma.
Delcídio não é uma testemunha. Ele é "a" testemunha - e a melhor oportunidade oferecida à Justiça até agora de elucidar cada ação da entidade criminosa que, nas palavras do ministro Celso de Mello, decano do STF, "se instalou no coração da administração pública".
Terminada uma reunião no gabinete de Dilma Rousseff, em junho passado, Delcídio chamou-a de lado e disse a seguinte frase: "Presidente, a prisão (de Marcelo Odebrecht) também é um problema seu, porque a Odebrecht pagou no exterior pelos serviços prestados por João Santana à sua campanha". Delcídio contrariou o diagnóstico de Aloizio Mercadante, que ainda chefiava a Casa Civil, segundo quem a prisão de Marcelo Odebrecht "era problema do Lula". Ao deixar o Palácio do Planalto, Delcídio definiu Dilma a um colega de partido como "autista", espantado que ficou com o aparente desconhecimento da presidente sobre o umbilical envolvimento financeiro do PT com as empreiteiras implicadas na Lava-Jato. Na reunião, Dilma dissera aos presentes que as repercussões da operação nada mais eram do que uma campanha para "criminalizar" as empreiteiras e inviabilizar seu pacote de investimento e concessões na área de infraestrutura. "A Dilma não sabe o que é passar o chapéu porque passaram o chapéu por ela", concluiu Delcídio.
Passar o chapéu é bater na porta das empreiteiras e pedir dinheiro para campanhas políticas. Quando feitas dentro da lei, as doações não deixam manchas no chapéu. Mas, quando fruto de propinas como as obtidas nos bilionários negócios com a Petrobras, a encrenca, mesmo que seja ignorada por sua beneficiária, não vai embora facilmente. Menos de um mês após a reunião no Planalto, a Polícia Federal divulgou as explosivas anotações com que Marcelo Odebrecht incentivava seus advogados a encontrar uma maneira de fazer chegar a Dilma a informação de que as investigações sobre as contas da empreiteira na Suíça bateriam nela.
Poucos políticos tiveram mais acesso do que Delcídio aos bastidores do mensalão e do petrolão. Poucos políticos conhecem tão bem como ele as entranhas da Petrobras, onde trabalhou e fez amigos. Poucos políticos têm tanto trânsito como ele nos gabinetes mais poderosos da política e da iniciativa privada. Até ser preso, Delcídio atuava como bombeiro, tentando reduzir os focos de tensão existentes para Lula, Dilma e o PT. Na condição de encarcerado, é uma testemunha decisiva. A possibilidade de ele colaborar com os investigadores está sob avaliação de sua família.



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