xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 14/05/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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14 maio 2015

Caminhos da natureza - Por: Emerson Monteiro

Nesses tempos de pouca água nas torneiras e temperaturas ferventes no mundo aceso, mesmo quem antes nunca pensou em conservação da Natureza corre o risco sério de parar nas consequências dos tantos e tantos séculos de abandono a que relegaram as fontes da vida na Terra.

São muitos para destruir e poucos para plantar e construir, eis a principal verdade do nível de preocupação com florestas, mares, rios, ar e animais, todos fixados em descobrir meios de ganhar dinheiro no procedimento predatório herdado e multiplicado pelos senhores coloniais do poder. 

Vive a atual geração o ponto extremo da transição entre o homem destruidor e homem sustentável, fase por demais crítica, em que o menor deslize colocará em xeque a natural sobrevivência das espécies.

As ações do Greenpeace, por exemplo, bem demonstram a necessária conscientização desse grave momento, nas atitudes reprovativas do que os mercenários da hora promovem.

Bem pensassem, os líderes dos países e os acontecimentos, por certo, estariam noutros patamares. No entanto seguem as políticas visando tão frutos madeireiros de fria destruição, estiolando solos milenares e sacrificando a fauna, em acelerada devastação inconsequente, posições inclusive do Brasil neoliberal.

Existem órgãos estruturados a combater ditas ações, contudo a responsabilidade cabe aos segmentos da população através dos esperançosos conselhos de meio ambiente, de raro em raro funcionando a contento. A defasagem, que fere outras instituições, fere sobremodo as causas naturais da vida, justificando no lucro a fome de resultados nas balanças de pagamento da economia de mercado.

Tarefa hercúlea, conduzem a duras penas esses órgãos a preservação nos países atrasados, de mentalidade mais atrasada ainda. Muito se fez, e mais resta a fazer, dagora em diante. Ninguém se diga indiferente aos modos de manter a qualquer custo os nacos de mata virgem, água limpa e ar puro que restam em volta do globo mal amado, a pretexto de nada lhe dizer respeito. O assunto chega de jeito radical porque esqueceram de que o Planeta é ser vivo e merece cuidados imprescindíveis às idênticas leis universais dos sistemas.

Cidades do Nordeste vivem hoje dramas de abastecimento de água impossíveis de imaginar poucas décadas atrás. O São Francisco, denominado o rio da integração nacional, por percorrer vários Estados, desde Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, a Sergipe e Alagoas, alimentando de energia e trabalho inúmeros rincões, vê-se minguado do quanto desmataram nas suas fontes, sem que houvesse medidas pertinentes a conter os crimes cometidos.

Ainda existe tempo a providências ao gosto para começar o intuito de conter a voracidade predadora que devorou as minas e o povo do continente africano, e cresce, neste princípio de milênio, garras metálicas contra as terras latino-americanas, bola geopolítica do capitalismo selvagem da vez. Só assim, pois, descobrir-se-á que tudo diz respeito a todos neste chão.

Princesa Isabel, a Redentora: a Mãe do Brasil – postado por Armando Lopes Rafael

“O que une as mulheres e as distingue de nós é que são mães. É algo tão singular que elas todas são mães mesmo as que o não são”. (Dom João Costa, ex-bispo de  Iguatu, atual Arcebispo Coadjutor de Aracaju)

O 13 de Maio continua sendo a maior data cívica de nossa História!
No dia 13 de maio de 1888, há 127 anos, A Princesa Regente, Dona  Isabel (a primeira mulher a governar o Brasil. Os que dizem que foi Dilma Rousseff,  não conhecem a nossa história), pois bem a Princesa Isabel tomou da pena de ouro que lhe oferecera a subscrição popular — uma das três que surgiram na ocasião — para assinar a Lei nº. 3.353, por meio da qual o instituto jurídico da escravidão estava para sempre abolido do Brasil.
Muito além de seus dois singelos artigos, a Lei Áurea trouxe equiparação legal a todos os brasileiros, cessando a distinção ignominiosa de cor e raça. No árido caminho que trilha a cidadania brasileira, como aponta o Prof. José Murilo de Carvalho, foi um dos passos mais flamejantes. O documento fazia nascer, simbolicamente, uma nação que, até então, inexistia. A nação em que pretos, brancos, índios, eram todos igualmente brasileiros. Como sempre lembra o Prof. Eduardo Silva, era o “mundo de ponta-cabeça”. A díade senhor-escravo havia sido extinta no Direito brasileiro.
 Por remir o Brasil de seus quase quatro séculos de cativeiro, de tráfico transatlântico e de barbárie escravista, a Princesa Imperial Regente D. Isabel, futura imperatriz, seria banida do Brasil no ano seguinte. Seu reinado foi abortado e, com ele, tudo o que significaria para o Brasil esvaeceu. No exílio, durante trinta e dois anos, a única mulher brasileira que nos governou no século XIX somente pôde reinar entre aqueles que a cercavam na França, ou no coração dos que amargavam o sofrimento pela distância dela, aqui no Brasil, mormente os antigos escravizados e seus descendentes — que na Primeira República encontravam desprezo e rechaço.

Monjas Beneditinas: 12 anos presentes na Região Metropolitana do Cariri – por Patrícia Silva (*)

Celebração pelos 12 anos da Abadia Nossa Senhora da Vitória, na Diocese de Crato. (Foto: Patrícia Silva)
Há 12 anos a Abadia Nossa Senhora da Vitória era instalada na Diocese de Crato, em Juazeiro do Norte- CE, ainda como Mosteiro e, para comemorar esta festividade, hoje dia em que a igreja celebra a memória de Nossa Senhora de Fátima, as monjas beneditinas, junto com dezenas fiéis, participaram de uma Missa, presidida por Dom Fernando Panico, que teve como intenção especial esta comemoração.
Na celebração Dom Fernando recordou que o desejo de ter o mosteiro na Diocese de Crato, a qual ele havia sido recentemente nomeado, veio antes de assumir a diocese. “Era 15 de junho de 2001 e eu estava indo para a ordenação episcopal de um amigo meu, Dom Dulcênio Fontes de Matos, em Recife. No caminho passei pela cidade de São Cristovão e me disseram que lá havia um mosteiro. Fui até ele e diante das irmãs, escutei os clamores da Madre Maria Aparecida Menezes do Couto sobre o desejo de se mudarem do local, pois o ambiente já não estava mais apto para acolhê-las. Ainda hoje eu me lembro que, diante dela, eu me ajoelhei e disse que a Diocese de Crato estava de portas abertas para acolhê-las. Elas me agradeceram e alguns meses depois entraram em contato começando assim a missão delas em nossa região”, relatou.
Nestes doze anos de presença no interior do Estado, grandes avanços aconteceram na Congregação, dentre eles pode ser citada a elevação de Mosteiro para Abadia em 18 de março de 2014, sendo a primeira do Ceará, dentro das comemorações pelo centenário da Diocese de Crato.
A abadessa Maria Aparecida disse que se sente realizada com o crescimento da Congregação na região. “Para nós é um tempo de graça, de experiência da presença de Deus. Aqui realmente é uma cidade abençoada. Quando anunciamos que vínhamos para cá as pessoas diziam ‘essas loucas vão para lá passar fome’, e hoje eles tem uma ideia maravilhosa de Juazeiro. Nos sentimos em casa. Nós tínhamos outros convites para irmos para outros lugares. Viemos para uma visita de sondagem atendendo ao convite do Dom Fernando, e estamos aqui até hoje. Só temos a agradecer a Diocese pela acolhida e a Deus pelo crescimento de nossa comunidade”, afirmou.
A Abadia Nossa Senhora da Vitória que foi instalada em 13 de maio de 2003 hoje é um dos pontos de visitação para os romeiros que vem fazer suas peregrinações em Juazeiro do Norte.
(*) Patrícia Silva, da Assessoria de Imprensa da Diocese de Crato.

Crato fez bonita festa para Nossa Senhora de Fátima – por Árysson Magalhães (*)

“A treze de maio na cova da Íria no céu aparece a Virgem Maria…
Ontem, 13 de maio, ás 17h, a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Crato-CE, encerrou os festejos à sua padroeira, com uma missa presidida pelo bispo Dom Fernando Panico e concelebrada pelo pároco, Padre José Vicente Alencar e o Reitor do Seminário Diocesano São José, Padre Edson Bantim, contando com centenas de devotos vindos de diversas localidades da cidade e de regiões circunvizinhas.
Há quatro anos, a paróquia inicia os festejos no dia 1º maio, com uma pré-festa e, desde o dia 04 deste mês, com o novenário de intensa espiritualidade, missa e quermesses, trouxe como tema para reflexão: “De Fátima, uma grande esperança: a paz!”; que refletiu sobre a consagração do mundo à Nossa Senhora, feita pelo Papa Francisco, em Roma – Itália, por ocasião da Jornada Mariana, em outubro de 2013.
Dom Fernando Panico na celebração de encerramento da Festa de Nossa Senhora de Fátima. (Foto: Seminarista Árysson Magalhães)
O pároco, Padre José Vicente, apontou como diferencial nos festejos deste ano a participação ativa dos membros do Encontro de Casais com Cristo – ECC, proporcionando o bem-estar dos devotos, favorecendo assim a oração e a notável participação dos fiéis, superando todas as expectativas; “A organização da festa partiu da estruturação das equipes confiadas aos casais do ECC que são extremamente capacitados para trabalhar em equipe, marcando positivamente a trajetória da festa deste ano”, destacou.
Na homilia, Dom Fernando, disse falou aos fiéis da necessidade de se optar pela fidelidade a Jesus, assim como Maria fez seguindo o seu testemunho. ”Se queremos a manifestação da misericórdia e do poder de Deus em nossa vida, sejamos fiéis a Jesus, seguindo o conselho de Maria, fazendo tudo o que ele vos disser. Bem-aventurados, os que como Maria escutam a Palavra de Deus e a põe em prática, portanto, busquemos fazer o que Maria fez: a vontade de Deus”, afirmou.
Ao final da celebração aconteceu a procissão com a imagem de Nossa Senhora de Fátima pelas ruas do Bairro Pimenta, seguido de benção do Santíssimo Sacramento..
As aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos, Francisco, Jacinta e Lúcia, em Fátima – Portugal, tiveram início em 13 de maio de 1917, em um total de cinco aparições, sempre nos dias 13 de cada mês, encerrando em 13 de outubro de 1917. Até então só foram beatificados Francísco e Jacinta.
(*) Árysson Magalhães é seminarista da Diocese de Crato

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