xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 01/08/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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01 agosto 2015

1º de Agosto: Dia do Selo

(Fonte: Correios)
Em tempos de comunicação digital, os selos ainda despertam interesse em muitas pessoas. Viajando em cartas (cada vez mais raras) ou guardados em coleções, reúnem grandes histórias em pequenos formatos. Em Crato existem dezenas de colecionadores de selos.São os "filatelistas" como são maisconhecidos.
Era 1º de agosto de 1843 quando a famosa série de selos Olho de Boi foi lançada, introduzindo a autenticação postal no Brasil. No país, o segundo do mundo a utilizar a “etiqueta”, já são 172 anos contando histórias em pequenos formatos. Para marcar a data, está previsto para este mês de agosto o lançamento da segunda emissão especial do selo das Olimpíadas de 2016. Os selos surgiram na Inglaterra, em 1840, como uma necessidade de tarifar correspondências. Quem pagava pelo envio era o destinatário que, em diversos casos se recusava, causando prejuízos às empresas de entrega. Para solucionar os desencontros, o professor inglês Rowland Hill elaborou uma proposta: o valor seria cobrado na hora da postagem, e comprovado por um pequeno papel colado ao envelope – o selo postal. Muito além de tarifar a postagem, os selos passaram a ter valor histórico e cultural.
Colecionando histórias
Para os amantes da filatelia, a atividade está longe de modismo e transcende o conceito de hobby. Os colecionadores “profissionais” encaram como uma arte, muitas vezes passadas por gerações. Roberto de Azevedo Moreira Filho, 76, começou aos 14, influenciado pelo pai, também colecionador. A coleção própria começou na década de 1960, quando descobriu sua predileção por peças defeituosas. Para ele, o valor é afetivo. “Vale mais que qualquer dinheiro que ofereçam”.
Júlia de Mello, 63, acredita que o potencial educativo do formato é o grande diferencial para atrair público jovem. Graduada em administração, ela monta coleção sobre História do Brasil, do descobrimento à independência. “É um encontro do didático com o lúdico”, diz a aposentada, que palestra sobre a história dos selos para crianças, além de mostrar os cuidados que se deve ter ao iniciar a coleção. Para ela, o “ideal” seria que a filatelia voltasse ao currículo escolar, como na época do Império. “Tem muito a ver com a sede de conhecimento dos jovens, que hoje têm o acesso à internet como aliado às pesquisas. Só falta o incentivo”.
Raridade e valor
Para um selo ser considerado valioso, Valécia Souza explica que vários critérios colaboram - tiragem, estado de conservação, procura e curiosidade dos filatelistas, erros gráficos. Segundo registros, a peça mais cara da filatelia brasileira e latino-americana é a carta porteada (correspondência que foi selada, paga e circulou) com a série completa dos Olhos-de-Boi. A peça foi negociada em 5 de outubro de 2007 por mais de U$ 1 milhão.

Caririaçu inaugura o “Refúgio da Mãe de Deus”, um lugar que transforma vidas – por Patrícia Silva

Localizado no Sítio Gravatá, em Caririaçu, o “Refúgio da Mãe de Deus” foi inaugurado por Dom Fernando Panico, bispo diocesano de Crato, sendo uma obra da Comunidade Quem Como Deus, que tem a frente o missionário Guto Azevedo, criada com a finalidade de restaurar vidas através da evangelização. Segundo o fundador, a alegria com a inauguração se transforma em compromisso maior a partir de agora. “Estávamos trabalhando para inaugurar, agora a responsabilidade duplica, pois temos que trabalhar para funcionar, por isso estamos de portas abertas aqueles que desejam conhecer este trabalho e nos ajudar”, disse.
Construído em um espaço de 20 tarefas de terras, o ambiente possui três casas onde moram os missionários da comunidade de vida, uma Capela do Santíssimo, um Centro Educativo que recebe o nome do Monsenhor Vitaliano Mattioli com auditório apto a acolher 150 pessoas, um rincão para encontros com capacidade para 800 pessoas, salas de estudo e posto de assistência familiar. O Refúgio da Mãe de Deus, a partir de agora é mais um lugar de retiros e encontros na Diocese de Crato. Junto a evangelização, trabalhos sociais realizados com crianças em situação de risco, orientação escolar e humana, assistência social com atendimento médico ao povo, serão desenvolvidos no Refúgio que procura ir de encontro com a doença da alma e também do corpo.

Por: Patrícia Silva

O município de Farias Brito e o Padre Cícero – por Renato Casimiro


Diz-se, há muito tempo, e em tom profético se tem espalhado, atribuindo-se a expressão ao Padre Cícero, que “No dia que a pedra da Batateira rolar, e o Cariri virar mar, tal a invasão das águas, o Pontal de Farias Brito será um porto de navio, junto com a Serra do Horto de Juazeiro”. Este fato se liga a uma lenda que encerra uma maldição que teria sido deixada pelos índios Cariris, e que no início do século XX vem com outra conotação, pela visita do Padre Cícero ao povoado de Araticum, na Serra do Quincuncá, para escolher e benzer o terreno do futuro cemitério local.
Leio pela imprensa que o Pontal é o mais novo complexo turístico religioso da região do Cariri, construído nestes três últimos anos, com praça, acessibilidade, monumento ao Padre Cícero, lanchonete, lojinhas, banheiros, recinto para orações e um mirante com uma vista fantástica. Quem esteve à frente deste investimento de R$4 milhões e hoje coordena a sua funcionalidade é o Pe. Adalmiran Silva de Vasconcelos, pároco da Matriz da Imaculada Conceição de Farias Brito, e que acaba de realizar no último dia 20 a primeira Romaria da cidade ao Pontal do Padre Cícero.
Antes de ir lá conhecer pessoalmente este grande empreendimento, me apresso em cumprimentá-lo Pe. Adalmiran, pois vejo com que empenho o senhor tem se dedicado inteiramente por esta inserção de Farias Brito, e muito bem justificada, no concerto de tantos destinos de romarias em nosso pais. Chamou-me a atenção o fato de que isto está mobilizando expressivo número de lideranças locais, e isto tudo articulado com os poderes sob a orientação de técnico especializado em Marketing Católico, que faz prospecção em potenciais e diagnósticos sobre esta nova vocação da localidade.
 E soube que não obstante o que foi possível realizar inicialmente, as preocupações se voltam para a complementação do equipamento, procurando dotá-lo com um Centro de Acolhimento ao Romeiro, bem como a construção de um Luzeiro para maior embelezamento da área. É bastante sintomático e muito promissor que o Pontal de Farias Brito já venha recebendo cerca de dois mil visitantes por mês, especialmente a partir da tradição que se procura construir com as missas do dia 20 de cada mês, além de outras promoções semanais da paróquia.Não há dúvidas, Pe. Adalmiran, que este é um bom sinal da presença viva do Padre Cícero em diversas comunidades do Cariri, a partir do que aconteceu entre nós, aqui no Juazeiro do Norte, pelo grito pioneiro do Pe. Murilo de Sá Barreto e que ressoou fundo no coração dos romeiros.
 Em verdade, ainda vemos com timidez esta realidade vivida por muitas localidades, por diversas paróquias desta nossa Diocese e outras, por este Nordeste a dentro, como se ainda sinalizassem com o clima detestável de intolerância religiosa, que há muito deveria ter ficado para trás. A longa e demoradíssima atitude que esperamos da hierarquia católica no reconhecimento destes valores nos deixam ainda mais ansiosos sobre esta pauta que trata da reabilitação histórico-eclesial necessária para o reconhecimento do valor do Padre Cícero para nossa Igreja.  Dizem-nos os documentos da garimpagem histórica que um verdadeiro clima de terror foi implantado e prosseguiu com a perseguição a tantos padres que se antecipavam neste reconhecimento, falando das maravilhas que aqueles acontecimentos  demonstravam.Felizmente, Pe. Adalmiran, hoje podemos vislumbrar um novo tempo, onde se pode reconhecer virtudes, milagres, graças, liderança, intercessão, dar vivas e fazer exaltação, coisas tão profundamente vividas por estes sertões que nem nos aventuramos ignorar. De outra sorte, só vejo com entusiasmo iniciativas como esta de Farias Brito, o velho Quixará dos idos do Padre Cícero, como uma marca autêntica de suas preocupações com o desenvolvimento que não guarda ansiedades rançosas e que o procura, principalmente, com o auxílio do povo de Deus.
Desejo sucesso, Pe. Adalmiran, a sua paróquia, ao seu povo reunido em torno desta empreitada, para que o Pontal do Padre Cícero na Serra do Quincuncá, seja ainda mais, na esperança do povo, isso como o senhor reconhece, “o local de uma das mais belas vistas do Cariri do nascer do sol”. Afinal, como o senhor bem lembra, a profecia sobre o Pontal não guarda nada de apocalíptico, nada que nos mostre a antevéspera da catástrofe, do dilúvio e do final dos tempos, mas a visão atualizada do que cada um de nós busca quando se vive à deriva da vida, mas na esperança do Ressuscitado.

Ritual da existência - Por: Emerson Monteiro

O espelho das palavras reflete a sabedoria que virá do que passa no coração, semelhante a filme que chega pronto a ser exibido durante as sessões contínuas dos dias. Assim, no andamento das ações, do jeito que a gente sente, a vida vem oferece os ventos da história. Querer olhar através de lentes limpas e enxergar mundo melhor dependerá diretamente do freguês ali postado atrás dos óculos de ver o horizonte. Nisso circula na rede frase que define bem tal conjectura: Seja a mudança que quer pro mundo. Aqueles de nós, azedos, poços de ressentimento, mágoas, rancores, vão plantando, anos a fio, iguais consequências no laboratório do sentimento e causando resultados idênticos em volta de si. Que vontade é essa de melhorar o panorama visto da ponte se buscar as piores razões na intenção de mostrar só descompassos, quais arautos da desgraça, no interesse particular? 

A filosofia desde muito define limites humanos quanto ao domínio absoluto do conhecimento e do futuro (- Sei que nada sei – afirmava Sócrates, na Magna Grécia). Resta longo tempo ainda até chegar no saber pleno da cultura, dos valores e da paz. Ao mesmo tempo a Verdade persiste intacta em todo lugar do Universo, apesar da má vontade que sujeita minar a sabedoria de tantos.

Com isto, raciocínio revela o ânimo positivo mais do que necessário a criar desejada felicidade por meio do que merecermos diante da liberdade do que somos. As malhas da consciência facilitam nossa administração da natureza que manuseamos, porquanto leis infalíveis regem magníficas a sinfonia do que existe, e dentro dela habitamos na existência.

Durante o período quando a amargura e o desespero invadem o teto dalguma situação, o fluir do prazer, da alegria, da leveza dos fenômenos naturais, da oração permanecem intacto. E quais dominadores daquilo que desconhecem, procuram a todo custo o escuro das matas que também compõem o quadro, só que visando caminhos inversos das obras da Criação, produto da ignorância do saber. Porquanto sempre brilhará a luz de quem ama e de bom grado aceitam os frutos benfazejos do que plantou nos solos férteis dos campos do Senhor.

Brasil enfrenta tempestade perfeita na economia

Fonte: VEJA
Os indicadores da economia brasileira apontam para uma recessão prolongada. O tombo será ainda mais profundo caso o governo não recupere rapidamente a confiança dos investidores nem consiga evitar o rebaixamento da nota de crédito do paísPor: Giuliano Guandalini e Bianca Alvarenga
A conta é dela, mas nós é que estamos pagando: os erros da política econômica do primeiro mandato de Dilma Rousseff expuseram o país à tormenta(Alan Marques/Folhapress)
As análises econômicas mais realistas e desapaixonadas indicavam, fazia algum tempo, que a crise na economia brasileira era um acidente prestes a acontecer. Por seis anos seguidos, o governo pisou fundo demais no acelerador dos gastos públicos e aliviou o pé no freio do controle da inflação. Em pouco tempo, arruinou a confiança construída em duas décadas de ajustes e reformas - sem falar nas manobras na contabilidade federal. Ao assumir o Ministério da Fazenda, Joaquim Levy apresentou um plano para evitar o desastre, como o personagem do filme Juventude Transviada que escapa da morte ao saltar do carro momentos antes da queda no desfiladeiro.
Por alguns meses, parecia que Levy seria bem-sucedido. O ministro procurou extinguir os trambiques do antecessor e propôs uma série de medidas para reforçar o caixa do governo e impedir um rombo ainda maior nas finanças públicas. A iniciativa seria um primeiro passo para arrumar a casa e retomar os projetos de longo prazo para incentivar o crescimento econômico. O clima político hostil, entretanto, atrapalhou os planos do ministro. Quanto mais frágil a situação da presidente Dilma Rous­seff e maior o envolvimento de políticos da base aliada nas revelações da Lava-Jato, menor a disposição do Congresso para aprovar ajustes impopulares. O tempo sobre a economia brasileira já estava fechado. Agora, o país está sob a ameaça de lidar com uma verdadeira tempestade perfeita.
O Brasil não é tão vulnerável como no passado, mas entrou avariado na trovoada. O povo brasileiro já percebeu, em seu dia a dia, o aumento no custo de vida, a dificuldade para quitar dívidas, o desemprego de pessoas conhecidas. O pior, entretanto, está por vir. Principalmente se as medidas de austeridade nas contas do governo não forem aprovadas. Na semana passada, a agência americana de classificação de risco Standard & Poor's reduziu para negativa a avaliação do país. Existe agora uma probabilidade elevada de rebaixamento da nota do Brasil, possivelmente no próximo ano. Se assim for, o país perderá, na avaliação da S&P, o status de grau de investimento. E o que isso significa? A economia deixará de ter acesso ao crédito farto e barato dos mercados internacionais. Os maiores fundos de pensão estrangeiros restringem a aplicação em países sem o grau de investimento. Em vez de ficar mais próximo de países como os Estados Unidos, a Alemanha ou o Chile, o Brasil seria rebaixado para o grupo de caloteiros contumazes, que inclui a Grécia, a Argentina e a Venezuela.
Não é apenas o governo que é afetado. As empresas brasileiras também serão vistas como investimentos especulativos. Ao pôr a nota do país em perspectiva negativa, a agência fez o mesmo para 41 empresas locais. Entre elas figuram companhias que, a despeito do cenário econômico adverso, estão entregando bons resultados e não têm dependência direta do Estado, como Ambev e NET. Isso acontece porque a nota de crédito do país é o teto de classificação das empresas. Raramente uma empresa pode ter nota melhor do que o país no qual ela opera, porque sempre existe o risco de ser afetada por alguma restrição na transferência de pagamentos.

Enquanto o mundo cresce, Brasil e mais quatro estão na pior

Levantamento da Economist Intelligence Unit (EIU) mostra que os países em recessão vão na contramão do mundo
O "trio" do fracasso: Dilma, Maduro e Cristina: Brasil, Venezuela e Argentina estão entre os que não crescem(Jorge Silva/Reuters)

Na contramão da maioria das economias do mundo, o Brasil amargará recessão este ano. De acordo com um estudo da Economist Intelligence Unit (EIU), a economia brasileira deve recuar 1,2% em 2015, uma previsão até mesmo otimista em relação à do próprio governo, que prevê queda de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Enquanto o governo por muito tempo atribuiu a culpa da crise à conjuntura internacional, o levantamento mostra que, ao lado do Brasil, apenas outros quatro países estão na pior: Argentina (-0,7%), Ucrânia (-4,9%), Venezuela (-3,7%) e Rússia (-4%). A estimativa da consultoria engloba 56 países de todos os continentes.
A ideia de que a desaceleração econômica mundial é mais nociva aos emergentes também se mostra errônea quando confrontada com os números. Brasil e Rússia definham porque seus governantes usaram a ideologia como principal ferramenta de gestão. Já outros membros dos Brics, como China, Índia e África do Sul, devem avançar 6,9%, 7,9%, e 2,1%, respectivamente. Até mesmo a Grécia, em situação fiscal caótica, crescerá mais de 1% este ano. Países asiáticos, como Filipinas e Vietnã, também lideram a lista dos que mais crescem: 6,6% e 6,2% este ano, respectivamente.
Fonte: "The Economist"

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