xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/11/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 novembro 2015

Uma revolta que deverá ser contida -- por Pedro Esmeraldo


O que mais nos entristece é constatar a inobservância de alguns cratenses que vivem à toa, dizendo asnices. Falam mal do seu torrão, não ajudam em nada. São obtusos, inconsequentes, não lutam em defesa do seu município. Tudo isto, assim dizem, é provocado pela negligência desses políticos que nada fazem, a não ser sufocar o desenvolvimento da cidade com falta de ação e comportamento comunitário, não sabem fazer outra coisa, se não permanecer na Praça Siqueira Campos falando de alguém, provocando discursos bajulatórios em favor de alguns políticos mal bofe.
    Observem que não há luta com amor em defesa deste município. Não tem coragem de enfrentar o desafio com intuito de atuar em qualquer combate que possa levar as estradas espaçosas em bom tempo, percorridas com trabalho sério e equilíbrio.
    Seu crescimento e ínfimo em relação aos tempos modernos. Não possui caminho estável, visto que, atualmente sofremos um desprezo das autoridades estatais, pois assim falam, esse pessoal nos tratam com desdém, pois assim dizem: trata-nos com forma esquisita sem olhar a consequência poderá vir. Não nós favorece o equilíbrio vivendo sem eira nem beira, no movimento estratosférico sem poder adquirir a forma de implantação e grandes melhoramentos, com movimentação na expansão industrial. Quando aparecem alguns capachos que nada vem fazer aqui a não ser deixar o cratense atordoado e inibido, ser enganado com palavras inócuas que poderão flagelar o sentido do povo, deixando todos aparvalhados.
    Praticam negociatas escusas com fito de buscar votos. Depois da conquista, dão com a cara deslavada, empurrando o Crato para escanteio. Nesse caso poderá a cidade desabar para o lado das cidades esquecidas e o povo ficará com a mente apática, deixando levar na conversa obscura e ao mesmo tempo fica processo mental em concentração, entregando os pontos facilmente aos abutres que vem de fora.
    Afirmam que a população deste município não dão valor às atividades do trabalho profícuo, e curva-se facilmente ao vil metal. Com certeza, permanecerá o povo esquecido sem se encontrar com esses abutres, que deixam totalmente entregue na palavra oca que é o esquecimento.

Por: Pedro Esmeraldo - www.blogdocrato.com


Um toque italiano no Cariri -- Por Pollianna Jamacaru



Fonte: Revista Cariri

Com estilo Art déco, o escultor italiano Agostino Balmes Odísio deixou sua marca em obras arquitetônicas e imagens sacras espalhadas pelo Cariri.

Os primeiros imigrantes estrangeiros começaram a chegar ao Ceará no começo do século XIX, com a vinda de portugueses, árabes, espanhóis, ingleses, franceses e italianos. Fugindo da recessão econômica, da falta de emprego, dos conflitos políticos, das perseguições religiosas e das guerras, eles vieram com a esperança de prosperar e fincar raízes. Com o passar dos anos, culturas e etnias se entrelaçaram e acabaram por deixar nessas terras um pouco de sua arte.
E não foi diferente com o escultor italiano Agostino Balmes Odísio, nascido na cidade de Turim, ao norte da Itália, formado na Escola de Belas Artes italiana e pupilo de August Rodim. Em 1913, com 32 anos de idade, ele se mudou para a Argentina para morar com seu irmão e em seguida mudou-se para São Paulo. Lá, esculpiu e restaurou obras durante 20 anos.
De acordo com o historiador e chanceler da Diocese de Crato, Armando Lopes Rafael (foto abaixo à direita), o escultor veio a se estabelecer no Ceará por ordens médicas, em 1934, por conta do clima quente da região. Através da imprensa, soube da morte do Padre Cícero e da importância da religiosidade para o Cariri. Vindo a residir em Juazeiro do Norte por volta de 1940, ficou aqui por 6 anos, em busca de mostrar sua arte em forma de obras arquitetônicas e sacras.
O estilo das obras de Agostino mesclava art déco, cubismo e elementos clássicos. Alguns dos exemplos da passagem do escultor italiano pela região do Cariri estão presentes em seus trabalhos, como o projeto do Palácio Episcopal e a Coluna da Hora na Praça Francisco Sá (na qual está a estátua da Samaritana) no Crato, a Coluna da Hora na Praça Padre Cícero e a reforma do Santuário Diocesano Nossa Senhora das Dores em Juazeiro. Agostino deixou sua marca também na criação de azulejos artesanais e os altares de marmorite (uma espécie de mármore granulado colorido misturado a cimento), como também em muitas das fachadas das igrejas e prédios mais antigos da região.
Direto da Itália
Outro exemplo de arte feita por mãos italianas se encontra na pequena escultura de 40 centímetros da Mãe do Belo Amor, imagem sacra adorada pelos indígenas e presente na região desde os tempos da Missão Miranda, na origem da cidade do Crato. Essa estátua é mantida na Sé Catedral do Crato, enquanto uma imagem do Poverello Di Assisi encontra-se nas dependências do Palácio Episcopal. A Itália também está presente em muitas das obras doadas e mantidas pelo Museu de Arte Vicente Leite, na fachada do Palácio Episcopal, na Associação dos Empregados no Comércio de Crato (antes da descaracterização feita no alto do edifício para construção de cubículos onde funcionou a Faculdade de Ciências Econômicas), na sede da reitoria da URCA e na fachada da Igreja de São Vicente Ferrer.
Formas geométricas
A “Art déco” chegou ao Brasil em 1929, com a construção do edifício A Noite, em Copacabana, na Zona Sul carioca. O estilo arquitetônico mistura os princípios do cubismo com elementos clássicos. Edifícios, esculturas, joias, luminárias e móveis são geometrizados. Sem perder o requinte, os objetos adquirem decoração moderna. Alguns exemplos do estilo estão presentes no Cristo Redentor, na Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, no Elevador Lacerda, em Salvador, e no Viaduto do Chá, em São Paulo.

Fotos: Rejane Lima


Guerra e paz - Por: Emerson Monteiro



Quando terminava a Segunda Grande Guerra, que estabeleceram as bases de uma nova ordem mundial sobre padrões coletivos de boa convivência entre os países, era instituída a Organização das Nações Unidas. Teria sido o derradeiro conflito da espécie humana, segundo propagavam em alto e bom som. O homem, enfim, resolvera criar juízo e cresceria irmanado em propósitos irmãos. Firmaria valores de harmonia e trabalho. Jamais viveria, de novo, tanta agrura e conflagração. Quanta felicidade se tornara possível diante das maldades cometidas. Por quase nada o mundo escapara das perversidades totalitárias da exceção de um demente no poder mundial.

Hoje, passados 70 anos de quando assinaram os acordos que deram fim a maior das guerras, a história dos habitantes da Terra de novo corre os riscos sérios de escaramuças de proporção inimaginável pelo poder de fogo que construiu para apreensão de todos. A ONU, que tanto pelejara no sentido positivo do estabelecimento da paz, reduz sua influência diante das guerras localizadas sem solução, isto por conta dos recursos insuficientes, desinteresse das potências e endividamento das nações filiadas no repasse das verbas comprometidas na sua manutenção. 

Há um grito de dor pelo ar. Guerras de extermínio e de conquista das fontes naturais de energia fóssil seguem indiferentes a negociações. Os donos do comando rasgam as cartas de conciliação feitos vândalos celerados. Ninguém possui força moral de protestar e conter a senha dos assassinos de plantão. As nações ricas esquecem o destino comum da humanidade. Indiferença. Ignorância. Frieza. E a farra de sangue e maldades continua alimentando os bancos de armas e as mídias sensacionalistas. 

Pobre espécie essa que quis representar papel de civilizados. Motivo da interpretação das situações estabelecidas, que imaginar em resposta? Resta, sim, rever os místicos, santos, profetas. Meu reino não é deste mundo, dissera Jesus. Existem profecias de impacto estonteante do futuro que espera as gerações atuais. A consciência pede atitude, agora não mais dos líderes políticos, mas das criaturas humanas. Que jejuem e orem com fervor a ofereçam meios de cura da síndrome cruel de destruição que parece ganhar corpo e ferir de morte as esperanças da Paz. Só o Amor verá a Deus.


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