xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 11/10/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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11 outubro 2015

Usinas solares - Por: Emerson Monteiro

Assunto por demais importante nesta época do desenvolvimento humano, a energia limpa ganhou espaço nos negócios, ampliando sobremodo as riquezas oferecidas pela tecnologia sem ocasionar danos ao meio ambiente da Terra. 

Outra experiência de extração de energia através dos reatores nucleares, por sua vez, antes de aparência inesgotável, contudo resultou depois assustadora, em termos do que já provocou contaminação e desastres, dita exploração que os alemães ora principiam desativar.

Madeira, carvão mineral, petróleo, rios, vento, Sol, álcool, átomo, nunca deixou a Natureza de franquear meios de sustentabilidade às gerações, ainda que exijam inventividade e trabalho constante na aplicação prática. As matrizes energéticas reclamam do sentido de uso a busca ideal, nas diversas ofertas trazidas à utilização.  O petróleo, por exemplo, matriz natural dos combustíveis fósseis, determina modelos de comportamento industrial predominante em volta do globo, através do automóvel, fator de deslocamento no entanto responsável pelas principais mazelas relativas ao clima e à poluição da Era Contemporânea.

Energia solar, contudo, indica alternativa benfazeja. Originária do meio externo ao planeta Terra, devido aos fatores da técnica e com o uso das placas fotovoltaicas, disponibiliza números infinitos de aproveitamento, isto sem riscos e consequências. Assim, o perfil da luz solar concede ordenamento inesgotável aos meios de produção da sociedade, distribuindo as forças naturais a todos os países, inclusive às regiões mais pobres antes largadas de lado em face dos climas excessivos menos agradáveis, refugos das classes dominantes. Aspectos outros da sociopolítica vêm à tona, possibilitando disposição da riqueza em partes justas, face aos tais bens de produção.

Renascem, por isso, novas esperanças de que civilização da Terra se liberte dos monopólios a países imperialistas e detentores exclusivos das fontes originais da riqueza, o outro nome das fontes da energia.   

O Cariri (político) decadente – por Humberto Mendonça

   
     Quando vejo o Cariri político – me refiro ao Crajubar - mergulhado numa decadência sem recedentes, fico muito triste. Esse Cariri histórico é berço de uma civilização que marcou e espalhou sementes no Ceará, do sertão ao litoral e nos estados vizinhos – Paraíba, Pernambuco e Piauí. Começando por Barbalha, através dos Colégios Santo Antônio, dirigido pelos padres salvatorianos (masculino), e o Colégio Nossa Senhora de Fátima, conduzidos pelas freiras alemãs (feminino), formando gerações de homens e mulheres de bem, que por muito cultuaram essa maravilhosa cidade, com exemplos de honradez e dignidade. Toda essa história está sendo jogada fora por politiqueiros, sem quaisquer compromissos com essa tradição.
   Fico mais triste, ainda, porque a sociedade atual, de um modo geral, se omite por completo diante desse quadro doloroso vivenciado por Barbalha no presente. Está na hora dessa geração a que me referi acima tomar uma posição, indo às ruas impor os nomes capazes de repor novos valores à sua vida pública. 
    No meu Juazeiro também não é diferente. A decadência tomou conta da sua vida pública. São aventureiros que pensaram muito mais em se arrumar do que no bem-estar da cidade e do seu povo. Quero prestar uma homenagem à Congregação dos Padres Salesianos, exemplo na formação de geração de homens de bem, ao lado da Escola Normal Rural e do Colégio Santa Terezinha, dirigidos por duas educadoras que marcaram suas vidas na preparação da juventude feminina: Amália Xavier de Oliveira e Assunção Gonçalves. Atualmente, Juazeiro dispõe de mais de 60 cursos superiores. Entretanto, não há nenhum movimento cívico em defesa da cidade e dos postulados morais que devem presidir a coisa pública. Em nome do seu passado, rememoramos a construção do Juazeiro pelo Padre Cícero, tão bem capitaneada pela classe empresarial, responsáveis por esse progresso econômico agigantado do Juazeiro atual. 
    O meu Crato também é vítima desse processo vergonhoso de se fazer política. Atualmente, posto ser a cidade mais sofrida do Crajubar. Nela tenho raízes profundas, onde constituí família, fui político e empresário, presidente da Associação Comercial do Rotary Clube e vice-prefeito. Nela, plantei grandes amizades em todas as classes sociais.  
    Assim, sinto-me ligado a essa querida e histórica cidade do Crato, da qual sou cidadão. Por tudo isso, me encontro no dever de tomar essas posições assumidas ao longo dos últimos 50 anos de convivência no Município, onde nunca me omiti nas suas grandes causas e no seu congresso. 
    O Crato é berço histórico do Cariri, principalmente no âmbito cultural, com reflexo nos demais estados limítrofes da região, através do Seminário São José, do Seminário Sagrada Família (padres alemães), do Colégio Diocesano, do Colégio Santa Teresa, da Escola de Comércio e da Universidade Regional do Cariri, qualificando recursos humanos de qualidade para o desenvolvimento regional e do país. A decadência acima referida se encontra estampada na queda de nossa representação política, onde já tivemos governadores, vice-governadores, deputados federais e estaduais. 
    E, agora, nos encontramos praticamente varridos do mapa político nacional. O atual governador, Camilo Santana, pessoa de nossa estima, não se encontra na cota do desprestígio da região. Seu crescimento político resulta do seu valor pessoal. O Cariri precisa, urgentemente, sair das políticas sociais.

Uma palavra sobre o Juiz Dr. Sérgio Fernando Moro - por Renato Casimiro

Cumprimento respeitosamente vossa excelência porque simplesmente não deve parecer estranho a quem quer que me ouça, o gesto solidário como milhões de cidadãos nesta pátria já tiveram o desejo de manifestar-lhe um sentimento forte sobre o que vem sendo sua ação desde 17 de março de 2014.
De fato, há em todos nós que acompanhamos com ansiedade as diversas fases da operação Lava Jato, a expectativa de que isto não reproduza o lugar comum de muitos inquéritos, sobre os quais cunhamos a expressão do “termina em pizza”, para significar frequentemente uma frustração. Já vimos por estas investigações, depoimentos e sentenças, que o seu papel tem sido o que nos conforta, na esperança que se alimenta ao dizer-se que a justiça tarda, mas não falha, e particularmente quando se trata de tentar erradicar algo que se entranhou de forma tão grave. 
Quero crer, dr. Juiz, que muitos brasileiros não teriam maior dificuldade, mesmo não indo à etimologia da palavra, em caracterizar razoavelmente o que significam aristocracia, burocracia, democracia, tecnocracia, meritocracia, e outras cracias assemelhadas que nos indicam força e poder. Em dias passados, o Dr. Gilmar Ferreira Mendes, douto ministro do STF, fez uma afirmação muito dura, até inusitada, dizendo textualmente que: O Partido dos Trabalhadores instalou um modelo de governança corrupta, “uma cleptocracia”, o que significa um Estado governado por ladrões. Desta forma, sua excelência reagiu energicamente diante da eventual possibilidade do PT vir a processá-lo por causa das críticas feitas ao partido, durante o julgamento da doação de empresas para campanhas eleitorais, questão já fechada, transitada em julgado naquela Côrte. Esta palavra usada pelo ministro não faz parte da linguagem coloquial do povo brasileiro e, afinal, nem consta na enciclopédia virtual que consultamos habitualmente, mas é antiquíssima, de origem helênica, grega por nascimento, e denota sinceramente que o fato já era percebido historicamente. 
Ao mencionar cleptocracia, para significar este Estado governado por ladrões, o ministro parece não ter centrado sua metralhadora apenas no PT, por estar no poder, mas ele ainda mais teria a dizer sobre este poder que se estrutura no conluio entre executivo, legislativo, judiciário e o empresarial. O senhor, Dr. Sérgio, tem a coragem cívica de conduzir este processo, sendo um homem público de grande responsabilidade social, a despeito das investidas que procuram retirar o que a sociedade lhe delegou em confiança e competência, em manobras ridículas que contam com a nossa repulsa. As mais recentes palavras e suas aberrações, tais gírias como Mensalão, Petrolão, Lava Jato, Propinoduto, Pixuleco, Privataria, Sanguessuga, não conseguiram, a despeito da insistente mídia nacional sobre os escândalos, provocar tal indignação de todos os lados, solidários a vossa excia. 

A nossa postura, esta que sobrevive a duras penas em tolerância aos assaltos que nos penalizam diariamente, malgrado o desinteresse da classe política, felizmente ainda é a da esperança, a da crença em dignos valores, especialmente os que renovam o judiciário brasileiro. Então, o nosso sentimento é o de não estranhar, mas o de apoiar, e de reverenciar, na liturgia do cargo, que um jovem juiz, tão submetido a severas críticas de sectários lados, se revele com exemplar mister no que estriba julgamentos que condenam legendas e políticos da pior qualidade. Alguns partidos que formam a base aliada de sustentação do governo vêm apressados para protestar sobre o quanto se precipita de tentativas aparentemente golpistas, quando se tenta minimizar a riqueza de evidências e provas documentais já elencadas e reunidas no volumoso processo. 
O povo brasileiro vive esta perplexidade de encontrar num dos lados a soma astronômica dos desfalques em suas riquezas; de outro lado a desfaçatez de péssimos homens públicos feridos em suas santidades; de outro a pouca vergonha instalada nestas péssimas legendas partidárias. Quem não sabe disso somos nós porque apenas suspeitamos em tudo que escutamos nos noticiários da imprensa, para quedar tristes e amargurados diante dos inquéritos, mas um juiz de Côrte Federal, conhecedor dos autos e ciente de responsabilidades maiores com a nação? Pelo amor de Deus!!! Viva! dentre outras circunstâncias, doutor juiz, esta derradeira flor do Lácio, inculta e bela, que da elegância verborrágica de um membro do judiciário, sintetiza numa só palavra a soma incomensurável da indignação de todo o povo brasileiro que espera e, o melhor, ainda crê na justiça.
(Crônica lida durante o Jornal da Tarde, da FM Padre Cícero, Juazeiro do Norte, em 05.10.2015)

Na sombra da quixabeira - por Pedro Esmeraldo

     Antes, queremos expor por meio de narração, os tempos memoráveis em que frequentamos os bares apreciados pelos empresários no Cariri.
      Foram momentos que não pode e nem deve esquecer o que produziam os efeitos de união entre todos frequentadores desses recantos agradáveis.
    Infelizmente, com o percorrer de épocas tenebrosas e amarguradas devido a queda monetária, fomos anunciados em voz alta que o brasil estava marchando para cair na bancarrota. Todos ficavam desanimados e aparvalhados, já que a situação econômica do pais não estava nada favorável para levar a sério as condições péssimas da economia e o desenvolvimento tecnocrático do cidadão brasileiro.
    Por isso, não estamos vendo novas tecnologias que andam esquecidas pela classe política. Desejamos elevar o país em altas caminhadas técnicas a fim de adquirir o progresso que está bloqueado por barreiras dispersas, causando péssimo trabalho do nossos políticos, visto que há impedimentos de despertar e seguir o desenvolvimento econômico em caminho reto e progressista.
    Convém lembrar, não sabemos contornar a má fase que não beneficia o homem através de trabalhos técnicos e vontade de adquirir tudo de bom satisfazendo ao desenvolvimento. Vemos hoje a falta de vontade dessa classe que bafejada pelo bom desempenho das atividades de enganar o povo com facilidade, oferece banana e bolo ao povo ignaro, pois sempre elevado pela falta de conhecimentos intelectuais, deixa cair no esquecimento.
    De há muito tempo a massa se deixa levar pelas conversas enganosas, mas temos vontade de dialogar amistosamente com tempos suficientes e nos aventurar com poderes de realizar, com boas refregas, obrigando a todos permanecerem com bons modos e efetuar alguma coisa que nos satisfaça com o fito de conservar os nossos costumes de homens sérios.
    Jamais podemos evitar os dissabores que surgiram no correr do período. Houve muitos desgostos. Caímos no sofrimento conflitante, tudo isto foi causado pelas brincadeiras de mau gosto de algumas pessoas apreciadoras desses bares. Apresentamos o desenrolar que se encerrou em negação, evitando as conversas destoantes e ensurdecedoras que provocavam em alguns frequentadores. Vejam que essas conversas torpes foram causadas da chatice de certas pessoas possuidoras de perfil de batráquios que fizeram as rãs coaxar na laguna da quixabeira implorando aos deuses que as livrem da sombra da maldade que estão em perigos de morte.
    Cremos que há pessoas irradiantes e orgulhosas, mas esse orgulho vai levar a insanidade e irrecuperável, pois mantem medo aos homens cordatos e mansos.
    Dizemos que o orgulho se apresenta é inaceitável, mas é uma maneira de expor a mansidão para evitar a leseira do homem pífio, é possuidor de fraqueza espiritual vive em delírio permanente.
    Consideramos que há pessoa que usa a prática de bom caráter e desviou de rotas para enfraquecer o seu espirito permanente e desfigurado. Não possui os ânimos para se levantar e ficam a vociferar sem nada saber o motivo de sua vida com deficiência e com pressão do que fala. A maioria deles é antipatriótico e abominável, outros possuem o espirito atormentado e se deixam levar pela conversas distorcidas dos inimigos do povo. Muito deles são inconformados, não promovem ao povo qualidades de trabalhos técnicos, mas vivem na orgia dos desesperos, dilacerantes, incapazes de dominar administração sincera e honesta para satisfazer o desejo incontestável do contribuinte que anda marchando à toa.
09 de outubro de 2015

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