xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 26/09/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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26 setembro 2015

Simplesmente Padre Bosco ! - Por Maria Otilia

Ontem, dia 25 de setembro de 2015, o Santuário Eucarístico (Igreja de São Vicente Férrer), ficou pequeno para receber inúmeras pessoas que vieram participar da celebração do Jubileu de Ouro Sacerdotal do Monsenhor Bosco.
O Padre Bosco iniciou seus estudos filosóficos  no Seminário Arquidiocesano de Fortaleza em1959. Em 1961 viajou para Roma, onde cursou Teologia na Pontifica Universidade Gregoriana de Roma. Foi ordenado em 25 de setembro de 1965 por Dom Vicente de Araújo Matos, Bispo Diocesano do Crato, na capela do Colégio Pio-brasileiro de Roma.
Nosso querido Padre Bosco, ao voltar de Roma foi pároco de diversas paróquias. E como servo de Deus, homem íntegro, ético, verdadeiro não se utilizou da sua competência acadêmica, para ostentar poder, soberania. Pelo contrário, vive uma vida sacerdotal voltada para a evangelização, de forma simples coerente com os preceitos bíblicos. E diante das muitas dificuldades porque  passa a Igreja Católica , mantém uma postura ética, afirmando e reafirmando seus votos de discípulo de Jesus. Em nenhum momento, deixou  que momentos turbulentos  da igreja católica enfraquecesse  sua fé, seus valores, sua função de  guia,  pastor, orientador espiritual. Manteve firme a sua posição de servo de Deus a serviço dos cristãos.
Acredito que por ser este homem um verdadeiro evangelizador amado por seus paroquianos e amigos, muitos cristãos estiveram presentes nesta grande comemoração,  por ocasião do seu Jubileu de Ouro Sacerdotal. Padres, Seminaristas, grupos de oração, sociedade organizada e  leigos, de forma festiva, vieram louvar ao Senhor, pela graça de termos um sacerdote iluminado pelo Espírito Santo, que vive uma vida de testemunho, de serviço, de adoração ao nosso Deus.
Em nome da minha turma de amigos que na época dos anos 70 e 80, tínhamos como Orientador Espiritual do Grupo de Juventude do Crato, nosso querido Padre Bosco, desejamos vida longa para que este servo de Deus continue sua missão de evangelizador. Parabéns Monsenhor, ou simplesmente Padre Bosco.

E a gente evita dizer - Por: Emerson Monteiro

No esforço de melhorar, haja verniz de lustrar um tanto das palavras-sentimento que vêm bem aqui e a gente controla de falar e não machucar, ferir, aborrecer quem passa por perto... Uma verdadeira avalanche de pensamentos é contrariada logo no início das intenções de conservar a calma e preservar amizades, desejos, manias de querer encontrar só defeito em tudo, quais se fôssemos diferentes dos demais, perfeitos juízes e palmatórias do mundo.

Caso essa força agressiva de corrigir o mundo nascendo do discurso que as nuvens formam na saída da fala deixasse de sofrer repressão, e o estrago aconteceria de demorar a limpar e ter de correr continentes escondidos nas montanhas do não aguentar os irmãos seres humanos nem sempre agradáveis, nem sempre sob as medidas de nossas vontades extremas.

Quais funcionários de uma aduana permanente na fronteira das criaturas, nesse processo de dominar o discurso da vontade das leis interiores, instrumentos em punho, os agentes examinam a mercadoria das falas, e o dizer fica meio que civilizado diante dos outros. Cativar, eis o verbo necessário. Quem quer ser bem tratado, que cuide de tratar bem os irmãos. Gerenciar a empresa da boa convivência, a frear instintos em nome de sentimentos, amor e compreensão. 

Disséssemos tudo que aparecesse nas praias da vontade ferida, e as instituições pacificadoras que criaram os povos até hoje iriam precisar de muito mais papel, tinta, reuniões permanentes dos conselhos superiores. Isso por conta dos becos estreitos que a vaidade sujeita alimentar nas lanchonetes da história de nós pessoas. Razão, todos queremos ter. E como agravantes, existem ainda os caretas de plantão que gozam no sofrimento dos parceiros, os quais atiram no fogo à mínima sem cerimônia, prazer mórbido de jogar com o bem estar dos inocentes, nutrindo atitudes que, lá na frente, correm o risco de virar pedra de tropeço. Caiporas da sorte alheia, curtem o sabor amargurado de terceiros num jeito sadomasoquista digno de tratamentos de choque.

Bom, mas falamos de nós mesmos, seres sorridentes que percorrem a longa estrada entre o princípio e o fim da evolução, à busca de identificar no Universo sem final o lugar de paz e concórdia da morada dos deuses.

Custou...mas chegaram lá: Ex-deputado e delator revela que o petrolão nasceu com aval de Lula e foi mantido por Dilma


Pedro Corrêa, ex-presidente do PP, negocia há dois meses com o Ministério Público seu acordo de delação premiada. Se a colaboração for efetivada, ela pode mostrar que o maior esquema de corrupção da história nasceu mesmo no Planalto Fonte: Revista VEJA

Parcerias - O ex-deputado Pedro Corrêa pode ser o primeiro político envolvido na Lava-Jato a fecharum acordo de delação premiada com a Justiça(Vagner Rosario/VEJA)

Expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, o médico Pedro Corrêa se destacou, durante quase quatro décadas, como um dos parlamentares mais influentes em negociações de bastidores. Como presidente do PP, garantiu a adesão do partido ao governo Lula e - como reza a cartilha do fisiologismo - recebeu em troca o direito de nomear apadrinhados para cargos estratégicos da máquina pública. Essa relação de cumplicidade entre o ex-deputado e o ex-presidente é notória. Ela rendeu a Corrêa uma condenação à prisão no processo do mensalão, o primeiro esquema de compra de apoio parlamentar engendrado pela gestão petista. Mesmo após a temporada na cadeia, Corrêa se manteve firme no propósito de não revelar o que viu e ouviu quando tinha acesso privilegiado ao gabinete mais poderoso do Palácio do Planalto. Discreto, ele fez questão de ser leal a quem lhe garantiu acesso a toda sorte de benesse. Havia um acordo tácito entre o ex-deputado e o ex-presidente. Um acordo que está prestes a ruir, graças à descoberta do petrolão e ao avanço das investigações sobre o maior esquema de corrupção da história do Brasil. Como outros mensaleiros, Corrêa foi preso pela Operação Lava-Jato. Encarcerado desde abril, ele negocia há dois meses com o Ministério Público um acordo de colaboração que, se confirmado, fará dele o primeiro político a aderir à delação premiada. Com a autoridade de quem presidiu um dos maiores partidos da base governista, Corrêa já disse aos procuradores da Lava-Jato que Lula e a presidente Dilma Rousseff não apenas sabiam da existência do petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo em funcionamento. O topo da cadeia de comando, portanto, estaria um degrau acima da Casa Civil, considerada até agora, nas declarações dos procuradores, o cume da organização criminosa. Nas conversas preliminares, Corrêa contou, por exemplo, que o petrolão nasceu numa reunião realizada no Planalto, com a participação dele, de Lula, de integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra - que à época eram, respectivamente, ministro da Casa Civil e presidente da Petrobras. Em pauta, a nomeação de um certo Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras.

Pedro Corrêa, José Janene e o deputado Pedro Henry, então líder do PP, defendiam a nomeação. Dutra, pressionado pelo PT, que também queria o cargo, resistia, sob a alegação de que não era tradição na Petrobras substituir um diretor com tão pouco tempo de casa. Lula, segundo Corrêa, interveio em nome do indicado, mais tarde tratado pelo petista como o amigo "Paulinho". "Dutra, tradição por tradição, nem você poderia ser presidente da Petrobras, nem eu deveria ser presidente da República. É para nomear o Paulo Roberto. Tá decidido", disse o presidente, de acordo com o relato do ex-deputado. Em seguida, Lula ameaçou demitir toda a diretoria da Petrobras, Dutra inclusive, caso a ordem não fosse cumprida. Ao narrar esse episódio, Corrêa ressaltou que o ex-presidente tinha plena consciência de que o objetivo dos aliados era instalar operadores na estatal para arrecadar dinheiro e fazer caixa de campanha. Ou seja: peça-chave nessa engrenagem, Paulinho não era uma invenção da cúpula do PP, mas uma criação coletiva tirada do papel graças ao empenho do presidente da República. A criação coletiva, que desfalcou pelo menos 19 bilhões de reais dos cofres da Petrobras, continuou a brilhar no mandato de Dilma Rousseff - e com a anuência dela, de acordo com o ex-presidente do PP.
             

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