xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 02/05/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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02 maio 2015

Instinto materno - Por: Emerson Monteiro

Algumas palavras de mãe, do que elas passam aos filhos, do calor extremoso como lidam a missão que lhes é confiada, tocando adiante o pulsar dos corações. Pela força da presença da mãe junto aos filhos se avalia o tamanho da alma e o valor da existência dos seres, isto por vezes tão pouco estimado quando tantos esbanjam a sorte e deixam passar as oportunidades que desfrutam de achar o caminho do Bem. Que dizer do que o sentimento fala e as palavras ainda são pobres no descrever? Das saudades, ausências monumentais, distâncias intransponíveis, quando por mero fator de apego esse anjo divino nos recebe nos braços e toca adiante nossos desejos e sonhos. Instrumentos de amor puro, as mães...

Prova maior da confiança na realização do filho, a mãe acarinha, cuida, amamenta, mantém, orienta, aconselha, enquanto exercitamos os anseios das vaidades até descobrir a grandeza do sentido da vida. Consciências santas, as mães querem sempre o melhor aos filhos. Quão impossível a uma mãe receber de bom grado as punições impostas aos filhos perante as leis sociais. Haverá meios de acalentar muitos, inclusive a própria pessoa, face às consequências dos atos delituosos, exceto às mães, sem alternativa.

Os filhos são pedaços seus. Jamais desagarram, abandonam, esquecem. Enquanto esses flutuam nas vagas da existência dotados de audácia, senso de aventura, impetuosidade, imprudência, testemunhas da licenciosidade humana, frutos da pouca estima e do desapego a princípios da coerência.

O tamanho do amor das mães representa o quanto impõe de responsabilidade viver e corresponder a quem nos ama. Porém quem lembra na infância depois sujeita descuidar, e o preço representa esse caminho longo à frente antes de chegar ao território de paz das boas recomendações das mães aos filhos.

Lembro, nas horas da verdade, as palavras que ouvi de minha mãe, nas despedidas, na hora de pedir a bênção, o que cala no peito em forma de sentimento guardado a sete chaves, avisos de segurança e felicidade: Deus te abençoe; Deus te faça feliz...


Crato festeja Nossa Senhora de Fátima

Foi aberta ontem, dia 1º de maio, no bairro Pimenta em Crato, a festa da Padroeira daquela vasta paróquia: Nossa Senhora de Fátima. Uma carreata partiu no final da tarde, da estátua da Virgem de Fátima, localizada no antigo bairro Branco (hoje bairro Nossa Senhora de Fátima) até a igreja-matriz. Os festejos prosseguirão até o próximo dia 13, quando se comemora os 98 anos das aparições da Virgem Maria aos três pastorinhos.
Postado por Armando Lopes Rafael

Crato: a história da capela do bairro Lameiro – por Armando Lopes Rafael

Ontem, 1º de maio, a população católica do bairro Lameiro festejou o dia do seu Padroeiro: São José Operário. Ontem completou 59 anos do início da construção da pitoresca capela daquela localidade. Devo ao Prof. José Nilton de Figueiredo, um lameirense ufanista, nascido e residente naquela localidade, ex-vice-reitor da Universidade Regional do Cariri, as informações abaixo transcritas sobre a mencionada capelinha. O prof. José Nilton as copilou a partir de dados de livro inédito deixado pela professora Dandinha Vilar.
A Capela de São José Operário do Lameiro foi iniciada em 1956 pelos padres Miguel e Geraldo, da Ordem Salvatoriana, vindos de Garanhuns, Pernambuco. A construção foi feita sob orientação de Dom Francisco de Assis Pires, segundo bispo do Crato. Naquele ano, a Igreja Católica devocionava universalmente a invocação a São José Operário, cuja festa é celebrada em 1º de maio, Dia do Trabalho. Daí a escolha de São José como orago da nova capelinha do então distrito, hoje bairro do Lameiro, àquela época desprovido de um templo católico.
O terreno para a edificação da capela foi doado pelo Sr. José de Alcântara Vilar, respeitável cratense e proprietário de vasta área rural no sopé da Serra do Araripe. Exerceu esse cidadão, por várias legislaturas, o cargo de vereador à Câmara Municipal do Crato. Chegou à presidência da Casa, proporcionando-lhe ocupar interinamente o cargo de Prefeito Municipal.
Monsenhor Rubens Gondim Lóssio, àquela época vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Penha, a cujo território pertencia o Lameiro, foi o primeiro sacerdote a dar assistência espiritual à nova capela. Seguiram-lhe, nesse mister, os seguintes sacerdotes: padre Lurildo Linhares, padre Antônio Onofre de Alencar, padre Manoel Alves Feitosa, monsenhor José Edmilson de Macedo, monsenhor Antônio Feitosa, monsenhor João Bosco Cartaxo Esmeraldo, padre Francisco Ivan de Souza, padre Robério Felipe da Silva, frei Joaquim Dalmir Pinheiro de Almeida, padre Expedito Félix, padre Sebastião Pedro do Nascimento, padre José Vicente Pinto de Alencar e Silva e padre Francisco Roserlândio de Sousa. Atualmente dirige novamente a capela o padre Manoel Alves Feitosa. Em 1967 a Paróquia de Nossa Senhora da Penha sofreu grande desmembramento e o território do Lameiro passou a pertencer a recém-criada Paróquia de N. Senhora de Fátima, do bairro Pimenta.
Muitos ajudaram e muitos ainda ajudam na manutenção da capela do Lameiro. Dos falecidos não se pode deixar de mencionar: Antônio Araújo Quesado, Carlina Pinheiro, Dandinha Vilar, Geraldo Costa, Jacinta Araújo de Menezes, José Pinheiro Gonçalves, Luiz Idelson Belém, Maria Dalvenisa Correia, Neusa Tavares da Silva, Vicença Ribeiro Caçula (D. Rosa). Dos vivos devem ser mencionados: monsenhor Ágio Augusto Moreira, Antônio Luiz Pereira, Irmã Santa, Joana D´Arc Ribeiro Brígido, Maria Leônia Ribeiro Barbosa, madre Rosália, Rosa Margarida da Silva (tia Rosa) e Sylvanna Vilar, todos benfeitores da capela. Somente no dia 1º de maio de 2003, decorridos 47 anos da fundação da capelinha, a escritura do terreno onde ela está erigida, devidamente lavrada em cartório, foi entregue oficialmente ao pároco Pe. Manoel Alves Feitosa, pelo então proprietário do terreno, o ex-deputado Dr. Ossian de Alencar Araripe e sua esposa dona Maria do Céu Vilar de Alencar Araripe.
Aí, em rápidas pinceladas, o esboço histórico da capela do bairro Lameiro.

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