xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 25/10/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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25 outubro 2015

Devoção a Serva de Deus Benigna Cardoso atrai milhares de fiéis a Santana do Cariri – por Patrícia Silva

No entardecer do último sábado, 24 de outubro, aproximadamente 20 mil romeiros, segundo a organização, participaram da peregrinação que encerrou a festividade da 12ª Romaria da Serva de Deus Benigna Cardoso, realizada no munícipio de Santana do Cariri. A peregrinação teve início no Santuário de Benigna, no bairro de Inhumas, e foi concluída na Igreja Matriz de Senhora Santana, com a celebração da Santa Missa presidida por Dom Fernando Panico e concelebrada por vários padres da Diocese de Crato.
A romaria recorda o dia em que a jovem Benigna foi brutalmente assassinada por defender sua castidade. Conta os relatos históricos que Benigna, aos 13 anos, ia como de costume pegar água no poço próximo a sua casa, neste dia um homem de nome Raul tentou abordá-la sexualmente e como ela lutou contra o ato, que no seu entender cristão seria uma ofensa ao seu corpo, ele pegou um facão e a golpeou decepando por fim sua cabeça.
Fiéis visitando o local onde aconteceu o martírio da Serva de Deus. (Foto: Patrícia Silva)
O local onde aconteceu o martírio é um dos pontos de visitação da romaria. Os fiéis chegam ao poço, tiram a água, se molham, bebem e até levam para casa por acreditarem que ela é abençoada por Benigna, como é o caso da agricultora Maria de Lourdes de Cosmo, de 63 anos, que após fazer a sua oração encheu uma garrafa de dois litros com a água para levar para seu filho. “Estou levando a água para o meu filho que está com um problema de coluna. Também ele tem problema com o alcoolismo, venho pedir a ela para que ele deixe este vício. Tenho certeza que ela vai me ajudar por ser uma santa milagrosa”, afirmou.
Para o pároco, Pe. Paulo Lemos, este momento sela as diversas festividades que o município realiza em comemoração a Serva de Deus e reforça a unidade de oração pela beatificação de Benigna. “Nós estamos felizes por estarmos lembrando a memória do martírio de Benigna, porque foi um gesto de amor e de fé ela renunciar ao pecado e acolher a vontade de Deus em sua vida. Esta multidão aqui presente reforça a nossa oração para ver Benigna na honra dos altares e a espiritualidade para vivermos o martírio cotidiano” disse.
Dom Fernando com os padres que concelebraram na celebração de encerramento da Romaria. (Foto: Patrícia Silva)
O Processo de Beatificação de Benigna foi dado entrada na Congregação para Causa dos Santos, em Roma, há dois anos, por Dom Fernando Panico e Monsenhor Vitaliano Mattioli, falecido em dezembro do ano passado. Em visita recentemente a Congregação responsável por este assunto, Dom Fernando se mostrou confiante que a Beatificação logo seja concedida. “Benigna nos ajuda a nos aproximarmos do evangelho de Jesus. Acabo de voltar de Roma, e estive na Congregação que trata destes processos de beatificação, e ai fiquei sabendo que nestes dois anos muitas coisas positivas já aconteceram. Eu tenho esperança que a solução final deste processo não vai demorar”, afirmou.
Esta edição da Romaria de Benigna contou com a presença não só de fiéis do Ceará, mas também de Pernambuco, Piauí e Bahia. Melhorias na estrada que liga Inhumas a Santana estão sendo realizadas pela prefeitura, que neste ano inaugurou uma estátua da Serva de Deus na entrada no munícipio. Uma ampla reforma na estrutura do memorial também foi realizada e o novenário que aconteceu de 15 a 23 de outubro, na Igreja Matriz e no Santuário da Serva de Deus, teve como tema “Com Benigna celebremos as misericórdias do Senhor”.
             

Assuntos só do Crato – por Armando Lopes Rafael

Capital da Cultura?
Alguém, de sã consciência, acredita que o Crato ainda é a “Capital da Cultura”? Nestes tempos bicudos quando o Brasil virou uma nação em profunda crise, um país dividido, fragmentado entre uma elite política corrupta e corruptora – no poder há 13 anos – e uma oposição acovardada que não representa mais o genuíno sentimento/pensamento dos homens e das mulheres de bem desta nação (ambas as correntes se revezando no noticiário marginal da mídia), tudo é possível. Vá lá! Deve ter quem alguém que cultiva essa quimera de “Capital da Cultura”... Mas, e dói lembrar, há cerca de seis anos os Museu de Arte e o Museu Histórico do Crato estão de portas fechadas. Pior, suas peças (algumas de muito valor) se amontoam entre as teias-de-aranha e a poeira num canto escuro de um edifício histórico, localizado na Praça da Sé, o coração da cidade. E parece que a nossa elite cultural perdeu a capacidade de reivindicação e de indignação.  Definitivamente esta cidade não é mais “Capital” de coisa nenhuma...
A importância dos museus
O educador Paulo Freire foi feliz quando, inspirado no seu conceito de “palavra geradora das ideias” defendia o ensino da História a partir dos objetos. O Museu Histórico de Crato expunha para o público objetos que contavam nossa História. Os museus – e aí podemos incluir os centros culturais, memoriais, acervos particulares, dentre outros – se constituem em instituições caracterizadas como espaços de educação não formal. Sentimos um sentimento de frustração vendo a que foi relegado o nosso principal museu.
Aliás
Frustração ou inveja? O fato é que quando vemos a cidade de Juazeiro do Norte com o seu Museu Vivo do Padre Cícero (na colina do Horto), o Museu de Monsenhor Murilo de Sá Barreto (vizinho à Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores), o Centro Cultural do BNB (na Praça Padre Cícero), o Museu dos Salesianos (na Rua São José), dentre outros, todos ministrando aulas de observação, interação e reflexão para quem os visitam, sentimos que a distância entre as duas cidades aumenta a cada dia...
Nem vem que não tem
Estamos chegando ao fim de 2016, o terceiro ano da administração do “Fenômeno”. Resta apenas um ano para esse governo terminar. O que foi feito por iniciativa da Prefeitura de Crato nestes últimos anos? O espaço está aberto para quem quiser informar. Observação: não vale sofismar, enganando que as obras feitas em Crato pelo Governo do Estado (urbanização da Encosta do Seminário, Estrada para a Vila São Bento, residências do “Minha Casa, Minha Dívida”, estátua de Nossa Senhora de Fátima, dentre outros, teve participação da Prefeitura em forma de “convênio”. Ninguém acredita mais nisso...
Obras da Encosta do Seminário, em Crato, totalmente feitas pelo Governo do Estado do Ceará

Livro sobre o Colégio Santa Tereza
 O Colégio Santa Teresa de Jesus e Ex-Alunas ‘Amigas para sempre’, tem a grata satisfação de convidar-lhe para participar do lançamento do livro ‘HISTÓRIA E MEMÓRIA DE TEMPOS FELIZES’ a acontecer no dia 31 de outubro de 2015 (próximo sábado), na Quadra Esportiva do Colégio Santa Teresa de Jesus, às 19 horas, em Crato. O memorável evento vem honrar as comemorações pelo 100 anos de Ordenação Episcopal de Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva – 1º Bispo Diocesano de Crato e Fundador da Congregação e Colégio Santa Teresa de Jesus.
Alunas ilustres
 Milhares foram as alunas que passaram pelos bancos escolares do Colégio Santa Teresa de Jesus. Muitas ganharam destaque. Citá-las nos levaria a incorrer em graves omissões. No entanto, vêm-me agora à lembrança algumas ex-alunas: a atual deputada federal Luiza Erundina, ex-prefeita de São Paulo– a maior cidade da América Latina e a sexta maior do mundo; Maria Alacoque Bezerra, nascida em Juazeiro do Norte, a primeira mulher cearense a ocupar uma cadeira no Senado da Republica; Maria Violeta Arraes de Alencar Gervaseau, que foi Secretária de Cultura do Ceará e Reitora da Universidade Regional do Cariri e Madre Feitosa, uma das mais respeitadas educadoras do Ceará. Esta além de aluna foi também diretora daquele colégio. 
 Ainda mais essa
Como se não bastasse as agências bancárias fechadas, os usuários de transportes coletivos da conurbação Crajubar (Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha) correm o risco de ficar sem transporte na próxima quarta-feira, dia 28. É que os motoristas e cobradores das empresas de ônibus poderão iniciar uma greve por melhores salários. Vai ser o dia da desforra das vans que concorrem com os ônibus aqui no Crajubar.
Tá braba a crise!
Na noite do próximo dia 2 de novembro a tradicional pizzaria La Favorita, localizada no bairro Lagoa Seca, em Juazeiro do Norte, mas muito frequentada pelos cratenses nos finais de semana, encerrará suas atividades. Foram 32 anos de existência. Atuando com muito profissionalismo e competência nos ramos de gastronomia.
             

Tempo de profundas transformações - Por: Emerson Monteiro

Essa vontade que revirar o verso e a realidade clamando ser diferente e já espraia pontos de vista diferentes em tudo quanto... Eis o vento forte das modificações que nos esperavam de longe nos critérios, costumes e leis. Sobremodo ao saber agora que existem verdades definitivas, no mais eterno das existências, desde dentro até o meio da bagaceira incendiada dos tempos que demoravam tanto e ganharam foro de predominância no espinhaço dos que sofrem agruras nas mãos dos poderosos arrogantes. Igualmente a necessidade gritar nos silêncios comprometedores de tantos, porém o peito geme de vontade dos desejos em criar mundo novo, fora dos costumes bárbaros imperantes, grosseiros.

O gosto do que tudo seja bom pede espaço na consciência do povo. Entre erros e culpas, desfila o medo de amanhã pela manhã. Há que se rever o principal da civilização exclusivista de classes injustas. Ninguém dominará os poderes da Natureza imensa que determina revisões por vezes desconhecidas, inesperadas. Exploraram o Planeta ao ponto de reações inesperadas tomar de conta dos noticiários assustados e sensacionalistas. Cidades presas pelo próprio rabo, na ganância do lucro. Estradas que levam a lugar nenhum. Máquinas aquecidas no afã da inutilidade. Fome de formiga que avança nas praias da obesidade senil. Espécie de bichos do prazer, os seres que nós somos pedem amor por inteiro, alquimia de ordem feliz.

Ouvimos que existiu um dia o início determinado pelo mistério de Deus. Lá adiante, descobrimos haver os espíritos que somos. Depois, que esses espíritos possuem inteligência e sobreviverão às mudanças radicais do sistema da vida na Terra, chegando inteiros do outro lado da ponte. Que devemos rezar, orar, meditar, pedir com sinceridade, praticar o bem, contemplar as belezas que habitam a essência. De tanto saber, agora trabalhemos a união dos corações e possamos produzir aquilo a que viemos. Solidariedade. Fraternidade. Justiça. Paz universal.

Com isso, diante das certezas da verdadeira simplicidade, o que plantamos iremos colher, face ao mistério das revelações do valor positivo que rege o princípio absoluto do Amor ao próximo e ao Pai Supremo.

O dia em que os cratenses recusaram Godard – por Ronaldo Correia de Brito

Nem me lembro se havia completado 14 anos. Deixo a sala quente do Cine Moderno, no Crato, após a sessão das 16h30min. Escureceu e a temperatura amena do lado de fora causa alívio. Estou sozinho, sinto-me perturbado e sem condições de compreender o que vi. Habituara-me às referências do cinema americano, à Igreja Católica, aos rituais da Semana Santa, quando as rádios tocavam música clássica e as salas de projeção exibiam filmes antigos e precários sobre a Paixão de Cristo. O Evangelho Segundo São Mateus fugia aos meus padrões cinematográficos, parecia diferente até mesmo de O Leopardo, que eu assistira numa sessão noturna de domingo, no mesmo cinema superlotado e sufocante. Ainda não me ligava em nomes de diretores, sentia-me atraído por astros e estrelas. No Evangelho atuavam apenas artistas amadores e pessoas do povo, um choque para os padrões da época.
Eu buscava filmes de impacto, mesmo incompreensíveis. Às vezes era derrotado pelo cineasta ou pelo público, como aconteceu na sessão do filme A chinesa, do francês Jean Luc Godard. Profundamente irrealista, supostamente tratando do racha entre o comunismo chinês e o russo, o filme provocou curto circuito nos cérebros prosaicos dos cinéfilos cratenses. Depois de meia hora de projeção, no Cine Cassino, todos abandonaram a sala e ocuparam o hall do velho sobrado. Uma chuva forte interditava a praça Siqueira Campos, em frente, e o Café Líder, à esquerda. As pessoas preferiam olhar a chuva e os relâmpagos cortando o céu, a assistir a película projetada. Era uma quarta-feira, sessão das 19h30. Sozinho na sala, sem compreender o que via, fui abordado pelo bilheteiro.
– Vamos desligar o projetor.
– Por quê?
– Todo mundo foi embora.
Levantei-me aliviado. Eu não alcançava a linguagem do filme, mesmo assim teimava em continuar assistindo. Saí para o tumulto do hall e engrossei o número de espectadores dos fenômenos naturais. Parecíamos felizes com nossa escolha, lamentando apenas não termos um bom café. A noite ficou célebre pela recusa cratense ao cinema de Godard, pelo cataclismo que arrasou a cidade e por uma tragédia. Ao atravessar a rua da Vala, uma jovem caiu dentro do canal e foi arrastada pelas águas turbulentas. Seu corpo encontrado no meio de um canavial tinha sido destroçado pelos choques com as pedras e os troncos das árvores.
No Recife, onde me preparo para o vestibular de medicina, leio e coleciono os suplementos culturais do Jornal do Commercio, encho minha cabeça de cinema novo, neo-realismo e nouvelle vague. A cidade só falava no filme Teorema, do diretor italiano Pier Paolo Pasolini. Descubro ser o mesmo que havia inquietado o adolescente provinciano com sua leitura do Evangelho de São Mateus. Nesse tempo, ia-se aos cinemas com devoção. O Recife possuía salas e sessões exclusivas para filmes de arte. As filas desceram a conde da Boa Vista quando foram exibidos no São Luiz, em temporada de semanas, Roma e Morte em Veneza, e até o Satyricon, de Fellini. Mas, nenhum filme causou tanto estupor na sociedade como Teorema. Talvez, O Último Tango em Paris ou O Império dos Sentidos, com abordagens escandalosas para a época.
Em Teorema, o núcleo de conflitos é uma família burguesa. Pai, mãe, filhos e empregada não serão os mesmos, depois que um visitante anunciado por um anjo atravessa suas vidas. De forte conotação simbólica, cada personagem representa um segmento da sociedade italiana, exposta em suas fragilidades. Vivíamos no Brasil o período mais repressivo da ditadura militar, a Igreja Católica pregava a teologia da libertação, o feminismo assentava suas bases e, através da contracultura, ensaiava-se uma revolução sexual. Terreno fértil às ideias de Pasolini, num mundo dicotomizado em fascismo e comunismo, direita e esquerda, deus e diabo, bem e mal.
Em 1975, Pasolini é assassinado. O ator que interpretara o anjo da anunciação em Teorema reconhece o corpo destruído. Durante 40 anos a trágica história se reconta em diferentes versões. Giuseppe (Pino) Pelosi, assassino confesso, negará anos depois que tivesse sido o único executor. Surgem teorias conspiratórias. Antes de morrer, Pasolini renegara sua Trilogia da Vida – Decameron, Os Contos de Canterbury e As Mil e Uma Noites –, por sentir-se vítima do capitalismo e da indústria cinematográfica.
Nunca assisti Saló, último filme de Pasolini. Os cinemas se transformaram em supermercados e não consigo ver filmes em shoppings. Preciso de encantamentos que já não encontro nas salas de projeção. Sou parecido com a ingênua Cecília, heroína de A Rosa Púrpura do Cairo, do cineasta Wood Allen. Perco-me dentro dos enredos e me transformo nos personagens da tela

Coisas (desta) república: estelionato eleitoral de 2014 escondeu crise econômica, dizem marqueteiros


Um ano após eleição, especialistas veem falhas de candidatos ao tratar da economia

Pedro Venceslau - O Estado de S. Paulo – 25 Outubro 2015
Exatamente um ano após uma das mais duras eleições presidenciais da política brasileira, as campanhas que municiaram o confronto entre Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (então no PSB) ainda provocam debates intensos e permanecem no epicentro da atual crise política. Na avaliação de alguns dos mais requisitados profissionais do mercado de marketing político do País, a difícil situação econômica de 2015 - o déficit das contas públicas pode chegar a R$ 70 bilhões - e a aplicação de um ajuste fiscal deixaram claro que os protagonistas da disputa “jogaram para baixo do tapete” os sinais do que viria pela frente.
‘Remédio amargo’. Na campanha, Aécio falava sobre a necessidade de aplicar “remédios amargos” na economia, mas em eventos fechados com empresários. “Poderia parecer alarmismo ou irresponsabilidade dizer que o Brasil caminhava para uma situação tão crítica. De qualquer forma, essa informação não estava disponível para a oposição. Faz um mês que o Tribunal de Contas da União determinou que os números do ano passado não eram corretos”, diz Vasconcelos.
“Você erra por ação e omissão. Imagino que o pessoal do Aécio, da área econômica, pudesse imaginar que o cenário não estava bom. Mas, se você fala isso numa campanha, pode parecer impopular. Então, não fala nada”, diz Nelson Biondi, responsável pela campanha vitoriosa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 2014. Para Felipe Soutello, um dos estrategistas da campanha presidencial de José Serra em 2010, Dilma fez no ano passado a “negação” do que era evidenciado nos laudos técnicos, mas Aécio não soube capitalizar isso. “As campanhas levaram ao extremo, em 2014, a tentativa de dourar a pílula”.
Um dos responsáveis pelas primeiras campanhas majoritárias do PT, o publicitário Chico Malfitani, que em 2014 comandou a campanha ao Senado de Eduardo Suplicy (derrotado por José Serra), faz análise dura sobre a estratégia de Dilma. “Se analisarmos o que está acontecendo com o ajuste fiscal, sim, o PT mentiu na campanha. Não sei se na cabeça do João Santana passava a ideia de que o futuro ministro da Fazenda seria o Joaquim Levy e que teríamos o ajuste fiscal. Fica fácil culpar o marqueteiro agora”, diz.
(Postado por Armando Lopes Rafael)

Em crise, PT perdeu 11% dos prefeitos que elegeu em 2012

Fonte: Folha de S.Paulo -- 25/10/2015

Em crise, PT perdeu 11% dos prefeitos que elegeu em 2012Vivendo a mais grave crise de sua história, com o desgaste da presidente Dilma Rousseff, problemas econômicos e as acusações de corrupção apuradas na Lava Jato, o PT já perdeu 11% dos prefeitos que elegeu em 2012.
Dos 619 petistas vencedores das últimas eleições municipais em todo o país, 69 haviam deixado a legenda até este mês, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O movimento é mais forte em SP, onde o partido perdeu 20 de 73 prefeitos. No Nordeste, viu a saída do único prefeito de capital que tinha (Luciano Cartaxo, de João Pessoa).

             

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